domingo, 16 de novembro de 2008

Portugal vai perder mais de meio milhao...

Para reflectir .... e não venham com a ideia, simplista, de que a culpa é da mulher ..... é bem mais profundo e inquietante.....

Portugal vai perder mais de meio milhão de habitantes até 2050

11h50m Jornal de noticias

Portugal vai perder mais de meio milhão de habitantes até 2050, ao contrário da maioria dos países da Europa Ocidental, que terão um aumento de população nas próximas décadas, de acordo com um relatório das Nações Unidas, divulgado esta quarta-feira.

Segundo o relatório sobre a situação da população mundial em 2008, Portugal terá menos 700 mil habitantes, passando dos actuais 10,7 milhões para os dez milhões, o que representa uma diminuição de 6,5 por cento.

Já países como Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Irlanda, Áustria, Finlândia e Suécia verão, pelo contrário, a sua população crescer ao longo dos próximos 40 anos.

Com uma população projectada de mais 7,7 milhões em 2050, o Reino Unido beneficia do maior aumento populacional entre os países da Europa Ocidental, logo seguido da França, que terá um crescimento de cerca de 6,5 milhões de habitantes.

Ainda assim, a tendência global da União Europeia a 27 aponta para um decréscimo do número de habitantes, com a Alemanha a registar uma das maiores perdas: segundo as estimativas, contará com menos 8,4 milhões de pessoas do que actualmente.

Polónia e Itália estão igualmente entre os que mais perdem, com uma diminuição projectada de 7,7 milhões e de 4,3 milhões, respectivamente.

Apesar de perder cerca de 6,5 por cento da população ao longo das próximas décadas, Portugal verá a sua população aumentar no curto prazo (até 2010), registando no período relativo aos cinco anos anteriores uma taxa média de crescimento de 0,4 por cento.

A taxa de fecundidade registada no país situa-se nos 1,46 filhos por mulher, abaixo da média da Europa ocidental, fixada em 1,59. No entanto, o número de gravidezes na adolescência continua muito superior: por cada mil adolescentes portuguesas dos 15 aos 19 anos, 14 são mães, mais seis do que a média da Europa Ocidental.

Ainda de acordo com o relatório, cerca de 60 por cento dos portugueses vivem em áreas urbanas, que nos próximos dois anos continuarão a ganhar população ao campo, crescendo cerca de 1,4 por cento.

MENINOS DE CORO DA IGREJA DA LUZ


Desporto: PSP detém 30 membros dos No Name Boys e apreende droga e tochas incendiárias

16 de Novembro de 2008, 15:29

Lisboa, 16 Nov (Lusa) - Quarenta buscas a residências e instalações da claque benfiquista No Name Boys, cerca de 30 detidos e apreensão de droga e tochas incendiárias é o balanço da operação realizada hoje pela PSP, revelou à Agência Lusa fonte policial.

A fonte adiantou à Lusa que a operação, efectuada no âmbito de uma investigação a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, visou os líderes e outros membros dos No Name Boys que têm vindo a agredir adeptos de claques rivais e também elementos das forças policiais.

No decurso da operação, que se iniciou na madrugada de hoje, foi também possível, de acordo com a fonte, apurar que alguns dos membros daquela claque do Benfica se dedicavam ao tráfico de estupefacientes.

Além de droga, a PSP apreendeu tochas incendiárias e outros objectos considerados perigosos.

Entre os cerca de 30 detidos estão os líderes da claque e vários seguidores dos No Name Boys, cujas residências foram alvo de busca.

Alguns foram detidos já com mandado de detenção, numa investigação que envolveu escutas telefónicas.

Os detidos deverão ser ouvidos segunda-feira no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa.

FC/RPC.

Lusa

TEXTO ARREBATADOR (candidato a melhor texto dos milhares que circulam). A sério!

Colegas,

Suponho que todos se sintam sensibilizados por sentirem que, no passado Sábado, fizeram parte de "algo maior", que fizeram parte da história…

Pois na história, por maior e mais significativa que tenha sido a manifestação, é onde todos e cada um dos 120 000 irá ficar se, chegados às escolas, nada fizerem para mudar as coisas.

Sei que muitos se sentiram desiludidos com as consequências práticas da primeira manifestação e que muitos temem a repetição do mesmo com esta segunda manifestação. Alguns sentem-se desiludidos, ou mesmo ultrajados, com as declarações da Sr.ª ministra da Educação na televisão…Seremos assim tão ingénuos que estávamos à espera que ela viesse às televisões pedir desculpa, dizer que se tinha enganado e que se iria empenhar, connosco, no combate aos verdadeiros males do nosso ensino?! Não me façam rir!

Porque não há-de a ministra se sentir segura, se ela sabe que 90% dos professores que aos Sábados vêm gritar para as ruas chegam às escolas, na segunda-feira seguinte, e continuam a colaborar na política das aparências…

Ela conta com o nosso medo, conta com a nossa inércia, conta com o nosso "seguidismo"…Não lhe interessa resolver nada do que está mal, interessa-lhe apenas a nossa colaboração. E ela sabe que a está a ter em centenas de escolas, as mesmas de onde vieram muitos dos 120 000. A esse medo chama-se CONIVÊNCIA!

Sejamos honestos! Em causa não está a avaliação, mas TUDO o resto. Toda a política da aparência que está a conduzir o sistema de ensino público português para o mesmo caminho que o nosso famigerado sistema nacional de saúde.

Quem, de entre nós, tendo um pouco de dinheiro, não prefere recorrer a uma clínica privada do que perder horas num centro de saúde ou num hospital público?! Pois o mesmo irá acontecer ao sistema de ensino público português, caso não nos revoltemos contra esta política que, perante as dificuldades, cede.

No futuro, e o futuro é daqui a dois ou três anos, no sistema de ensino público ficarão apenas os que forem incapazes de fugir para o privado: professores e alunos.

Os meninos estão a ter maus resultados a Matemática? Não faz mal, baixa-se o nível de exigência dos exames. Os meninos ficam retidos no final do ano? Não faz mal, inventam-se dezenas de "planos" e de "justificações" e o pessoal, só para não ter que preencher a papelada, continua a "engolir sapos" e a passar os meninos todos no final de cada ano.

É necessário passar a imagem, para a opinião pública, que o governo está muito preocupado com os problemas do ensino? Inventa-se uma "avaliação burocrática de docentes" e a malta colabora, com medo, e vamos para casa todos contentes com o "Bom"…

O sistema público de ensino está a ruir a cada ano e em vez de enfrentarmos os problemas de frente e assumir o que está mal, incluindo o que está errado dentro da classe docente, continuamos a colaborar com o "sistema"…Ou seja, o "Titanic" afunda-se, mas nós continuamos a dançar ao som da orquestra…
Pois bem, se houver alguém que acredite que este sistema de avaliação vai melhorar o nosso sistema de ensino, que entregue os objectivos pessoais.

Se houver alguém que acredita que os professores que se esforçam, que sempre se esforçaram, vão ser "premiados", que entregue os objectivos pessoais.

Se alguém acredita que os nossos colegas que sempre fizeram do ensino a sua "segunda profissão" e se gabam de usar indiscriminadamente os 102 irão ser penalizados, que entregue os objectivos pessoais.

Se alguém acredita que este processo nos irá ajudar a melhorar os nossos métodos de ensino e a ser melhores professores, que entregue os objectivos pessoais.

Se alguém acredita que este processo irá permitir detectar os nossos erros e corrigi-los, beneficiando indirectamente os nossos alunos, que entregue os objectivos pessoais.
Mas NÃO ENTREGUEM OS OBJECTIVOS POR MEDO! Não cedam à chantagem do medo e às ameaças da ministra. Todos temos muito a perder, mas há coisas que não têm preço…Uma delas é a nossa dignidade profissional.

Nós somos professores e, na nossa profissão, todos os dias somos confrontados com ameaças directas à nossa autoridade. Quando não temos mais argumentos para convencer os nossos alunos pela razão, o que é que fazemos?! Ameaçamos! É a última arma que resta, quando faltam mais argumentos…Sabemos bem como é!

Pois bem, temos uma ministra que, há muito, desistiu de nos convencer pela razão, pois nós bem sabemos da hipocrisia desta pseudo-avaliação. Que lhe resta? A ameaça…Como não pode mandar os professores para a "rua" com uma falta disciplinar, ameaça-nos com a não progressão na carreira. E nós? Nós, pelos vistos, cedemos com um sorriso nos lábios…
Seremos assim tão ingénuos que pensamos que, se alinharmos no "esquema" e entregarmos os objectivos, nada nos irá acontecer?!

Seremos tão ingénuos ao ponto de pensar que, se alinharmos com o "sistema", o nosso emprego estará assegurado para sempre?

Será que as pessoas não compreenderam que os tempos mudaram e que já não há certezas no que toca a um emprego para toda a vida, nem mesmo para quem trabalha para o Estado?

ACORDEM e olhem à vossa volta…Estamos a entrar numa das piores crises financeiras que o mundo ocidental já conheceu… Alguém acredita que o seu emprego estará seguro indefinidamente só por não contrariar o "chefe"?! Os tempos mudaram e não voltam atrás, nem mesmo para quem é funcionário público.


A escola de Silves está cheia de pessoas normais, não de super-heróis. As pessoas que estão a boicotar a avaliação na minha escola são pessoas honestas e cumpridoras da lei. Pagam impostos e não têm cadastro criminal. Não são loucas, nem irresponsáveis e, por isso, também têm medo.

Estão habituadas a ensinar aos seus alunos e filhos a cumprir as leis. Mas sabem que antes de qualquer lei, está a lealdade e a rectidão perante as nossas mais profundas convicções.

Os professores de Silves também têm medo das repercussões que este acto de resistência pode ter nas suas carreiras, sobretudo os corajosos avaliadores que arriscam, talvez, um processo disciplinar. De onde lhes vem a coragem? De saber que pior que ter medo de não cumprir esta avaliação, é o medo de olharmos para o espelho e termos vergonha de não termos defendido a nossa dignidade profissional e os nossos alunos.

É disso que se trata, de defender a dignidade do nosso sistema de ensino. É daí que nos vem a força, das nossas convicções…Como poderíamos olhar de frente, olhos nos olhos, os nossos alunos se cedêssemos na luta pelos nossos ideais?

A ministra ameaça-nos como "meninos mal comportados" e nós claudicamos? Em Silves, não!
Não sigam o exemplo dos professores do Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues de Silves, sigam a vossa consciência. E se, perante ela, se sentirem bem em entregar os objectivos pessoais, entreguem-nos!

Nós, perante o medo, continuamos a RESISTIR! E desde que o começámos a fazer que dormimos melhor e que temos um outro sorriso…Estamos bem com a nossa consciência e isso não tem preço.

Desde que resisto, que sou MAIS FELIZ! Os meus alunos agradecem…

Pedro Nuno Teixeira Santos, BI 10081573, professor QZP do grupo 230 no Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues (Silves)

(NOTA: se alguém me quiser instaurar um processo disciplinar na sequência deste texto, agradeço o envio de um e-mail e eu envio na resposta, e com agrado, o resto dos meus dados pessoais)


Para quem não viu a ministra no dia 8 Nov na RTP1

Encontro Nacional de Escolas - 6 de Dezembro



Está em preparação um Encontro Nacional de Escolas em Luta ,
a realizar no dia 6 de Dezembro , em local e hora a designar.


Esta deliberação saiu da manifestação de Professores realizada ontem, 15 de Novembro, e que ultrapassou todas as expectativas.

Pretendemos que em cada escola sejam escolhidos dois representantes para estarem presentes nesse Encontro Nacional.


O tempo é curto, temos de começar a trabalhar já amanhã!


Os movimentos de professores estarão totalmente empenhados nessa dinâmica e solicitam a ajuda de todos aqueles que na blogosfera e nas escolas, se têm destacado neste processo de luta.


Movimento Professores Revoltados Integra a A.P.E.D.E. desde a sua formação.

sábado, 15 de novembro de 2008

Crónica do RAP na Visão




Opinião

A justiça é cega (antes fosse muda)

A pena suspensa é a versão judicial daqueles pais que dizem: «Carlos Miguel, da próxima vez que fizeres isso levas umas palmadas», e depois continuam a repetir a mesma ameaça sempre que o Carlos Miguel pratica tropelia igual à primeira(...)

O julgamento de Fátima Felgueiras veio provar que, em Portugal, os cidadãos devem ter confiança na Justiça. Sobretudo os cidadãos como Fátima Felgueiras. Em princípio, não há nada que os apanhe. Ainda assim, a sentença é um monumental enxovalho para a ré, e ridiculariza, de modo bastante cruel, a sua conduta. Como? No acórdão, o juiz demonstra a Fátima Felgueiras que estava errada: não valia a pena ter fugido para o Brasil. Foi dinheiro que a presidente da Câmara desbaratou. Ainda por cima, Fátima Felgueiras terá usado, na fuga, dinheiro que, de facto, lhe pertencia, para variar – o que é refrescante. Hoje, não restam dúvidas de que se tratou de uma medida insensata. Em vez de procurar um exílio de cerca de dois anos no Brasil, Fátima Felgueiras poderia ter continuado tranquilamente na sua terra, a presidir à autarquia que dirige. O máximo que lhe acontecia era uma pena suspensa. Não faz sentido andar a fugir por causa de crimes que não são punidos com pena efectiva. E é uma vergonha que políticos que ocupam cargos de alguma relevância desconheçam a lei a este ponto. O estudo das leis permite ao autarca consciente e responsável praticar apenas os crimes que não dão cadeia, e evita fugas tão trabalhosas como desnecessárias.

Na verdade, a pena suspensa é a versão judicial daqueles pais que dizem: «Carlos Miguel, da próxima vez que fizeres isso levas uma palmada», e depois continuam a repetir a mesma ameaça sempre que o Carlos Miguel pratica tropelia igual à primeira, ou pior. O Carlos Miguel, que não é parvo, sabe perfeitamente que aquela palmada está suspensa para sempre. E o mais provável é que, quando crescer, o Carlos Miguel faça carreira como autarca. Dos bons.

Para sermos rigorosos, a sentença que puniu Fátima Felgueiras está, toda ela, suspensa. É certo que são três anos e três meses de pena suspensa e perda do mandato de presidente. No entanto, esta última pena, sendo efectiva, acaba por estar também suspensa. Enquanto Fátima Felgueiras recorre e o tribunal aprecia o recurso, o presente mandato chega ao fim. Quando o tribunal decidir, o próximo mandato (que Fátima Felgueiras obterá, de certeza, e com maioria absoluta, nas próximas eleições) também terá terminado.

Parece claro que a razão pela qual não existe pena de morte em Portugal não tem a ver com pruridos morais, mas com problemas jurídicos. No nosso país, crimes graves podem ser punidos com pena suspensa. Seria uma questão de tempo até um tribunal português decretar uma sentença de condenação à morte por injecção letal suspensa. Nós não abolimos a pena de morte por amor à dignidade do ser humano. Foi por medo do ridículo.

Um sambinha, para desenjoar

15 NOVEMBRO EM LISBOA - 14h00 - Marquês de Pombal

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

LEVARAM OS MAGALHAES


Viram, certamente, ontem (12 Novembro) o Senhor Primeiro Ministro na escola do Freixo, em Ponte-Lima, em mais uma acção de venda directa.

Surpresa... No fim da apresentação e do show televisivo, levaram embora os Magalhães!

Aos meninos disseram que era porque tinham pouca bateria, voltarão... um dia.

PEDIDO DE UMA COLEGA



PEDIDO DE UMA COLEGA AOS 119.999 PROFESSORES QUE ESTIVERAM PRESENTES NA MANIFESTAÇÃO DE 8 DE NOVEMBRO


Caros Colegas!
Ontem foi um Dia Memorável na História da Educação em Portugal. Também o foi no passado recente, dia 8 de Março.
Memorável pelos ideais com que nos debatemos,memorável pelo determinismo, empenho e dedicação que temos vindo a abraçar. Memorável pelo número que somos, supra partidário, supra sindical. A limite, memorável pelo que todos, a uma só voz, clamamos:
__um Modelo de Avaliação que promova efectiva qualidade do Ensino e da Educação;
__que promova a Dignificação da Actividade Docente;
__que lute contra a degradação do Ensino e a destruição da Escola Pública;
__que promova e assegure uma geração vindoura de Homens Livres, Autónomos e Responsáveis.
Contudo, Colegas, a História não é feita apenas de dois dias, sobretudo quando dirigida por mentes empobrecidas, autistas, absolutistas e desprovidas do verdadeiro significado do que é Servir um Povo, uma Nação.
Por isso, Colegas, a nossa caminhada não terminou ainda.
A escalada que percorremos Ontem, devemos continuá-la Amanhã, nas Nossas Escolas, em cada uma delas, por cada UM de nós, e também por todos os nossos outros Colegas que, querendo vir à manifestação, não puderam estar presentes fisicamente, pois em alma , sabemo-lo bem que estavam.
Assim,
Apelo a Todos para nos comprometermos com a decisão de suspendermos a Avaliação de Desempenho e que recusemos concretizar qualquer actividade que conduza à instalação ou desenvolvimento do modelo imposto pelo Ministério da Educação.
Foi isso que nos Uniu Ontem e nos Unirá Amanhã.
Não temeremos.
Em vez disso, unamos os nossos esforços e vontades e devolvamos às Escolas alegria, empenho, dedicação, solidariedade e cooperação, em vias de extinção e sufocadas por este modelo de avaliação que cegamente a equipa ministerial tenta impôr.
Se queremos uma Sociedade Autónoma Livre e Responsável, Sê-lo-emos nós, em primeiro lugar, pelo Exemplo.
(Peço aos Colegas que receberem este mail, o enviem a outros Colegas nossos. Obrigada)
Célia Tomás, Professora de Filosofia da Escola Secundária de Odivelas

SÓ ASSIM É POSSIVEL



ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA AO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ME

1. A falta de um acompanhamento sindical de proximidade e a ausência de orientações claras sobre o que fazer e como fazer podem conduzir a campanha da não participação neste modelo de avaliação ao mesmo resultado que teve a campanha da não participação nos Conselhos Gerais Transitórios.

2. Depois de 120 mil professores se terem manifestado para exigir a suspensão do modelo de avaliação imposto pelo ME, faz pouco sentido continuarem os mesmos professores a aprovar moções, nas suas escolas, pedindo a suspensão da avaliação, a quem responde todos os dias que o processo é para continuar, custe o que custar.

3. Na Resolução aprovada no final dessa Manifestação ficou bem claro que a continuação da luta passa, agora, pela não participação em qualquer actividade relacionada com a aplicação desse modelo.

4. O caminho mais fácil para atingir esse objectivo seria a suspensão do processo pelos Conselhos Executivos, o que não acontecerá, porque a esmagadora maioria dos Presidentes, mesmo os de esquerda, têm medo das consequências disciplinares desse acto, não arriscando perder um cargo que, ainda por cima, sendo aplicado este modelo, lhes dará novos e maiores poderes.

5. Assim sendo, só resta aos professores, através de gestos individuais combinados colectivamente, rejeitar o sistema não participando nele.

6. Estão já em curso duas actividades decisivas para a implantação do modelo: a entrega dos objectivos individuais e as aulas assistidas.

7. O movimento para a não entrega dos objectivos individuais pode ser desencadeado, de uma forma simples e rápida, a partir de um abaixo-assinado, em que os subscritores declaram publicamente essa intenção e os motivos que a justificam, sendo fundamental para o êxito desta estratégia a adesão da maioria dos professores de cada escola.

8. Não será tão simples o boicote às aulas assistidas, na medida em que, em muitos casos, a única forma possível de o fazer seria faltando, ao abrigo da lei da greve.

9. Para isso, seria necessário que alguns ou todos os sindicatos decretassem greve até ao final do 1º período, proporcionando aos professores a possibilidade de usarem esse direito sempre que tiverem aulas assistidas.

10. Sendo todas estas metodologias de acção tão necessárias como polémicas, é de toda a conveniência e urgência que os professores discutam estas questões e façam chegar o seu acordo ou desacordo às direcções sindicais, o mais depressa possível, tendo em conta que nalgumas escolas já terminaram os prazos de entrega dos objectivos e começaram as aulas assistidas.


Carta Aberta do Sindicato dos Inspectores da Educação


Carta Aberta do
Sindicato dos Inspectores da Educação e do Ensino ao
Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação

Senhor Secretário de Estado


Não pode deixar de nos preocupar – enquanto inspectores da carreira técnica superior de inspecção da educação – a notícia inserta na página 9 do "Público" de hoje, 11 de Novembro, com o título "Governo não avança para já com processos disciplinares a quem recusar avaliação" – a serem autênticas as declarações que a agência "Lusa" lhe atribui, Senhor Secretário de Estado, e que o jornal transcreve. "O ministério da Educação não fará nada para aplicar esses processos [disciplinares] neste momento", terá dito o Senhor. Mesmo que tenha dito apenas isto, é óbvio que o Senhor Secretário de Estado já disse demais. Ao dizê-lo, faz recair sobre os docentes, ao mesmo tempo, uma ameaça e uma chantagem – e infecta com um acriterioso critério de oportunidade um eventual desencadeamento da acção disciplinar. Como se lhes dissesse: «"neste momento" ainda não vos posso apanhar, mas não esperam pela demora...». Por que é que "neste momento" o Ministério não fará nada?... Porque entende que "neste momento" a acção não é oportuna. E pode a tutela reger-se, nesta matéria, por critérios de oportunidade?... A resposta é: sim, pode. E quais são eles? Bem, as coisas aqui complicam-se, porque a resposta fica eivada de uma fortíssima carga subjectiva, uma vez que, nesta matéria, não estão taxativamente definidos limites que impeçam um elevado grau de discricionariedade. Digamos que, no essencial, mais do que por condicionantes legais, são as condicionantes éticas que devem filtrar a oportunidade do recurso a critérios de oportunidade. E é neste domínio que devem ser apreciadas as suas declarações, Senhor Secretário de Estado. Mesmo na hipótese de comportamentos de docentes poderem configurar infracção dolosa da lei – nada impede que, por critérios de oportunidade ou outros, se decida não agir disciplinarmente sobre eles, agora ou em qualquer altura. A própria lei consagra essa possibilidade. Mas para tal os critérios têm de ser transparentes e publicitáveis, sob pena de – no caso ora em apreço – a oportunidade servir de biombo ao oportunismo e a discricionariedade servir para esconder a arbitrariedade. Em rigor, não estando nós dentro da sua cabeça, não sabemos por que é que o Senhor Secretário de Estado entende que este não é "o momento", mas algo nos diz que este seu juízo de valor se relaciona com o facto de no passado dia 8 terem estado na rua 120.000 professores em protesto contra o Ministério da Educação…Por outro lado, quando e se "o momento" surgir, quem vai fazer o quê? Vão os Senhores Presidentes dos Conselhos Executivos, ou os Senhores Directores Regionais da Educação, ou a Senhora Ministra da Educação, instaurar processos disciplinares às centenas ou aos milhares?... Vamos nós, os Inspectores da Inspecção-Geral da Educação, instruir processos disciplinares às centenas ou aos milhares?... Isto é: vamos tentar resolver(!) pela via da acção disciplinar problemas que possuem a sua raiz claramente fora dela – correndo o risco de instrumentalizar e governamentalizar a Inspecção, sem honra nem glória para nenhuma das partes implicadas e, no limite, com prejuízos para todas elas? Não se pode pedir aos Inspectores da Inspecção-Geral da Educação que retirem do lume as castanhas que outros lá colocaram. Basta de alimentar fantasmas que Professores e Inspectores, e mesmo algumas tutelas, há muito lutam para que desapareçam, particularmente desde o 25 de Abril de 1974! O Senhor Secretário de Estado provavelmente desconhece – e para que o conhecesse bastava que lesse Camões – que uma lei não é justa porque é lei, mas porque é justa, e que o que há de mais permanente na lei é a sua permanente mudança, e que mesmo esta já não muda como "soía", e que, se assim não fosse, o Código do saudoso Hamurabi continuaria em vigor; o Senhor Secretário de Estado, se alguma vez o soube, esqueceu tudo o que leu do sempre presente Henry David Thoreau e da sua "desobediência civil" O que há de doloroso em tudo isto – e ainda mais num Ministério da Educação – é que, no fundo, estamos confrontados com um problema de cultura, ou de falta dela. Perante isto, os critérios de oportunidade, ou as suas declarações, Senhor Secretário de Estado, ou a potencial instrumentalização e governamentalização da Inspecção – tornam-se, a prazo, questões irrelevantes. Mas temos também a obrigação de, no imediato, sabermos lidar com a circunstância, e de compreendermos a gravidade que ela assume. Não questionando a legitimidade dos governos no quadro do Estado de direito democrático, a verdade é que, exactamente por esse quadro, as Inspecções da Educação são inspecções do Estado e não do governo, e não podem deixar de funcionar sob o registo de autonomia legalmente consagrado. Citando aquele que foi o primeiro Inspector-Geral (da então Inspecção-Geral do Ensino), "a Inspecção, isto é, cada Inspector, está condenada/o a ser a consciência crítica do sistema". Entre nós, Inspectores de todas as inspecções da educação, costumamos dizer que, não raramente, andamos "de mal com os homens por amor d'el-rei e de mal com el-rei por amor dos homens". Uma exigência, Senhor Secretário de Estado: os Inspectores da educação querem ser parte da solução, não querem ser parte do problema. O Senhor Secretário de Estado e o Ministério da Educação – o que é que querem?...

Pel'A Direcção do S.I.E.E.
José Calçada
(Presidente)

Porto, Novembro, 11, 2008


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Os amigos de Sócrates (clientelismos)


Os irmãos Sa Couto quem são? Donos da empresa que fabrica o Magalhães, os tais que devem milhões ao fisco ?
Sim os dos tais computadores a quem o governo fez grandes campanhas promocionais em que foram protagonistas, para vendas quer para Portugal quer para a Venezuela, Argentina, etc?
Sim, que até incluiu a presença de muitos ministros nas escolas a fazerem a distribuição. E que depois de a imprensa falar sobre as dividas fiscais vieram a dizer que não tinham nenhum contrato com a JP Sa Couto?
Sim, quem serão os beneficiários do grande contrato de venda de milhares de computadores Magalhães sem concurso público?
E que afinal não é português, mas sim Yanquee (Intel) fabricado na China e montado em Vila do Conde?
Os irmãos Sa Couto são apenas os controleiros da secção do PS da Póvoa de Varzim...e grandes benfeitores da secção.

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA, NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR; A BEM DA NAÇÃO CHAMA-SE ANTÓNIO JOSÉ MORAIS E É ENGENHEIRO A SÉRIO; DAQUELES RECONHECIDOS PELA ORDEM (não é uma espécie de Engenheiro, como diriam os Gatos….).

O António José Morais é primo em primeiro grau da Dra. Edite Estrela.

É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o Dr. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.

Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta. Trabalhou para outras empresas entre as quais a HIDRO-PROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair.

Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã onde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng. Sócrates.

Daí nasce uma amizade.

É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Dr.ª Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista.

E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.

À ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar o grau de licenciatura.

Assim o Eng. Morais, já professor do prestigiado ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno - José Sócrates Pinto de Sousa, bacharel.

O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiúde às aulas e, naturalmente, foi convidado a sair daquela docência.

Homem de grande espírito de iniciativa, rapidamente, se colocou na Universidade Independente.

Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na política e na governação seguiu-o......" porque era a escola, mais perto do ISEL que encontrou ".

E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamento ao Ministério que tutela o ensino superior.

Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER-MEGA PROFESSOR, que com o sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.

E ASSIM FOI:

O amigo Vara, também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.

O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara. (lembram - se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio), o que levou ao corte de relações do Dr. Vara com o Dr. Sampaio - consta até que o Dr. Vara nutre pelo ex-Presidente um ódio de estimação.

O Eng. Guterres farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, íntegro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego. Segue-se o Dr. Durão Barroso e o Dr. Santana Lopes que não se distinguem em praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates..... Que GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA. Eis que, amigo do seu amigo é e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras.

E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.

O Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.

E como a paixão obnubila a mente e trai a razão nomeia a "brasuca " Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava. Daí a ser publicado no " 24 HORAS" foi um ápice.

E assim foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.

TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES E NÃO SE ESQUEÇAM: EM 2009 CONTINUEM A VOTAR NELES!!!

Resposta à entrevista da ME, via DREL, etc..

"Irritei-me, francamente, com a Sra Ministra da Educação ontem.
Não tenho filiação partidária ou sindical, orgulho-me de pensar que tenho maturidade sufiente para não me deixar manietar por forças políticas ou sindicais. Apenas me tenho deixado pressionar pelas exigências constantes, desproporcionais do ME.
Sei de escolas que pararam o processo de avaliação e a Sra ME desconhece o facto
A sra ME declarou, com todos os dentes que tem, que só pretende "duas folhinhas de objectivos!!!!!!!!!!!!
Achei DEMAIS.
Por isso escrevi este doc, que vos envio e proponho:
1º que todos nós elaboremos/melhoremos este doc e individulmente o mandemos à DREL/DREC/DREN, com conhecimento à ME, através das respectivas escolas ou directamente. Assim talvez ela passe a ter conhecimento do que se passa nas escolas;
2. que se convoquem imediatamente RGPs para reflectir sobre as entrevistas da ME e tomar posição quanto à avaliação. Para além de representar a nossa sanidade mental, é um acto de solidariedade para com os que já pararam a avaliação e o único modo de responder à ME e de salvar o ano lectivo."
Exma. Senhora
Directora Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo

Maria Leonor Teixeira da Costa Lopes Varela, Professora Titular do Quadro de Escola da Escola Secundária de Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa, grupo 330, nomeada avaliadora, por delegação de competências, perante os esclarecimentos ontem dados pela Senhora Ministra da Educação, ao Canal "SIC Notícias", sobre a avaliação de Professores, vem solicitar informações sobre os seguintes pontos:

1. Enquanto avaliadora

A requerente tem sete avaliandos, distribuídos por dois grupos de docência. Já todos entregaram os respectivos anuais. Se os Professores têm apenas que entregar "duas folhinhas com os objectivos", como qualquer funcionário de uma qualquer empresa, pretende a requerente saber se deverá suspender todas as actividades subsequentes, nomeadamente:

As sete reuniões com os sete avaliandos, para discussão dos objectivos individuais com o Conselho Executivo;

    1. A marcação das sete observações de aula previstas para o primeiro período;
    2. A marcação das sete reuniões para análise e discussão dos respectivos planos de aula.
    3. A análise crítica dos sete planos de aula para verificação sobre se enformam o espírito de:

· O Projecto Educativo;

· O Plano Anual de Actividades;

· Os programas das respectivas disciplinas e níveis de escolaridade (em média dois por avaliando, alguns dos quais a requerente nunca leccionou, o que perfaz, em média 14 conteúdos programáticos diferentes);

· A Planificação Anual das respectivas disciplinas e níveis;

· A Planificação Trimestral das respectivas disciplinas e níveis;

· A Planificação das Unidades didácticas das respectivas disciplinas e níveis;

    1. A marcação das sete reuniões subsequentes, para discussão dos resultados da observação das respectivas aulas.

  1. Enquanto avaliada

A requerente já discutiu os seus Objectivos individuais com

· A Avaliadora

· A Avaliadora e o Conselho Executivo.

·

Deverá, agora, suspender:

· A elaboração escrita entrega do Plano de Aula assistida?

· A entrega do mesmo?

· A assistência da aula?

· A elaboração do Portfólio de onde constam:

1. O Projecto Educativo da escola;

2. O Plano Anual de Actividades;

3. Os programas das disciplinas e níveis que lecciona:

4. A Planificação Anual das disciplinas e níveis que lecciona;

5. A Planificação Trimestral das disciplinas e níveis que lecciona;

6. A Planificação das Unidades didácticas das disciplinas e níveis que lecciona;

7. As grelhas de avaliação por que vai ser avaliada;

8. A redacção da reflexão crítica de todas as aulas que deu até ao momento;

9. A redacção da reflexão crítica de todas as leituras que fez até ao momento,

10. A análise dos resultados anteriores dos alunos, para verificação do cumprimento da taxa final de sucesso escolar.

11. Não constam as taxas de abandono escolar, por terem sido consideradas desprezíveis nesta Escola?

· Obviamente, a reunião marcada para discussão da observação da aula assistida?

Mais se solicitam esclarecimentos sobre

  1. Se esta suspensão tem efeitos apenas para o presente período lectivo ou para todo o ano;
  2. A verificar-se ao longo do ano, como deverá a requerente proceder
    1. À avaliação dos sete avaliandos;
    2. Á sua própria avaliação.

Com os melhores cumprimentos,


PARABENS ISILDA - PCE ODIVELAS




GRANDE MULHER
Esta é daquelas posições do tipo meia volta e força, que ainda me faz ter esperança na sanidade mental de algumas das pessoas envolvidas neste disparate pegado
in A Educação do meu Umbigo


domingo, 9 de novembro de 2008

IMAGENS DO DIA 8 DE NOVEMBRO





1573 escolas com avaliação suspensa


Quase 1600 escolas em luta, em dezenas de vilas e cidades


Clica aqui para aceder ao link do mapa, organizado pelo colega João Oliveira, e fica a saber como acrescentar escolas.

O colega Rui Sousa fez a contabilidade e o Blog do Paulo Guinote publicou. São 1573 escolas. Dados obtidos até ao final do dia 6 de Novembro.

Vê a lista completa de escolas.
Publicada por Movimento Escola Pública

Estaremos Presentes



PLENÁRIO GERAL DE PROFESSORES DO DISTRITO DE BRAGA

3ªF, 11 de Novembro 2008 – 21h15

Escola Secundária Alberto Sampaio - Braga

Colegas, fruto do momento actual vivido por nós nas escolas exige-se:

do Governo a revogação do Estatuto da Carreira Docente, da Avaliação de Desempenho, do modelo de Gestão das Escolas e do novo modelo de concurso;

dos nossos colegas dirigentes sindicais que interpretem e compreendam as proporções da mobilização espontânea das últimas semanas e rompam com o "Memorando de Entendimento" com o ME e protagonizem novas formas de luta, intensas, que forcem o Governo nas questões apontadas no ponto anterior;

de todos os colegas que continuem perseverantes e mobilizados, que façam o balanço das últimas acções e potenciem as novas formas de actuação, necessárias dentro em breve, a fim de repor a dignidade e rigor profissional.

Assim, convocamos todos os colegas do distrito de Braga a comparecerem num plenário geral na próxima 3ª Feira, dia 11 de Novembro, pelas 21h15, na Escola Secundária Alberto Sampaio - Braga.

Professores que subscrevem a convocatória do plenário:

Fátima Gomes (ES Barcelos); Daniel Martins (ES Póvoa de Lanhoso); Artur Gonçalves (Agrup. Esc. Palmeira); Carla Amorim (ES Carlos Amarante - Braga); Manuel Monteiro (EB 2,3 Prado); Teresa Ramos (EB 2,3 Manhente); Rosa Rodrigues (EB 2,3 André Soares – Braga); Vasco Carneiro (ES Martins Sarmento – Guimarães); António Novais (EB 2,3 Refojos de Basto); Maria Santos Ferreira (EB 2,3/S Vieira de Araújo – Vieira do Minho); Manuela Sardinha, Carla Ribeiro, Regina Alves, Maria Helena Vilas (ES D.Maria II – Braga); Cristina Vasconcelos (ES Póvoa Lanhoso).