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quinta-feira, 30 de abril de 2009

BE pede esclarecimentos sobre “caso” de imagens de crianças em tempo de antena do PS




"Ministério da Educação inquirido
BE pede esclarecimentos sobre “caso” de imagens de crianças em tempo de antena do PS
29.04.2009 - 16h58 PÚBLICO/Lusa
O Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Educação sobre se vai instaurar um inquérito para apurar responsabilidades no caso da utilização de crianças, alegadamente sem autorização, num tempo de antena do PS. Uma situação que o BE classifica de “muitíssimo grave”.

Em causa está um vídeo incluído num tempo de antena do PS, transmitido no passado dia 22, com crianças de uma escola do primeiro ciclo de Castelo de Vide a elogiar o computador Magalhães.

Questionado pelo PÚBLICO, o Ministério da Educação afirmou ainda não ter recebido a pergunta do BE. “Responderemos ao Bloco de Esquerda directamente e não através da comunicação social”, disse o gabinete da ministra, recusando adiantar se independentemente da acção do BE tencionava abrir um inquérito.

De acordo com a imprensa de hoje, os pais foram contactados pelo Ministério da Educação para autorizar a realização de filmagens sobre o Magalhães, mas as imagens acabaram por ser utilizadas no tempo de antena socialista.

No vídeo, com o símbolo do PS no canto superior direito, as crianças aparecem a utilizar o computador e ouvem-se frases como "O meu melhor amigo é o Magalhães" ou "gosto dele porque aprendo coisas giras".

"Esta recolha de imagens e depoimentos das crianças não se destinou a uma missão pública, mas sim para propaganda política", critica o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda (BE).

Em declarações à Lusa, fonte do gabinete de imprensa do PS garantiu que "a recolha de imagens, devidamente autorizada e acompanhada pela direcção da escola em causa, foi precedida do devido pré-aviso público quanto aos fins a que se destinava" e que "todos os depoimentos foram autorizados pelos próprios, quando adultos, ou pelos respectivos encarregados de educação".

O Bloco entregou, entretanto, uma pergunta no Parlamento, questionando o Ministério da Educação sobre se vai lançar um inquérito interno para "apurar os factos e as responsabilidades" deste caso, nomeadamente "se algum funcionário ou assessor do ministério usou o nome e dos bens públicos do Estado", o que deve acontecer "o mais rapidamente possível".

Os bloquistas exigem ainda saber se o ministério de Maria de Lurdes Rodrigues vai actuar disciplinarmente sobre os responsáveis.

Para o BE, "não é aceitável" que em época de pré-campanha eleitoral"o Ministério da Educação utilize os testemunhos e as vozes de crianças, passando por cima da autorização dos pais, para a campanha política".

"Um governo que vem sempre dizer que a lei tem de ser cumprida no que toca à avaliação dos professores, é bom que também cumpra a lei neste caso e que as responsabilidades sejam apuradas o mais rapidamente possível", defendeu Ana Drago."




sexta-feira, 27 de março de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

ALFISINA - Misto de "Empresa na Hora" e "Magalhães"


O risco de contrair Alfisina é altíssimo e garantido, caso crie uma oficina mecânica e compre um Ma(n)galhães para o puto. E o puto, quando crescer, se tiver o azar de abrir uma oficina mecânica, apanha logo essa porra. E de pois só fazem m*rda.

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Temem-se outras variantes, principalmente na área da política.

sábado, 7 de março de 2009

O festival de asneiras do "Magalhães"




O festival de asneiras do "Magalhães"
Há frases mal construídas, outras que começam na segunda pessoa do singular e continuam na terceira (tratam o leitor por tu e por você), expressões absurdas e frases que simplesmente não fazem sentido.

Ortografia, sintaxe e gramática - nas instruções dos jogos do computador portátil Magalhães nada resiste às inovações do "magalhanês". Há palavras repetidamente mal escritas, outras inventadas, verbos mal conjugados, vírgulas semeadas onde calha, acentos que aparecem onde não devem e não estão onde deviam.
Há frases mal construídas, outras que começam na segunda pessoa do singular e continuam na terceira (tratam o leitor por tu e por você), expressões absurdas e frases que simplesmente não fazem sentido.
Nalguns casos, as instruções que deviam ajudar a utilizar os jogos complicam de tal maneira que não há quem perceba o que está em causa.
Lê-se e não se acredita. "Neste processador podes escrever o texto que quiseres, gravar-lo e continuar-lo mais tarde", lê-se nas instruções do processador de texto - isso mesmo: "gravar-lo e continuar-lo". "Dirije o guindaste e copía o modelo", explicam as intruções de um puzzle - assim: "dirije" com "j" e "copía" com acento no "i". "Quando acabas-te, carrega no botão OK" - "acabas-te", em vez de "acabaste".




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o resto no Expresso

mais aqui


Ao que se sabe, parece que foi um emigrante português, que residia desde os 10 anos em França e que, com apenas a 4ºa classe, é o responsável pela tradução. Insólito, mas verdadeiro.


Algum familiar ou amigalhaço, que precisava de umas coroas, coitado.


Digo eu.

quarta-feira, 4 de março de 2009

A "pen" de reposição ou ...O QUE VAI ACONTECER quand o os meninos tiverem Magalhães...

Colegas devem divulgar aos pais dos vossos alunos porque todos os problemas que aparecerem teremos que os resolver.


A "pen" de reposição
por Alberto Machado


Parece que os "Magalhães" começaram a chegar, finalmente, a algumas escolas e, logo para começar, vi-me confrontado com um problema que, como se verá, era de difícil solução. Direi mesmo, de muito difícil solução. Assim:


Hoje veio ter comigo à escola sede do agrupamento de escolas onde trabalho - Alfragide) - um pai com um computador "Magalhães" na mão. Tratava-se, então, do seguinte:


1º - O pai tinha recebido o "Magalhães" no dia anterior (20/01/2009). Depois de o ter desempacotado, ligou-o, acedeu ao sistema operativo "Windows", viu que estava tudo em ordem, e entregou o computador à filha. Nos ensaios preliminares que efectuou, não chegou a activar a ligação à Internet.

2º - A filha, após experimentar alguns programas, resolveu introduzir a sua "pen" USB no computador. Ao fazê-lo acabou por constatar que a dita "pen" estava infectada com vírus. O anti-vírus AVAST, apesar de desactualizado denunciou a existência de vírus sem no entanto conseguir eliminá-lo, o que pode acontecer, e aconteceu neste caso. A última actualização do anti-vírus AVAST instalado naquele computador datava de Setembro do ano passado. Sem ligação à Internet, o anti-vírus permaneceu desactualizado, tendo a infecção da "pen" passado para o sistema operativo "Windows" do "Magalhães".

3º - Apercebendo-se da situação, o pai resolveu efectuar uma reposição do sistema. Pensou, e bem, que, não havendo ainda ficheiros de trabalho no computador, nada mais rápido e limpo do que fazer imediatamente uma reposição do sistema. Se bem pensou, melhor o fez.

4º - Após a reposição, verificou que lhe tinham desaparecido vários programas, entre os quais, a aplicação de "controlo parental". Isto significa que a "imagem" de reposição existente no "Magalhães", não corresponde à totalidade dos programas que, de fábrica, equipam o computador.

5º - Constatando isto, o pai ligou, uma primeira vez, para o telefone de assistência indicado nas "costas" dos "Magalhães". De lá ter-lhe-ão dito mais ou menos o seguinte: "Isso não constitui problema algum. O senhor vai à escola sede do agrupamento onde a sua filha estuda e contacta com o professor coordenador TIC, que tem uma "pen" capaz de lhe repor todo o "software" de forma a que o seu computador fique novamente como saiu de fábrica".

6º - O senhor dirigiu-se então à minha escola e pediu-me que lhe fizesse a reposição com a "pen" supostamente existente em meu poder.

7º - Ora acontece que o meu agrupamento nunca recebeu a mencionada "pen", nem eu alguma vez fui informado de que isso iria acontecer.

8º - Disse então ao pai da aluna que não tinha a tal "pen", mas prontifiquei-me a telefonar, na sua presença, para a linha de assistência que ele já havia utilizado. Ambos presumimos que estaríamos a falar para a JP Sá Couto, uma vez que foi a empresa a quem foi adjudicada a empreitada dos "Magalhães".

9º - Atenderam-nos em cerca de 3 minutos.

10º - Colocámos o telefone em "alta-voz", explicámos o problema e ouvimos as explicações com toda a atenção.

11º - Disseram-nos que, do Ministério, os tinham informado que os agrupamentos já teriam essas "pens" de reposição em seu poder. Disseram-nos também que não nos sabiam dizer nada sobre quando chegaria essa tal "pen" à minha escola, e "que isso já não era com eles". Ainda sugeri à senhora que nos atendeu que não voltasse a dizer aos pais que as ditas "pens" já se encontravam nos agrupamentos, e até que telefonasse para o Ministério. Mas, "isso já não é connosco" foi a resposta pronta.

12º - Passei então o telefone ao pai.

13º - O pai perguntou: "então, uma vez que a escola não recebeu a "pen", onde é que eu me posso dirigir para que me resolvam o problema?". Resposta da senhora: " O Sr vem cá à nossa empresa, nós repomos a imagem, e o senhor paga 15€". Nem o pai nem eu queríamos acreditar no que estávamos a ouvir. "Então", continuou o pai, "mas se o computador está na garantia, e se eu não tive culpa que a imagem de reposição que vem dentro do "Magalhães" não corresponda à sua configuração original, por que é que eu hei-de que pagar 15€?" Resposta: "A garantia só cobre "hardware" e não "software". Perguntou, então, o pai: " Ora, admitindo que eu aceito pagar os 15€, onde é que são as vossas instalações para que eu me possa lá dirigir?". Resposta da senhora: "no Porto". O pai, ainda: "mas não existem umas instalações da JP Sá Couto em Tires? Seria mais perto, facilitava-me". A isto, a senhora respondeu que "sim", que existiam umas instalações da JP Sá Couto em Lisboa, mas que, a assistência não era com a JP Sá Couto, mas sim com a "ATInformática", (que era afinal com quem, sem o supormos, tínhamos estado a falar desde o início). Explicou-nos então que a "empreitada" da assistência técnica ficou a cargo da ATInformática, que, embora ligada à JP Sá Couto, era uma outra empresa independente. O pai: "então e não há nenhum site de onde eu possa descarregar a imagem de reposição do Magalhães?". A ATInformática: "Não, porque a imagem tem 8Gb... etc. etc.".

14º - O pai, já desesperado, pediu à senhora que passasse a chamada a um seu supervisor. A conversa, basicamente, foi idêntica à que decorreu com a senhora, com a agravante de o senhor supervisor falar com maior arrogância, numa atitude que parecia querer colocar o pai sempre como o responsável pela situação, em oposição à sua empresa de assistência que, embora não conseguindo resolver nada, "pouca culpa teria" nesta matéria.

15º - Por fim o pai perguntou: "então se eu quiser devolver o "Magalhães", por estar insatisfeito com o produto e com a assistência, como e onde o poderei fazer? Afinal de contas, embora o pedido date de Setembro, só ontem é que o recebi. Estou, portanto, ainda dentro do prazo legal para, se me aprouver, devolver o produto por insatisfação, contra devolução do dinheiro". O senhor supervisor: "Não, não o poderá devolver. O "Magalhães" não pode ser devolvido".

16º - Resumindo, com este episódio fiquei a saber o seguinte:

a) O Ministério da Educação devia, a esta altura, ter feito chegar às escolas sede dos agrupamentos uma "pen" com a imagem (completa) do software do Magalhães, coisa que ainda não aconteceu, pelo menos na minha escola.

b) Que, quando a dita "pen" chegar, caberá aos Coordenadores TIC fazerem a devida assistência aos "Magalhães", repondo as imagens, sempre que lhe aparecerem "clientes" encaminhados pela empresa ATInformática.

c) Que a imagem de reposição que vem residente no "Magalhães" não corresponde, à sua configuração de fábrica.

d) Que o aviso de alerta que precede a reposição do sistema não refere que essa mesma reposição provocará a perda de alguns programas.

e) Que a factura que os pais recebem quando lhes é entregue o "Magalhães" tem no cabeçalho o nome de uma outra empresa ou entidade que não é, nem a JP Sá Couto, nem a ATInformática, nem o Ministério da Educação, mas si a "Youtsu, ACE".

f) Que, na factura de compra que os pais recebem, a descrição referente ao artigo adquirido, tem apenas o seguinte texto: "MagalhÃes" (sic, com o último "A" maiúsculo) e nada mais. Em parte alguma é referido de que artigo se trata (se de um livro, de uma "pen" de um jogo etc), e muito menos são referidas quaisquer características técnicas do material, como por exemplo a capacidade do disco rígido ou a capacidade da memória RAM.

g) Que os clientes insatisfeitos não poderão devolver os artigos adquiridos, mesmo que o façam dentro do prazo legal.

h) Que a garantia do "Magalhães" apenas cobre o "hardware" e não o "software", mesmo que a "culpa" não seja do cliente, como é o caso do que acontece após a reposição da imagem que vem no próprio "Magalhães".

i) Que existe uma razão para o facto de esta imagem de reposição não corresponder à configuração de fábrica do "Magalhães". Segundo nos explicou o supervisor da ATInformática, a curta capacidade do disco rígido do computador "Magalhães" torna impossível lá alojar uma imagem completa que reponha todo o sistema tal como o computador vem equipado de origem.

Acho que já chega... por ora. Mas vamos só no princípio.




Comentário

Outra negociata à maneira.

Outro belíssimo exemplo (dos já demasiados) de como não se devem fazer as coisas, de como meter sempre a carroça à frente dos bois.

domingo, 1 de março de 2009

Sócrates e a Matemática

José Sócrates, numa das suas múltiplas visitas a escolas, numa delas considerada escola-modelo onde foi distribuir uns computadores aos professores, resolve pôr um problema às criancinhas.


(Desta vez, parece que não houve casting prévio...)

- Meninos, tenho um problema para vocês resolverem. Quem acertar na solução
ganha um computador que eu ofereço!!!

Então, é assim:
Um avião saiu de Amesterdão com uma velocidade de 800 km/h; a pressão era de 1.004,5 milibares; a humidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4ºC. A tripulação era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 lugares para passageiros, a casa de banho estava ocupada e havia 5 hospedeiras, mas uma estava de folga.

A pergunta é... Quantos anos tenho eu?

Os alunos ficam assombrados.
O silêncio é total.
A professora fica estupefacta.
Então, o Joãozinho, lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto:

- 50 anos, senhor inginheiro!

José Sócrates surpreendido fita-o e diz:
- Caramba! Acertaste em cheio. Vou dar-te o computador! Eu tenho
mesmo 50 anos.

Mas como encontraste esse número?

E Joãozinho diz:
- Bem, foi muito fácil. Foi uma dedução lógica, porque eu tenho um primo que é meio parvo, e tem 25 anos...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Índia quer destronar 'Magalhães' com PC a 15 euros


Índia quer destronar 'Magalhães' com PC a 15 euros
A Índia prepara-se para lançar um computador portátil por um preço que não ultrapassará os 20 dólares (pouco mais de 15 euros).
Alexandre Coutinho



Nos próximos seis meses, a Índia vai comercializar um computador portátil para as escolas pelo preço de 20 dólares, revela o jornal "Financial Times", na sua edição de hoje.

O protótipo do portátil Sakshat será apresentado, amanhã, num evento sobre a Missão Nacional para a Educação, em Tirupati, no Estado indiano de Andhra Pradesh.

Desenvolvido por cientistas indianos no Instituto de Tecnologia de Vellore, no Instituto de Ciência de Bangalore, no Instituto Indiano de Tecnologia de Madras e numa empresa estatal de semi-condutores, este computador terá uma capacidade de dois Gb de memória RAM e ligações sem fios (wireless).
De acordo com a mesma fonte, o projecto está a ser apoiado pelo Governo indiano, no âmbito de um plano para implementar o e-learning em mais de 18 mil liceus e 400 universidades.
No entanto, alguns analistas mostram-se cépticos relativamente à viabilidade comercial de um computador vendido por 20 dólares e à capacidade do projecto para atrair um parceiro.
Vendido por 20 dólares, o 'Sakshat' poderá destronar o 'Magalhães', gratuito apenas para os alunos do 1.º escalão da acção social em Portugal e vendido por 20 euros aos alunos do 2.º escalão, ou por 50 euros aos restantes alunos. Na rede comercial, o seu preço mínimo é de 200 euros.


sábado, 10 de janeiro de 2009

Medina Carreira e o Magalhães




"Isto é uma fantochada... enoja qualquer cidadão!"
Medina Carreia comenta a situação do país, a propósito do Magalhães

http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Nos+Por+Ca/2009/1/istoeumafantochada.htm