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domingo, 13 de novembro de 2011

Currículum de Santana Lopes

- Em pequeno, quando jogava à bola, estando a perder, metia a bola  debaixo  do braço e voltava para casa.

- Foi estudar para a Alemanha mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Foi deputado no Parlamento Europeu mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Casou-se mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Voltou a casar mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Casou pela terceira vez mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Teve uma empresa de comunicação social mas desistiu a meio e voltou para
 casa.
- Foi presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz mas desistiu a meio e  voltou para casa.
- Levou consigo para a Figueira a Cinha Jardim mas esta desistiu a meio e   voltou para casa.
- Foi Secretário de Estado da Cultura mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Foi presidente do Sporting mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Foi Presidente da Câmara Municipal de Lisboa mas desistiu a meio e voltou para casa.

- Foi Primeiro Ministro desistiu a meio e voltou para casa.

- Vai ser Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e espera-se que a tradição se cumpra...
(depois de escavacar a dita Santa Casa, claro)


sexta-feira, 15 de maio de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

Grande mudança nos USA!...

Grande mudança nos USA!...

A prova irrefutável de que houve uma grande mudança nos USA!...


quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Bush & Israeli Mossad

After numerous rounds of 'We don't even know if Osama bin Laden is still alive', Osama himself decided to send George Bush a letter in his own hand writing to let him know he was still in the game.
Bush opened the letter and it contained a single line of coded message:
370H-SSV-0773H
Bush was baffled, so he e-mailed it to Condoleezza Rice. Condi and her aides had not a clue either, so they sent it to the FBI. No one could solve it at the FBI so it went to the CIA, and then to MI6.
Eventually they asked the Mossad (Israeli intelligence) for help. Within a minute the Mossad emailed the White House with this reply:
”Tell the President he's holding the note upside down.”

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Ainda bem que nao ganhou ....com tanta cultura geral era demais na casa branca

Sarah Palin pensava que África era um país

A candidata republicana à vice-presidência dos EUA, Sarah Palin, pensava que África era um país em vez de um continente, segundo elementos do staff da campanha de John McCain.

O pessoal da candidatura de McCain ficou chocado com a falta de conhecimentos da governadora do Alaska nos briefings, revelou o editor-chefe de política da conservadora Fox News, Carl Cameron.

«Ela não percebia, disseram-me membros do staff de McCain, que África era um continente e não um país e chegou mesmo a perguntar se a África do sul não era apenas parte de um país», disse Cameron no programa «The O'Reilly Factor».

Palin também não conseguia indicar os países envolvidos na NAFTA, a zona de comércio livre na América do Norte, um dos temas importantes da campanha, acrescentou Cameron.

As tensões entre a candidata e o staff da campanha de McCain aumentaram e por vezes as discussões acabavam com elementos do staff a chorar, revelou Cameron.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Slogan de Obama

[obama_naovoteembranco.jpg]

A maior economia poderá ficar sem fundos para pagar aos serviços públicos antes do final do mês


As últimas da crise global.......parece que isto está mesmo a ficar feio ...... mas apenas para os que vivem e trabalham honestamente.........infelizmente ......
Crise financeira
Jean-Claude Juncker lembra que a crise ainda não acabou
e ainda:

AIG e Fortis 'estoiram' dinheiro em luxo depois de saírem da falência

Crise financeira/EUA

Mais de metade dos estados sem liquidez para pagar serviços públicos até ao final do mês

O presidente do Eurogrupo, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, alertou hoje que é ainda muito cedo para dar o sinal de que a crise financeira já passou, considerando qualquer entusiasmo «exagerado»

«Apesar da reacção positiva dos mercados nos dois últimos dias, não há razão para declarar o fim da crise financeira e passar a um estado de entusiasmo exagerado», disse Juncker no parlamento luxemburguês.

Jean-Claude Juncker é também primeiro-ministro e ministro das Finanças do Luxemburgo, para além de presidente do Eurogrupo, que reúne os ministros das Finanças dos 15 países da zona Euro.

Numa tentativa desesperada de restaurar a confiança no sistema financeiro, os governos europeus destinaram cerca de 2 biliões (milhões de milhões) de euros para ajudar os bancos enfraquecidos com a crise e garantir os empréstimos entre entidades financeiras.

Na segunda-feira, os mercados bolsistas na Europa receberam bem as medidas, com muitos a registarem subidas recorde.

Ainda assim, as bolsas recuperaram de níveis baixíssimos a que tinham chegado na semana passada, uma das piores em muitos anos.

Crise financeira

AIG e Fortis 'estoiram' dinheiro em luxo depois de saírem da falência

Depois de os dinheiros estatais terem salvado o mercado, a seguradora AIG gastou 330 mil euros em banquetes, partidas de golfe e massagens num resort da Califórnia. Já o Fortis levou 50 distribuidores a Monte-Carlo e pagou-lhes um pequeno-almoço de três mil euros por pessoa

A polémica instalou-se. Algumas das instituições bancárias que estavam à beira da falência e que foram salvas pelos planos de emergência financeira do seu país decidiram 'festejar' os novos tempos de bonança com luxo, como explica o Jornal de Negócios.

Poucos dias depois de o Governo norte-americano ter salvado a seguradora AIG, alguns dos seus executivos gastaram centenas de milhares de dólares num SPOA de luxo na Califórnia. A factura, paga pela AIG, ascende aos 330 mil euros em alojamento, partidas de golfe e massagens.

A Casa Branca considerou «bastante desprezível» a atitude dos líderes da AIG. Mas a seguradora não foi a única.

Na Europa, o Fortis organizou um evento gastronómico num dos melhores restaurantes do Mónaco, pouco tempo depois de o BNPO Paribas o ter resgatado. A factura foi de 150 mil euros por um pequeno-almoço para 50 pessoas no Hotel de Paris Monte Carlo, ou seja, três mil euros por pessoa.

As condutas de ambas as instituições estão a causar indignação junto de académicos e líderes políticos, que consideram que esta vai ser também uma parte importante na história que esta crise está a fazer.

Crise financeira/EUA

Mais de metade dos estados sem liquidez para pagar serviços públicos até ao final do mês

A crise financeira deixou quase sem liquidez vários Estados dos EUA, entre eles a Califórnia, a maior economia do país, que poderá ficar sem fundos para pagar os seus serviços públicos antes do final do mês

Os problemas de acesso ao crédito que afectam empresas e particulares, prejudicaram a capacidade económica dos gestores públicos, que já anunciaram subidas de impostos, despedimentos de funcionários e redução de custos nos investimentos em saúde e educação.

Segundo dados do 'Center On Budget and Policy Priorities', encontram-se na situação de fraca liquidez a médio prazo mais de metade dos estados, 29 dos 50 estados, uma realidade imediata que já atingiu a Califórnia.

O executivo do governador Arnold Schwarzenegger porá à venda na próxima semana um pacote de títulos do Tesouro, com vista a obter liquidez suficiente para cobrir os gastos diários, contudo a crise financeira poderá limitar os ganhos da operação planificada por este governo estadual.

John Chiang, analista económico independente do governo californiano, assegurou que o executivo poderá ficar sem liquidez a 29 de Outubro se a operação de títulos não surtir efeito.

Schawarzenegger já escreveu uma carta ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos a pedir para que lhe sejam emprestados 7.000 milhões de dólares de fundos federais e sair da situação de apuro.

No Tennesse, as autoridades prevêem uma redução de postos de trabalho governamentais de pelo menos de 2.000 pessoas.

No Ilinois foram reduzidos os fundos destinados à assistência infantil, saúde mental e outros serviços de jovens.

No Nevada, o estado dos casinos e onde o governo não tem impostos estaduais, as receitas projectadas para o exercício fiscal de 2008 baixarão face a 2007, ou seja, 12% no consumo, 31 por cento no caso das taxas referentes às transacções imobiliárias e 16 por cento nos lucros decorrentes do jogo, o que provocou a redução das despesas sociais relacionadas com saúde e infância.

Também um estudo do Rockefeller Institute of Government, os estados do Arizona, Califórnia, Florida, Michigan e Rhode Island são neste momento os que sentiram mais a crise financeira, ainda que se aponte os poblemas fiscais que estenderam de imediato ao Connecticut, Nova Jersey e Nova Iorque.

"Sol"


Se o mundo pudesse votar nas eleições americanas...

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Clicar no endereço abaixo para poder votar e ver os resultados.

http://www.iftheworldcouldvote.com/

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Festa de fim de falência

Executivos da AIG festejam fim de falência em "resort" de luxo.
A Casa Branca classificou, esta quarta-feira, de "repugnante" a 
atitude de executivos de topo da AIG/Life que, para comemorar a 
exorcização do fantasma da falência, esbanjaram centenas de milhar
de dólares num luxuoso "resort" californiano.
A seguradora American International Group Inc. - AIG foi salva 
"in extremis" da falência através de uma injecção de 85 mil milhões
de dólares (62 mil milhões de euros) aprovada pela administração do
 presidente George W. Bush.
De acordo com um inquérito parlamentar em curso, os executivos em 
causa - que não do sector financeiro da seguradora, alegadamente 
responsáveis pelo descalabro - esbanjaram 440 mil dólares 
(320 mil euros) no "resort", em banquetes, spa e partidas de golfe.
"É repugnante", declarou indignada Dana Perino, porta-voz da Casa Branca.
A AIG/Life pagou todos os gastos a estes executivos no "resort" 
Saint Regis, a sul de Los Angeles, na Califórnia.
Da despesa global, 23.380 dólares (17 mil euros) foram para 
tratamentos vários no spa, de acordo com facturas na posse da 
comissão parlamentar que conduz a investigação.   
"O presidente George W.Bush não avançou com a mega injecção de 
capital na seguradora para beneficiar executivos de topo", 
sublinhou Dana Perino. E concluiu: "Foi antes para proteger o 
cidadão comum" de uma falência com consequências imprevisíveis para 
o seu quotidiano.   A porta-voz nada adiantou sobre as eventuais 
sanções que poderão enfrentar a seguradora e os executivos 
denunciados.             

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Alteraçoes climáticas


O anticristo em acção.....feito Homem

Bush recusa combate às alterações climáticas


ALEXANDRA CARREIRA, em Liubliana
Bush recusa combate às alterações climáticas
Cimeira UE-EUA. Foi com fortes medidas de segurança que a Eslovénia recebeu o Presidente dos EUA. Na última visita à Europa antes do fim do mandato, Bush deverá insistir que reduzir as emissões de CO2 prejudicaria a economia americana, para recusar um acordo que substitua o Protocolo de Quioto

Presidente americano contra metas dos 27

As alterações climáticas e as negociações para um novo acordo que substitua o Protocolo de Quioto a partir de 2012 são hoje assuntos de topo da cimeira que junta os líderes da União Europeia e EUA. O Presidente americano, George W. Bush, chegou ontem à noite a Liubliana, rodeado de fortes medidas de segurança.

Bush deverá hoje rejeitar qualquer formulação definitiva sobre a redução de emissões de gases com efeito de estufa na declaração final da cimeira. Ao que apurou o DN, o que o Presidente dos EUA deverá explicar a Janez Jansa, primeiro-ministro esloveno, a Durão Barroso, presidente da Comissão, e a Javier Solana, alto representante para a política externa da UE, é que "os EUA só se comprometerão com objectivos concretos se todas as economias, em particular as emergentes, estiverem dispostas ao mesmo", disse uma fonte diplomática. Bush deverá manter a tese de que reduzir as emissões de CO2 causará danos à economia americana e que, portanto, não está disposto a abraçar as metas dos 27.

O assunto vai ainda dar margem a uma troca de ideias sobre energias alternativas. Neste campo, é esperado que os líderes falem sobre a promoção da energia nuclear, à qual os EUA são favoráveis mas que dentro da UE é um tópico sensível.

Já estava na agenda, mas o agravamento da crise alimentar fez com que o tópico referente à Ronda de Doha, no âmbito das negociações para a liberalização das trocas comerciais da Organização Mundial do Comércio, ganhasse importância. Os apelos ao derrube das barreiras ao comércio internacional são cada vez maiores. A Ronda de Doha está bloqueada desde 2003 em parte devido à falta de acordo entre UE e EUA.

Na frente externa, os líderes vão discutir a democratização do Kosovo e o futuro da Sérvia, o processo de paz no Médio Oriente, o Afeganistão e o Iraque, bem como as situações na China e na Birmânia. É ainda garantido, assegura uma fonte do departamento de Estado americano, que Bush vai pedir à Europa uma posição mais forte contra o Irão.

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