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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

COMPROMISSO EDUCAÇÃO é PRA VALER: Tomadas de posição colectivas ou individuais

DIVULGA AOS TEUS CONTACTOS E MOBILIZA A TUA ESCOLA/AGRUPAMENTO

COMPROMISSO EDUCAÇÃO É PRA VALER: Tomadas de posição colectivas ou individuais


Num momento político único em que todos os partidos da oposição subscreveram o COMPROMISSO EDUCAÇÃO e vêm reafirmando, publicamente, a vontade de concretizarem as principais reivindicações dos professores através de iniciativas legislativas no Parlamento, onde garantiram uma maioria absoluta, é importante que as escolas/agrupamentos e os professores e educadores façam chegar aos Grupos Parlamentares a expectativa e o empenho em verem revogadas, com a maior urgência possível, a divisão da carreira e a implementação do modelo de avaliação do desempenho em vigor.

Para a obtenção deste efeito, o PROmova desencadeia a partir de hoje a operação "COMPROMISSO EDUCAÇÃO É PRA VALER", disponibilizando textos modelos (meras propostas) e incentivando todos os professores/educadores, sindicatos e movimentos a organizarem subscrições colectivas destes textos, escola a escola, de forma a que os mesmos possam ser remetidos aos Grupos Parlamentares dos partidos da oposição, logo que arranquem os trabalhos parlamentares.

Naquelas escolas/agrupamentos em que não seja possível, por medo, acomodação ou falta de organização/liderança, desencadear a dinâmica que permita aos professores e educadores subscreverem o texto colectivo, estes podem sempre remeter a sua própria posição pessoal, utilizando, para o efeito, o texto relativo à "Posição Individual".

É muito importante que à tomada de posição colectiva ou individual se anexe, para envio, o documento do COMPROMISSO EDUCAÇÃO que aqui é, igualmente, disponibilizado.

Os endereços dos grupos parlamentares são os seguintes:

Grupo Parlamentar PSD: gp_psd@psd.parlamento.pt

Grupo Parlamentar CDS/PP: gp_pp@pp.parlamento.pt

Grupo Parlamentar BE: blocoar@ar.parlamento.pt

Grupo Parlamentar PCP: gp_pcp@pcp.parlamento.pt

As subscrições dos textos podem começar a ser desencadeadas desde já, devendo depois aguardar-se pelo início da nova legislatura e pela tomada de posse dos novos deputados para as mesmas serem enviadas.

Por fim, o PROmova agradece que as escolas/agrupamentos e os professores nos dêem conhecimento dos envios efectuados para o e-mail profsmovimento@gmail.com
Valeu e continua a valer a pena a mobilização de todos, porque o objectivo está quase atingido!...

daqui http://movimentopromova.blogspot.com/



terça-feira, 14 de julho de 2009

CONCURSO: 107 APELOS DE PROFESSORES AFLITOS



VAMOS DAR UMA AJUDA A COLEGAS QUE NECESSITAM! REPASSANDO...

CONCURSOS 2009 - PERMUTAS

Já possui 107 pedidos de permuta, com dados que serão actualizados...

PERMUTAS - QUEM SABE RESPONDER?

Ajude a dar resposta a dúvidas colocadas ou veja a resposta à sua dúvida relativamente a permutas.

E, já agora...

FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO PREENCHIDA - 1

FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO PREENCHIDA - 2

E...

12 de Setembro - UMA GRANDIOSA MANIFESTAÇÃO PARA DERROTAR O PS

MUP - http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/



quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vamos derrotar o P.S.! A maior manifestação de sempre! Força professores!!!!!


UMA GRANDIOSA MANIFESTAÇÃO PARA DERROTAR O PS

No COMUNICADO DO MUP, de 8 de Junho, este movimento propôs a todos os movimentos independentes e sindicatos de professores a unidade na luta, organizando uma grandiosa Manifestação Nacional de Professores no dia 26 de Setembro.

Tendo em conta a data das eleições legislativas, entretanto marcada, o MUP renova a mesma proposta que se encontra aqui.

No entanto, para cumprir os quinze dias a que a lei obriga, em caso de eleições, propomos a data de 13 de Setembro, coincidindo com o início do ano lectivo e em vésperas das legislativas.


O MUP convida todas as outras classes profissionais, fortemente penalizadas por este governo PS, para que, no mesmo dia, se unam aos professores numa grandiosa manifestação que possa contrariar a Campanha à Obama que José Sócrates pretende fazer, no sentido de manter o poder a todo o custo.


JUNTOS,VAMOS CONSEGUIR!

MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!

domingo, 21 de junho de 2009

Expresso - Grupo de professores mantém recusa da avaliação

Grupo de professores mantém recusa da avaliação

Docentes garantem que não se trata de um apelo à "desobediência civil" e dizem estar conscientes das possíveis consequências, como o congelamento da carreira por dois anos.


O esclarecimento vem logo ao início do texto: a declaração assinada por 13 professores e divulgada no passado fim-de-semana não é um "apelo a um qualquer movimento de desobediência civil, nem o seu contrário", mas apenas a afirmação da sua recusa em entregar a ficha de auto-avaliação, de acordo com o modelo criado pelo Ministério da Educação (ME).

"Não é um apelo em busca de apoiantes, apenas uma declaração a fundamentar a nossa posição. Quem quiser aderir basta usá-la como parte da sua justificação para a não entrega da ficha de auto-avaliação", explica Paulo Guinote, um dos subscritores do texto, amplamente reproduzido na blogosfera, garantindo já ter recebido o apoio de vários docentes. Sendo certo que quem não cumprir esta etapa da avaliação de desempenho arrisca-se a não progredir na carreira por um período de dois anos lectivos e ainda a ser alvo de um processo disciplinar.

Para Paulo Guinote, autor do "A Educação do meu Umbigo ", um dos blogues mais visitados, trata-se de não participar num processo baseado em legislação que os subscritores consideram inconstitucional. Mas, acima de tudo, representa uma posição "eminentemente 'política'" de rejeição de um modelo de avaliação que "oscila entre uma falsa modalidade de reconhecimento de mérito e uma versão simplificada que é ainda menos exigente que o modelo anterior".

Em vez de entregar a ficha de auto-avaliação, alguns dos subscritores do documento irão apresentar um documento a explicar a atitude tomada e ainda um relatório da actividade desenvolvida nos últimos dois anos, "mas não de acordo com os objectivos definidos a três meses do final deste período", como aconteceu em muitas escolas.

A entrega da ficha de auto-avaliação está prevista para o final deste mês na maioria dos estabelecimentos de ensino mas o prazo pode ir até final de Agosto ou mais tarde.

http://clix.expresso.pt/grupo-de-professores-mantem-recusa-da-avaliacao=f520891


terça-feira, 26 de maio de 2009

Manifesto Conjunto. Subscrevo: Encontramo-nos Sábado!


Manifesto Conjunto
Subscrevo:
Encontramo-nos Sábado

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1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.
2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.
3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Saír à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.

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Subscrevem:Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto), O Cartel (Brit.com, Advogado do Diabo)

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Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)



daqui

terça-feira, 19 de maio de 2009

CONCURSO 2009 - LISTA DE GRADUADOS 1ª PARTE

CONCURSO 2009 - LISTA DE GRADUADOS - 1ª PARTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
DIRECÇÃO-GERAL DOS RECURSOS HUMANOS DA EDUCAÇÃO
AVISO 9730/2009
(Concurso 2009)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.....




O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.....


Assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.


Sr. Primeiro Ministro
É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra nós, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos , que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação.
Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais.
Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio da carreira em muitas situações.
Não tinha criado um sistema de escolha dos dirigentes que fazem o que lhe interessa, podendo até serem de fora do sistema, acabando com os concursos e com as oportunidades para os que são já funcionários públicos experientes e reconhecidos.

NÃO TINHA DESTRUÍDO A FUNÇÃO PUBLICA, DEIXANDO O VAZIO, POIS ATÉ NEM SABE O QUE É, ESTA NOBRE FUNÇÃO DE SERVIR TODOS, INDEPENDENTE DAS RAÇAS, SITUAÇÃO SOCIAL E ASCENDÊNCIA FAMILIAR

As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão
pedir para que apertemos o cinto.

Chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos
de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca
teria tido a coragem de promover todas estas enormes afrontas . Somos
700 000, o equivalente a 14% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas
eleições, que são dentro de 5 meses, grande parte dos funcionários votarem em massa em
todos os partidos excepto no PS, este partido não só não terá mais a
maioria mas perderá as próximas eleições e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as
amêndoas amargas que ofereceu aos funcionários públicos.
Colegas, quem foi capaz de aguentar a perseguição, a desmotivação, a perda de horizontes para a sua vida, sentir que pode ser despedido a qualquer momento com os mapas anuais de pessoal, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS.
Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher,maiorias nunca mais. Os funcionários públicos, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o derrotar, basta para isso que convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus
filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são
mais de 1 000 000.

Os Funcionários Públicos deverão estar unidos, esta união deverá ser para continuar,
e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.

Façamos contas:
Se esta mensagem vai ser enviada a 10 colegas. Se cada um dos colegas enviar
a mais 10 dá 100.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1000. Se estes enviarem a mais 10 dá
10 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 100 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1 000 000.

Assim se vê a nossa força. Não a menosprezes. Usa-a. Se não estarás cada vez pior como tens visto, sem esperares nenhuma alteração à situação que te foi criada.

Rapidamente todos os colegas e seus familiares ficarão a
saber a informação que ela contém e a sua força.

O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI

ESTÁ NAS TUAS MÃOS.

O FUTURO DE PORTUGAL DEPENDE DE TI

Começou oficialmente a campanha eleitoral dos FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS contra o PS

Não votes PS


terça-feira, 21 de abril de 2009

SONDAGEM: QUE LUTA ATÉ AO FINAL DO ANO?

Colega,

O MUP acabou de colocar online uma sondagem sobre a(s) acção(ões) de luta até ao final do ano lectivo.

PARTICIPA NA VOTAÇÃO AQUI: http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/

DIVULGA!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A LUTA DOS PROFESSORES PORTUGUESES


A luta dos professores portugueses (V): entrevista com Ilídio Trindade (MUP) A luta dos professores portugueses (V): entrevista com Ilídio Trindade (MUP)

Os professores não podem assistir, impávidos, aos ataques à sua dignidade e à destruição da escola pública e do ensino de qualidade, pilar fundamental de uma democracia e de um País. Leia mais

COMUNICADO CONJUNTO DO MUP, APEDE E PROMOVA


COMUNICADO CONJUNTO DO MUP, APEDE E PROMOVA

"A luta depende muito daquilo que os professores estiverem dispostos a fazer e dos compromissos que assumirem face às acções a desenvolver."

Esta foi a afirmação dos dirigentes da Plataforma Sindical quando foi marcada, para esta semana, uma consulta geral nas escolas.

Infelizmente, esta consulta ameaça tornar-se numa "consulta", se não estivermos atentos e não soubermos introduzir na discussão TODOS os pontos de vista e propostas. TODOS mesmo!

Está a ser apresentada, nas reuniões já ocorridas hoje, uma MOÇÃO, aprovada pela Plataforma Sindical (podem encontrá-la no sítio da FENPROF) que merece, da nossa parte, movimentos independentes de professores, nomeadamente a APEDE, o MUP e o PROmova, uma reacção de forte repúdio e firme denúncia. Após o Encontro de Professores em Leiria, tivemos o cuidado de reunir com alguns sindicatos da Plataforma para solicitar que esta consulta, aos professores, fosse totalmente aberta e não condicionada. Nos últimos dias, na blogosfera, repetimos VINCADAMENTE esse apelo.

Uma MOÇÃO redigida e apresentada nestes termos (chamamos a atenção particular para o 4º ponto, a contar do final, e para a ausência total de referência a formas de luta mais contundentes) não nos parece de todo correcta, dado que é inequivocamente redutora e parcial. Aponta um caminho, que deixa claramente subentendido, e exclui todos os outros. Não nos parece que promova e que seja o garante de um debate plural e enriquecedor em torno das diversas formas de luta passíveis de serem adoptadas.

Aliás, o simples facto de as organizações sindicais levarem para as reuniões nas escolas uma moção previamente cozinhada, que condiciona todo o debate, fechando-o à partida, parece-nos profundamente negativo e revela que as más práticas do passado tendem a perpetuar-se sem que os seus actores retirem as devidas lições de erros mil vezes cometidos.

Acima de tudo, colegas, quer concordem ou não com esta MOÇÃO, apresentada pela Plataforma Sindical, não deixem de intervir! Durante as reuniões, discutam tudo, proponham, escolham, ponderem, votem. É esse o grande apelo que fazem os movimentos independentes de professores! É fundamental que saibamos sair do "cerco" e que discutamos abertamente TODAS as hipóteses de luta, TODAS as opções, TODOS os caminhos, mesmo que só nos apresentem um!Vamos a isso!

MUP
APEDE
PROMOVA

PROmova: propostas de luta para o 3º período lectivo


DIVULGA AOS TEUS CONTACTOS

Sugestões do Movimento PROmova, no quadro da Consulta Geral:

Os professores identificados com o Movimento PROmova participarão nestas reuniões e defenderão as seguintes formas de contestação no decurso do 3º período lectivo:

1) marcação de uma greve de uma semana, em que cada professor fará dois dias de greve (um dia por região, a culminar numa sexta-feira de greve nacional, com uma grande manifestação nesse mesmo dia);

2) estabelecimento de contactos com os partidos políticos da oposição, no sentido de, ainda antes das eleições europeias, se poder estabelecer um "Compromisso Educação" que, no essencial, traduza um acordo com vista à revogação da divisão administrativa da carreira e à substituição deste modelo de avaliação;

3) organização de vigílias/concentrações por tempo indeterminado, em cada capital de distrito, dinamizadas, rotativamente, pelos professores resistentes de cada distrito, permitindo o recurso a intervenções/acções multimédia que mostrem as inconsistências e as injustiças desencadeadas pelas medidas educativas deste Governo, podendo, inclusive, incorporar um apelo à não votação no PS de Sócrates;

4) garantia de apoio jurídico aos professores que, em coerência com os seus princípios, não participem em nenhum acto relacionado com este modelo de avaliação e, em conformidade, não entreguem a Ficha de Auto-avaliação, substituindo-a por um Relatório Crítico.

Neste sentido, o PROmova incentiva os professores e educadores a proporem estas estratégias de actuação, de modo a que a Plataforma Sindical se possa envolver, de forma determinada, na sua consecução.

Além destas propostas de acção, o PROmova apela a todos os professores e educadores para que se mantenham intransigentes na não aceitação da divisão da carreira e na rejeição deste modelo de avaliação.

PROmova

PROFESSORES, Movimento de Valorização

Reuniões em TODAS as escolas!
Falta ao abrigo da Lei Sindical

A tua opinião conta!
Aparece!

de http://movimentopromova.blogspot.com/

domingo, 12 de abril de 2009

A LUTA DOS PROFESSORES E A DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA

A LUTA DOS PROFESSORES E A DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA

A convite de José Mário Branco, o MUP participará na "Mesa-Redonda & Debate" sobre "A Luta dos Professores e a Defesa da Escola Pública", que terá lugar no próximo sábado, dia 18 de Abril, às 15:00h, no Teatro da Comuna, em Lisboa.

A transmissão em directo será
aqui.


PASSA A PALAVRA!

sábado, 7 de março de 2009

PROmova - Aspectos mais destacáveis da audiência na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência

Em primeiro lugar, gostava de começar este relato com uma palavra de agradecimento dirigida, tanto ao Presidente da Comissão, deputado António José Seguro (PS), em virtude da anuência dispensada à nossa solicitação e da celeridade com que a audição foi agendada, como aos restantes deputados que integram esta estrutura parlamentar pela forma afável e simpática como nos receberam.
A audiência correu muito bem, tendo-nos sido permitido intervir por duas vezes.

No essencial, as intervenções do Paulo Guinote, do Ilídio Trindade (em representação do MUP), do Ricardo Silva (em representação da APEDE), do Jaime Pinho (em representação do MEP) e de mim próprio (em representação do PROmova), incidiram no seguinte:

1) denúncia da forma como a tutela tem vindo a afrontar, desrespeitar, injustiçar, pressionar e intimidar os professores;

2) valorização da relevância do parecer jurídico do Dr. Garcia Pereira, o qual sustenta a existência de flagrantes inconstitucionalidades nos diplomas legais publicados pelo ME. Eu próprio sublinhei que à incompetência técnica e à injustiça que caracterizam o modelo de avaliação do desempenho, o parecer jurídico do Dr. Garcia Pereira vem acrescentar-lhe a imputação de inconstitucionalidades e de ilegalidades várias;

3) em conformidade, apelo aos grupos parlamentares para que solicitem a fiscalização sucessiva da constitucionalidade da legislação consubstanciada no ECD e daquela que suporta o modelo de avaliação e a avaliação "simplex";

4) enfatização da divisão da carreira em categorias como a origem da indignação dos professores, pela arbitrariedade e falta de seriedade com que desrespeitou e não avaliou currículos, experiências e desempenhos, gerando injustiças que, a não ser revogada esta divisão, não permitirão trazer paz às escolas;

5) necessidade de os professores conhecerem, preto no branco, quais são as consequências decorrentes da não entrega dos objectivos individuais e do relatório de auto-avaliação. Neste particular, constatamos a incomodidade dos deputados face à demora na resposta da ministra da Educação a solicitação escrita, unanimemente aprovada, neste sentido;

6) denúncia da casuística e da arbitrariedade com que os PCEs estão a lidar com a não entrega dos objectivos individuais, alguns dos quais têm enveredado pela via das ameaças e da ilegalidade;

7) focaram-se, ainda, as injustiças que advirão das implicações da avaliação de desempenho para efeitos de concurso, as dificuldades de comunicação entre os sistemas de avaliação continental, madeirense e açoriano para efeitos de concurso e, ainda, o aumento da indisciplina e da violência nas escolas.

Do ponto de vista das intervenções feitas por alguns dos deputados que integram a Comissão, permito-me destacar os seguintes aspectos:

1) a extraordinária sintonia dos deputados Pedro Duarte (PSD), Luísa Mesquita (não inscrita), Ana Drago (BE) e João Oliveira (PCP) com as reivindicações dos professores e com o diagnóstico da situação em que se encontram as escolas portuguesas, tal como descrito pelos representantes dos movimentos e pelo colega Paulo Guinote, quer em termos da indignação dos professores, quer ao nível do impasse e confusão que caracterizam este processo de avaliação, em resultado da resistência dos professores à entrega dos OIs e mercê de directivas dúbias e não assumidas;

2) couberam a Pedro Duarte e a Luísa Mesquita as intervenções mais críticas e mais contundentes face às políticas educativas do Governo, à conflitualidade, arbitrariedade e confusão que o ME tem vindo a desencadear, assim como à prepotência e à ausência de diálogo desta equipa ministerial. Por seu lado, Ana Drago qualificou de farsa o actual processo de avaliação e denunciou a intenção do ME em desarticular a autonomia intelectual e profissional dos docentes, assim como em reduzir despesas à custa da progressão dos docentes;

3) o deputado Pedro Duarte, ainda que não o tenha afirmado explicitamente, deixou subentendido na sua intervenção que, caso o PSD venha a ter responsabilidades governativas, o ECD será alterado, podendo inferir-se que, dada a sintonia com as reivindicações dos professores e tendo em conta as declarações públicas de Manuela Ferreira Leite, essas modificações contemplariam a revogação da divisão da carreira entre "titulares" e "professores", assim como a substituição deste modelo de avaliação.

Como notas surpreendentes, ou talvez não, registo os dois episódios seguintes:

1) a intervenção do deputado Luís Fagundes Duarte, em representação do PS, o qual afirmou que "embora seja deputado do PS não sou cego. Não é preciso ser muito inteligente para perceber que alguma coisa não está a correr bem", chegando, mesmo, a admitir que "muitas coisas estão a correr mal";
2) o conforto pessoal que senti, após o final da audição, em consequência das palavras de incentivo que a deputada socialista Júlia Caré me dirigiu, no sentido de prosseguirmos a resistência contra este modelo de avaliação, em prol da dignificação da profissão docente e da qualificação da escola pública.

Apesar de se tratar de uma audição, a simples circunstância de os deputados presentes não terem sentido necessidade de dirigir nenhuma questão, nem terem confrontado ou contestado nenhuma das afirmações proferidas por Paulo Guinote e pelos representantes dos movimentos, é bem elucidativo, tanto da clareza com que os problemas foram apresentados, como da consistência argumentativa que pautou as nossas intervenções.Com excepção de dois ou três deputados do PS, os restantes foram deixando transparecer, nas suas expressões, assentimento com as nossas posições.
Por seu lado, os deputados Pedro Duarte (PSD), Luísa Mesquita (não inscrita), Ana Drago (BE) e João Oliveira (PCP) elogiaram a resistência e a intervenção cívica dos movimentos de professores, bem como nos estimularam a prosseguir a contestação sem receios.
A sensação foi a de que valeu a pena solicitarmos esta audiência, pois obtivemos ganhos de credibilidade e sentimos um respaldo político alargado para as nossas reivindicações.
Vamos continuar a resistir até que a seriedade e a justiça vinguem nas escolas.

Octávio V Gonçalves
(Núcleo de Estratégia do PROmova)
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tirado daqui