PASME-SE !!!
Lista de 29 assessores/adjuntos de Ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, existindo 14 "especialistas" com idades entre os 24 e os 25 anos.
Fonte: http://www.portugal.gov.pt/
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2) Cargo: Assessora Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Adjunto Nome: João Miguel Saraiva Annes Idade:28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.183,63 € MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1) Cargo: Adjunto Nome: Filipe Fernandes Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 2.633,82 € MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4) Cargo: Adjunto Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida Idade: 26 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Assessor Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 2.854 € Cargo: Assessor Nome: Filipe Gil França Abreu Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 2.854 € Cargo: Adjunto Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2) Cargo: Assessor Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Assessor Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 2.364,50 € MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5) Cargo: Especialista Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Adjunto
Nome: Ademar Vala Marques Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Especialista Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Especialista Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves Idade: 27 anos Vencimento Mensal Bruto: 3069,33 € Cargo: Especialista Nome: André Tiago Pardal da Silva Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8) Cargo: Adjunta Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: Tiago Lebres Moutinho Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: João Miguel Cristóvão Baptista Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa Idade: 27 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: André Filipe Abreu Regateiro Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte Idade: 25 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: João Miguel Folgado Verol Marques Idade: 24 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 € MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3) Cargo: Especialista/Assessor Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo Idade: 25 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Especialista/Assessor Nome: Antero Silva Idade: 27 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € Cargo: Especialista Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 € MINISTÉRIO DA SAÚDE (1) Cargo: Adjunto Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 3.069,37 € MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2) Cargo: Assessoria Técnica Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo Idade: 29 anos Vencimento Mensal Bruto: 2.198,80 € Cargo: Assessor Nome: Ricardo Morgado Idade: 24 anos Vencimento Mensal Bruto: 2.505,46 € SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1) Cargo: Colaboradora/Especialista Nome: Filipa Martins Idade: 28 anos Vencimento Mensal Bruto: 1.950,00 € Todos estes ordenados acrescidos de subsídios de férias e de Natal.
Nada mau para estes rapazes em início de carreira.
COMO É BOM SER POLÍTICO EM PORTUGAL!...
O POVO É RICO... E PAGA-LHES!!!
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Adoro especialistas com 24 anos!!! Estes jovens não precisam de emigrar!
sábado, 9 de junho de 2012
O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro na SIC Notícias: "Nós não temos um combate à corrupção. Temos normas de branqueamento, que é uma coisa diferente..."
Ora aqui está um gajo que sabe o que diz e ousa dizê-lo. Escusado será dizer que está lixado, o mais provável é os Varas, Melancias, Oliveiras, Loureiros e milhentos outros quejandos acabarem-lhe com a raça. Se não lhe acabarem com a raça, pelo menos não o deixam pôr pé em ramo verde...
Mas, morto ou vivo este indivíduo merece uma estátua, tanto quanto 99,9 % dos nossos políticos merecem um tiro, não um tiro de pistola ou de espingarda, mas um tiro de bazuca, de modo que nem a alma (será que a têm?) se lhe aproveitasse!
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Para que se perceba com quem estamos a lidar…QUINTA-FEIRA, JANEIRO 05, 2012
No I online de 9 Dezembro de 2011: «O PS vai propor alterações à lei do financiamento dos partidos e pretende reduzir as verbas destinadas às campanhas eleitorais. Os socialistas aproveitam para avançar com esta medida no âmbito do pacote "transparência e prevenção da corrupção" que apresentam hoje no parlamento.»Sobre esta medida do PS, o fiscalista Tiago Caiado Guerreiro, a quem nos anos mais próximos não deverá ser permitido voltar a pôr os pés numa televisão, explicou no programa «Opinião Pública» da SIC Notícias como, em Portugal, as leis são feitas exatamente para não ser possível apanhar as pessoas em situação de corrupção...Palavras do fiscalista Tiago Caiado Guerreiro:«Temos normas que tornam totalmente impossível apanhar um corrupto em Portugal. As normas são feitas exactamente para não ser possível apanhar as pessoas em situação de corrupção e não se conseguir provar em tribunal. Estes casos todos, que estão em tribunal, não vão dar em nada, porque a norma, mesmo que eles fossem filmados no acto de corrupção, seria difícil provar em tribunal com as normas que temos, quanto mais com advogados competentes (do lado dos corruptos).Por outro lado, temos o Ministério Público que está organizado, e que sem culpa disso, para não conseguir investigar a corrupção, e também uma polícia judiciária que não tem meios para investigar a corrupção. Se juntarmos a isto, tribunais pouco treinados e normas que não funcionam, então isto é o paraíso dos corruptos. Aliás, todos nós conhecemos casos, ao longo do país todo, de fortunas inexplicáveis que continuam inexplicáveis e que apareceram de repente, após o exercício de cargos políticos ou em ligação com o Poder.… Agora, um conjunto enorme de medidas em vez de normas claras e transparentes sobre o que é que é a corrupção, e isto não é difícil de fazer, é copiar o que existe, por exemplo, nos cinco países menos corruptos do mundo, são normas que são muito transparentes, são normas que, ao contrário do que aqui está previsto, não se aplicam a toda a população portuguesa. Aplicam-se só a detentores de cargos políticos, por isso são muito mais focadas naqueles que têm o risco de praticar a corrupção e permite, por isso, um enfoque muito mais fácil da polícia judiciária, do ministério público, dos tribunais e dos outros órgãos de fiscalização.… Todos nós sabemos que muita gente sai dos cargos públicos, políticos, e depois vai para a frente de grandes empresas e alguns deles criam grandes fortunas, quer dizer, tudo coisas que são inexplicáveis e inaceitáveis em sociedades civilizadas, excepto neste país, onde se pode bater sempre no contribuinte mas tratamos maravilhosamente bem os corruptos… Eu espero que isto não seja mais uma vez o que tem sido feito, que sempre que eles alteram as normas de corrupção, tornam-nas mais incompreensíveis e mais impossíveis de aplicar pelos tribunais e pela investigação.… Nós não temos um combate à corrupção. Temos normas de branqueamento, que é uma coisa diferente. Temos normas que permitem aos corruptos saírem de um julgamento todos praticamente ilibados... Há casos que eu acho terríveis. As parcerias público-privadas são de certeza casos de polícia e o BPN, são dois casos paradigmáticos em Portugal.»
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Rendimentos de 15 ex"governantes"
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Extinção da IGAL (um favor aos autarcas corruptos)
O Governo decidiu, no seu afã "reformador", extinguir a Inspecção-Geral da Administração Local. O seu Presidente, o juiz-desembargador Orlando dos Santos Nascimento, publicou no site do IGAL uma carta com a sua posição.
Miguel Relvas demitiu o Presidente e fechou o site, para que ninguém aceda à carta.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Louvor, por decreto
domingo, 5 de junho de 2011
Promoção dos que roubam muito
terça-feira, 17 de maio de 2011
ORDENADOS MENSAIS - SALÁRIOS DE OURO
sábado, 1 de janeiro de 2011
Grande Mário Crespo
(Mário Crespo, in Penthouse, Novembro de 2010)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Crise em Portugal?
"Ora aqui vai outro importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio! Se todos vocês reencaminharem, como eu faço ao fim do dia, seremos centenas de milhar de "olhos mais bem abertos". Orçamento do Estado; Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar pela malta; Não ouvi foi nenhum governante falar em:
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Escandaloso!
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Concurso de ideias
Data: 19 de julho de 2009 12:00:00 GMT+01:00 Assunto: Concurso de ideias Origem: Jacarandá Autor: António Barreto . O PRESIDENTE DO TRIBUNAL de Contas, Guilherme de Oliveira Martins, acumula as suas funções com as de Presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção. Ainda bem. Trata-se de pessoa de confiança, séria e com vontade de servir o público. Como presidente do Tribunal, já nos habituou a um trabalho competente. Vários dos seus relatórios foram impiedosos com as práticas da Administração menos cuidadosas. Agora, ao fim de um ano no citado Conselho, tornou público o seu primeiro relatório, fruto de um imenso trabalho de inquérito aos procedimentos dos serviços do Estado destinados a prevenir a corrupção, os quais, aliás, são considerados insuficientes. Espera-se que venha mais. Este conselho não investiga, não julga, nem remete processos para a polícia. Mas o que temos, agora, é uma excelente base de trabalho. Sem parangonas de jornais e sem histórias picantes, este inventário ficará como um roteiro para actuação futura, um diagnóstico às fragilidades dos serviços e um inventário dos elos fracos. Os corruptos que se cuidem: estão sob observação. E o "observador" não é daqueles que se deixa facilmente convencer por argumentos de afinidade. Sabe-se, por exemplo, que se interessou recentemente pelo terminal de contentores, o que bastou para criar enorme expectativa. Este relatório vem a ponto. Já não vai ter efeitos na presente legislatura, mas os próximos governantes não podem dizer que não sabiam. Os jornalistas não podem invocar a opacidade destes fenómenos. E os magistrados terão mais dificuldade em desculpar. Talvez os corruptíveis tenham mais receio e os corruptores tenham mais pudor. Mais interessante ainda: será talvez um ponto de partida para uma atenção redobrada com estes factos. Depois do chumbo dos projectos de lei de Cravinho, é talvez a este propósito, o facto mais interessante. Toda a gente sabe histórias da corrupção, mas ninguém as conta. Quando acontece alguém contar, há sempre, entre a política conivente e a justiça complacente, soluções estranhas que vão da multa insignificante à prescrição, passando pela absolvição por falta de provas. Nestes casos, "não saber" é desculpa. Como o é o argumento de que "todos faziam" ou "era assim que se fazia". Ou, finalmente, o pretexto de que foi "para bem das populações", santo-e-senha da demagogia e da virgindade democrática. As colossais fortunas obtidas, em tempo recorde, por gestores públicos, ex-políticos, antigos altos funcionários e autarcas não impressionam ninguém, muito menos a justiça. Quando se pensa que servir os partidos é a mesma coisa que servir a democracia, não se pode esperar outra coisa. Quando se estabelece, como critério moral, a competitividade de tudo quanto vive, pessoas, empresas, administrações, políticos, cidades e países, abre-se a porta ao demónio da corrupção e fecha-se a da justiça. Quando se sabe que a corrupção ilegal tem, frequentemente, como origem, actos legais (nomeações, subsídios, adjudicações e concursos), ninguém se deve surpreender com os efeitos devastadores do mau exemplo dado pelos dirigentes. Em tempos de campanha eleitoral, todos os partidos vão condenar a corrupção. Mesmo os que com ela convivem. Talvez valha a pena aproveitar a oportunidade. Em vez de denunciar casos concretos, actividade a todos os títulos difícil, podia-se fazer um concurso de ideias, nomeadamente das mais eficazes a destruir as fontes legais da corrupção ilegal. Seguem-se duas propostas modestas. A primeira: liquidar a lei da designação dos altos cargos da Administração Pública. Actualmente, as nomeações fazem-se, segundo a lei, pela "confiança política" do membro do governo. Os mandatos dos funcionários cessam com as eleições, isto é, com os novos governos. Com apoio de quase todos os partidos, a isenção e a competência dos Directores-gerais, Presidentes e equiparados, foram substituídas pela fidelidade partidária, pela gratidão política e pelos empenhos de vários tipos (partido, família, amizade, região, clube desportivo, loja, igreja, empresa ou lobby). São muitas centenas de funcionários superiores cuja dedicação à causa pública vem necessariamente em segundo lugar. Aliás, encontram-se hoje em campanha eleitoral, apoiando os seus ministros: se os seus mandatos são de confiança política, não há nada mais legítimo. Numa palavra: a corrupção é legal e tem apoio partidário e parlamentar. A segunda: liquidar a maior parte das seis ou sete dezenas de Observatórios que existem na Administração Pública. Observatórios de tudo e nada, que se resumem a organizações de livre recrutamento dos amigos e fiéis e a casulos onde crescem fios e redes de interesses. Ao mesmo tempo, limitar drasticamente o número de assessores, adjuntos, consultores e conselheiros que cada gabinete governamental pode recrutar. Hoje, além dos quadros legais, são uns milhares deles, sem contar as empresas e as agências "subcontratadas". São os locais ideais de reunião das células partidárias de cada ministério. São estas as fábricas de propaganda, eventos e inaugurações. São os alfobres das políticas de destruição dos adversários e de criação de factos políticos. São os viveiros dos futuros directores-gerais e quadros dos partidos. São os laboratórios de produção de interesses, de satisfação de pretensões e de invenção de intrigas. Aqui, a corrupção é lícita, avençada e remunerada a recibo verde. Aqui se faz o que a lei proíbe aos serviços de fazer. O partido que se comprometa a concretizar estas duas propostas merece a maioria absoluta. «Retrato da Semana» - «Público» de 19 de Julho de 2009
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sábado, 27 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
E agora?
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Dias Loureiro renuncia a cargo no Conselho de Estado

Dias Loureiro terá já pedido a renúncia do cargo de conselheiro de Estado. De acordo com a SIC Notícias, o antigo dirigente do PSD já terá também solicitado uma audiência ao procurador-geral da República.
A informação surge depois de ter sido noticiado que o juiz de instrução criminal, Carlos Alexandre, enviou um pedido ao Conselho de Estado a pedir o levantamento da imunidade de Dias Loureiro, segundo avançou hoje o Correio da Manhã.
Recorde-se que o Presidente da República tem manifestado que o conselheiro de Estado Dias Loureiro lhe merece tanta confiança como qualquer outro dos conselheiros. Já entre estes, o ex-Presidente da República Ramalho Eanes e o cirurgião João Lobo Antunes defenderam publicamente a renúncia de Dias Loureiro do cargo, no que foram acompanhados pelo CDS-PP e BE. Já PS e PCP tiveram reacções mais cautelosas. O cabeça de lista às europeias e líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, defendeu, há semanas, a saída de Dias Loureiro, militante social-democrata, do Conselho de Estado.
daqui
quarta-feira, 20 de maio de 2009
É pró menino e prá
É pró menino e prá menina! Eles não discriminam (os jobs são tanto para boys como para girls)
Vale a pena recordar!
Explicação:
1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça ?
Não? Ok! Eu esclareço: trata-se de actualizar conteúdos, um trabalho que provavelmente muitos dos vossos filhos fazem lá na escola ou em casa "com uma perna às costas". Por falar em "costas" acham que o ministro Costa recorreu ao otl e pediu um puto qualquer para tratar do assunto? Não! Trata-se de uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros mais o subsídio de almoço, claro!
2. E sabem quem tem o perfil adequado a essa extremamente especializada função ?
Não? Ok! Eu esclareço. Trata-se de Susana Isabel Costa Dutra. Susana Isabel Costa Dutra, é (por um acaso daqueles que só acontecem em Portugal) filha do ministro Alberto Costa.
Et OUI !
Se puderem espalhem pois pode haver alguém que não tem acesso ao Diário da República, ficando assim prejudicado de saber que "lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim..."
terça-feira, 14 de abril de 2009
CRISE? QUAL CRISE?
Vitorino ganha 5000 por reunião
O ex-comissário europeu, António Vitorino, ganha 5000 euros por cada reunião a que preside como presidente da mesa da Assembleia Geral da Brisa, de acordo com o relatório anual de bom governo das sociedades, ontem disponibilizado no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
António Vitorino assumiu a presidência da mesa da Assembleia Geral da Brisa a 12 de Setembro de 2007, substituindo no cargo Vasco Vieira de Almeida. O seu mandato é de quatro anos.
Segundo apurou o CM junto de fontes da Brisa a escolha de António Vitorino ficou a dever-se, além do prestígio do ex-ministro da Defesa, ao profundo conhecimento do Código das Sociedades Comerciais, uma condição considerada fundamental para a boa condução dos trabalhos numa Assembleia Geral.
A remuneração de António Vitorino foi proposta pela Comissão de Remunerações da Brisa, presidida pelo ex-presidente do BCP, Jardim Gonçalves.
No mesmo relatório a concessionária de auto-estradas revela que a Comissão Executiva, liderada por Vasco de Mello, recebeu uma remuneração global de 3,9 milhões de euros, entre prémios, salários–base e remunerações variáveis.
Em média, os cinco membros da Comissão Executiva receberam 793 mil euros de remunerações em 2008.
Os membros não-executivos ganharam uma remuneração fixa global de 607 mil euros, o que representa uma remuneração média de 75 mil euros por ano para cada administrador.
Em 2007, os quadros médios e superiores da Brisa receberam 5,3 milhões de euros, a que acresceu uma remuneração variável de 828 mil euros.
Os pagamentos foram realizados com base no comportamento e resultados da empresa referentes a 2006.
PORMENORES
FUNDOS DO BPP
O Banco Privado Português tem cinco por cento do capital da Brisa, o equivalente a cerca de 30 milhões de acções.
CAIXA DE VIGO E OURENSE
A Caixa de Vigo, Ourense e Pontevedra detém 12 milhões de acções da Brisa.
JOSÉ DE MELLO SGPS
A José de Mello Investimentos SGPS tem 15,7 por cento do capital da Brisa e é o principal accionista da empresa, a par da Abertis.
www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=1DB2FCB5-7B60-4B62-9484-B3895331E157
sexta-feira, 10 de abril de 2009
...por falar em apelar à moral na política - Mário Soares visto pelo actual Bastonário da Ordem dos Advogados António Marinho Pinto

MÁRIO SOARES E ANGOLA
A polémica em torno das acusações das autoridades angolanas segundo as quais Mário Soares e seu filho João Soares seriam dos principais beneficiários do tráfico de diamantes e de marfim levados a cabo pela UNITA de Jonas Savimbi, tem sido conduzida na base de mistificações grosseiras sobre o comportamento daquelas figuras políticas nos últimos anos.
Espanta desde logo a intervenção pública da generalidade das figuras políticas do país, que vão desde o Presidente da República até ao deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, passando pelo PP de Paulo Portas e Basílio Horta, pelo PSD de Durão Barroso e por toda a sorte de fazedores de opinião, jornalistas (ligados ou não à Fundação Mário Soares), pensadores profissionais, autarcas, «comendadores» e comentadores de serviço, etc.
Tudo como se Mário Soares fosse uma virgem perdida no meio de um imenso bordel.
Sei que Mário Soares não é nenhuma virgem e que o país (apesar de tudo) não é nenhum bordel. Sei também que não gosto mesmo nada de Mário Soares e do filho João Soares, os quais se têm vindo a comportar politicamente como uma espécie de versão portuguesa da antiga dupla haitiana «Papa Doc» e «Baby Doc».
Vejamos então por que é que eu não gosto dele(s).
A primeira ideia que se agiganta sobre Mário Soares é que é um homem que não tem princípios mas sim fins.
É-lhe atribuída a célebre frase: «Em política, feio, feio, é perder».
São conhecidos também os seus zigue-zagues políticos desde antes do 25 de Abril. Tentou negociar com Marcelo Caetano uma legalização do seu (e de seus amigos) agrupamento político, num gesto que mais não significava do que uma imensa traição a toda a oposição, mormente àquela que mais se empenhava na luta contra o fascismo.
JÁ DEPOIS DO 25 DE ABRIL, ASSUMIU-SE COMO O HOMEM DOS AMERICANOS E DA CIA EM PORTUGAL E NA PRÓPRIA INTERNACIONAL SOCIALISTA. Dos mesmos americanos que acabavam de conceber, financiar e executar o golpe contra Salvador Allende no Chile e que colocara no poder Augusto Pinochet.
Mário Soares combateu o comunismo e os comunistas portugueses como nenhuma outra pessoa o fizera durante a revolução e FOI AMIGO DE NICOLAU CEAUCESCU, FIGURA QUE CHEGOU A APRESENTAR COMO MODELO A SER SEGUIDO PELOS COMUNISTAS PORTUGUESES.
Durante a revolução portuguesa andou a gritar nas ruas do país a palavra de ordem «Partido Socialista, Partido Marxista», mas mal se apanhou no poder meteu o socialismo na gaveta e nunca mais o tirou de lá. Os seus governos notabilizaram-se por três coisas: políticas abertamente de direita, a facilidade com que certos empresários ganhavam dinheiro e essa inovação da austeridade soarista (versão bloco central) que foram os salários em atraso.
INSULTO A UM JUIZ
Em Coimbra, onde veio uma vez como primeiro-ministro, foi confrontado com uma manifestação de trabalhadores com salários em atraso. Soares não gostou do que ouviu (chamaram-lhe o que Soares tem chamado aos governantes angolanos) e alguns trabalhadores foram presos por polícias zelosos. Mas, como não apresentou queixa (o tipo de crime em causa exigia a apresentação de queixa), o juiz não teve outro remédio senão libertar os detidos no próprio dia. Soares não gostou e insultou publicamente esse magistrado, o qual ainda apresentou queixa ao Conselho Superior da Magistratura contra Mário Soares, mas sua excelência não foi incomodado.
Na sequência, foi modificado o Código Penal, o que constituiu a primeira alteração de que foi alvo por exigência dos interesses pessoais de figuras políticas.
Soares é arrogante, pesporrento e malcriado. É conhecidíssima a frase que dirigiu, perante as câmaras de TV, a um agente da GNR em serviço que cumpria a missão de lhe fazer escolta enquanto presidente da República durante a Presidência aberta em Lisboa: «Ó Sr. Guarda! Desapareça!». Nunca, em Portugal, um agente da autoridade terá sido tão humilhado publicamente por um responsável político, como aquele pobre soldado da GNR.
Em minha opinião, Mário Soares nunca foi um verdadeiro democrata. Ou melhor é muito democrata se for ele a mandar. Quando não, acaba-se imediatamente a democracia. À sua volta não tem amigos, e ele sabe-o; tem pessoas que não pensam pela própria cabeça e que apenas fazem o que ele manda e quando ele manda. Só é amigo de quem lhe obedece. Quem ousar ter ideias próprias é triturado sem quaisquer contemplações. Algumas das suas mais sólidas e antigas amizades ficaram pelo caminho quando ousaram pôr em causa os seus interesses ou ambições pessoais.
Soares é um homem de ódios pessoais sem limites, os quais sempre colocou acima dos interesses políticos do partido e do próprio país.
Em 1980, não hesitou em APOIAR OBJECTIVAMENTE O GENERAL SOARES CARNEIRO CONTRA EANES, NÃO POR RAZÕES POLÍTICAS MAS DEVIDO AO ÓDIO PESSOAL QUE NUTRIA PELO GENERAL RAMALHO EANES. E como o PS não alinhou nessa aventura que iria entregar a presidência da República a um general do antigo regime, Soares, em vez de acatar a decisão maioritária do seu partido, optou por demitir-se e passou a intrigar, a conspirar e a manipular as consciências dos militantes socialistas e de toda a sorte de oportunistas, não hesitando mesmo em espezinhar amigos de sempre como Francisco Salgado Zenha.
Confesso que não sei por que é que o séquito de prosélitos do soarismo (onde, lamentavelmente, parece ter-se incluído agora o actual presidente da República (Mário Soares), apareceram agora tão indignados com as declarações de governantes angolanos e estiveram tão calados quando da publicação do livro de Rui Mateus sobre Mário Soares. NA ALTURA TODOS METERAM A CABEÇA NA AREIA, INCLUINDO O PRÓPRIO CLÃ DOS SOARES, E NEM TUGIRAM NEM MUGIRAM, APESAR DE AS ACUSAÇÕES SEREM ENTÃO BEM MAIS GRAVES DO QUE AS DE AGORA. POR QUE É QUE JORGE SAMPAIO SE CALOU CONTRA AS «CALÚNIAS» DE RUI MATEUS?».
«DINHEIRO DE MACAU»
Anos mais tarde, um senhor que fora ministro de um governo chefiado por MÁRIO SOARES, ROSADO CORREIA, vinha de Macau para Portugal com uma mala com dezenas de milhares de contos. *A proveniência do** dinheiro era tão pouco limpa que um membro do governo de Macau, ANTÓNIO **VITORINO, *foi a correr ao aeroporto tirar-lhe a mala à última hora. Parece que se tratava de dinheiro que tinha sido obtido de empresários chineses com a promessa de benefícios indevidos por parte do governo de Macau. Para quem era esse dinheiro foi coisa que nunca ficou devidamente esclarecida. O caso EMAUDIO (e o célebre fax de Macau) é um episódio que envolve destacadíssimos soaristas, amigos íntimos de Mário Soares e altos dirigentes do PS da época soarista. MENANO DO AMARAL chegou a ser responsável pelas finanças do PS e Rui Mateus foi durante anos responsável pelas relações internacionais do partido, ou seja, pela angariação de fundos no estrangeiro.
Não haveria seguramente no PS ninguém em quem Soares depositasse mais confiança. Ainda hoje subsistem muitas dúvidas (e não só as lançadas pelo livro de Rui Mateus) sobre o verdadeiro destino dos financiamentos vindos de Macau. No entanto, em tribunal, os pretensos corruptores foram processualmente separados dos alegados corrompidos, com esta peculiaridade (que não é inédita) judicial: os pretensos corruptores foram condenados, enquanto os alegados corrompidos foram absolvidos.
Aliás, no que respeita a Macau só um país sem dignidade e um povo sem brio nem vergonha é que toleravam o que se passou nos últimos anos (e nos últimos dias) de administração portuguesa daquele território, com os chineses pura e simplesmente a chamar ladrões aos portugueses. E isso não foi só dirigido a alguns colaboradores de cartazes do MASP que a dada altura enxamearam aquele território.
Esse epíteto chegou a ser dirigido aos mais altos representantes do Estado Português. Tudo por causa das fundações criadas para tirar dinheiro de Macau. Mas isso é outra história cujos verdadeiros contornos hão-de ser um dia conhecidos. Não foi só em Portugal que Mário Soares conviveu com pessoas pouco recomendáveis. Veja-se o caso de BETINO CRAXI, o líder do PS italiano, condenado a vários anos de prisão pelas autoridades judiciais do seu país, devido a graves crimes como corrupção. Soares fez questão de lhe manifestar publicamente solidariedade quando ele se refugiou na Tunísia.
Veja-se também a amizade com Filipe González, líder do Partido Socialista de Espanha que não encontrou melhor maneira para resolver o problema político do país Basco senão recorrer ao terrorismo, contratando os piores mercenários do lumpen e da extrema direita da Europa para assassinar militantes e simpatizantes da ETA.
Mário Soares utilizou o cargo de presidente da República para passear pelo estrangeiro como nunca ninguém fizera em Portugal. Ele, que tanta austeridade impôs aos trabalhadores portugueses enquanto primeiro-ministro, gastou, como Presidente da República, milhões de contos dos contribuintes portugueses em passeatas pelo mundo, com verdadeiros exércitos de amigos e prosélitos do soarismo, com destaque para jornalistas. São muitos desses «viajantes» que hoje se põem em bicos de pés a indignar-se pelas declarações dos governantes angolanos.
Enquanto Presidente da República, Soares abusou como ninguém das distinções honoríficas do Estado Português. Não há praticamente nenhum amigo que não tenha recebido uma condecoração, enquanto outros cidadãos, que tanto mereceram, não obtiveram qualquer distinção durante o seu «reinado». Um dos maiores vultos da resistência antifascista no meio universitário, e um dos mais notáveis académicos portugueses, perseguido pelo antigo regime, o Prof. Doutor Orlando de Carvalho, não foi merecedor, segundo Mário Soares, da Ordem da Liberdade. Mas alguns que até colaboraram com o antigo regime receberam as mais altas distinções. Orlando de Carvalho só veio a receber a Ordem da Liberdade depois de Soares deixar a Presidência da República, ou seja logo que Sampaio tomou posse. A razão foi só uma: Orlando de Carvalho nunca prestou vassalagem a Soares e Jorge Sampaio não fazia depender disso a atribuição de condecorações.
FUNDAÇÃO COM DINHEIROS PÚBLICOS
A pretexto de uns papéis pessoais cujo valor histórico ou cultural nunca ninguém sindicou, Soares decidiu fazer uma Fundação com o seu nome. Nada de mal se o fizesse com dinheiro seu, como seria normal. Mas não; acabou por fazê-la com dinheiros públicos. SÓ O GOVERNO, DE UMA SÓ VEZ DEU-LHE 500 MIL CONTOS E A CÂMARA DE LISBOA, PRESIDIDA PELO SEU FILHO, DEU-LHE UM PRÉDIO NO VALOR DE CENTENAS DE MILHARES DE CONTOS. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha ou em qualquer país em que as regras democráticas fossem minimamente respeitadas muita gente estaria, por isso, a contas com a justiça, incluindo os próprios Mário e João Soares e as respectivas carreiras políticas teriam aí terminado. Tais práticas são absolutamente inadmissíveis num país que respeitasse o dinheiro extorquido aos contribuintes pelo fisco. Se os seus documentos pessoais tinham valor histórico Mário Soares deveria entregá-los a uma instituição pública, como a Torre do Tombo ou o Centro de Documentação 25 de Abril, por exemplo. Mas para isso era preciso que Soares fosse uma pessoa com humildade democrática e verdadeiro amor pela cultura. Mas não. Não eram preocupações culturais que motivaram Soares. O que ele pretendia era outra coisa. Porque as suas ambições não têm limites ele precisava de um instrumento de pressão sobre as instituições democráticas e dos órgãos de poder e de intromissão directa na vida política do país. A Fundação Mário Soares está a transformar-se num verdadeiro cancro da democracia portuguesa.»
http://www.scribd.com/doc/12699901/Livro-Contos-Proibidos
ou http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
ou ainda
http://rapidshare.com/files/23967307/Livro_Contos_Proibidos.pdf.
in Democracia Em Perigo









