domingo, 9 de novembro de 2008
1573 escolas com avaliação suspensa
Quase 1600 escolas em luta, em dezenas de vilas e cidades![]() Clica aqui para aceder ao link do mapa, organizado pelo colega João Oliveira, e fica a saber como acrescentar escolas. O colega Rui Sousa fez a contabilidade e o Blog do Paulo Guinote publicou. São 1573 escolas. Dados obtidos até ao final do dia 6 de Novembro. Vê a lista completa de escolas. Publicada por Movimento Escola Pública |
Estaremos Presentes
PLENÁRIO GERAL DE PROFESSORES DO DISTRITO DE BRAGA
3ªF, 11 de Novembro 2008 – 21h15
Escola Secundária Alberto Sampaio - Braga
Colegas, fruto do momento actual vivido por nós nas escolas exige-se:
do Governo a revogação do Estatuto da Carreira Docente, da Avaliação de Desempenho, do modelo de Gestão das Escolas e do novo modelo de concurso;
dos nossos colegas dirigentes sindicais que interpretem e compreendam as proporções da mobilização espontânea das últimas semanas e rompam com o "Memorando de Entendimento" com o ME e protagonizem novas formas de luta, intensas, que forcem o Governo nas questões apontadas no ponto anterior;
de todos os colegas que continuem perseverantes e mobilizados, que façam o balanço das últimas acções e potenciem as novas formas de actuação, necessárias dentro em breve, a fim de repor a dignidade e rigor profissional.
Assim, convocamos todos os colegas do distrito de Braga a comparecerem num plenário geral na próxima 3ª Feira, dia 11 de Novembro, pelas 21h15, na Escola Secundária Alberto Sampaio - Braga.
Professores que subscrevem a convocatória do plenário:
Fátima Gomes (ES Barcelos); Daniel Martins (ES Póvoa de Lanhoso); Artur Gonçalves (Agrup. Esc. Palmeira); Carla Amorim (ES Carlos Amarante - Braga); Manuel Monteiro (EB 2,3 Prado); Teresa Ramos (EB 2,3 Manhente); Rosa Rodrigues (EB 2,3 André Soares – Braga); Vasco Carneiro (ES Martins Sarmento – Guimarães); António Novais (EB 2,3 Refojos de Basto); Maria Santos Ferreira (EB 2,3/S Vieira de Araújo – Vieira do Minho); Manuela Sardinha, Carla Ribeiro, Regina Alves, Maria Helena Vilas (ES D.Maria II – Braga); Cristina Vasconcelos (ES Póvoa Lanhoso).
Carta de um cliente ao BES - Fantástico
Carta de um cliente ao BES - Fantástico!
(Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)
Exmos. Senhores Administradores do BES
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.
Que tal?
Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.
Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma "taxa de acesso ao pão", outra "taxa por guardar pão quente" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.
Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.
Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma "taxa de abertura de crédito"-equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pão", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar
Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura de padaria", pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.
Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para gerir o "papagaio", alguns gerentes sem escrúpulos cobravam "por fora", o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de "por fora" temos muitos "por dentro".
Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR "para manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa de existência da padaria na esquina da rua".
A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quente".
Mas os senhores são insaciáveis.
A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/ Banco.
Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/ responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/ negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vais acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.
JPS -- Lisboa
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Ainda bem que nao ganhou ....com tanta cultura geral era demais na casa branca
A candidata republicana à vice-presidência dos EUA, Sarah Palin, pensava que África era um país em vez de um continente, segundo elementos do staff da campanha de John McCain.
O pessoal da candidatura de McCain ficou chocado com a falta de conhecimentos da governadora do Alaska nos briefings, revelou o editor-chefe de política da conservadora Fox News, Carl Cameron.
«Ela não percebia, disseram-me membros do staff de McCain, que África era um continente e não um país e chegou mesmo a perguntar se a África do sul não era apenas parte de um país», disse Cameron no programa «The O'Reilly Factor».
Palin também não conseguia indicar os países envolvidos na NAFTA, a zona de comércio livre na América do Norte, um dos temas importantes da campanha, acrescentou Cameron.
As tensões entre a candidata e o staff da campanha de McCain aumentaram e por vezes as discussões acabavam com elementos do staff a chorar, revelou Cameron.
Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues (Silves) boicota ESTA avaliação inútil
Desta decisão, resultou a convocação de uma reunião extraordinária do Conselho Pedagógico onde, com 13 votos a favor (duas abstenções e um voto contra), se decidiu pela não avaliação dos docentes do Agrupamento até ao início do 2º Período, altura em que será reavaliada a situação.
Os nossos motivos seguem na moção (em anexo), mas gostaríamos de reafirmar 3 pontos muito claros:
1º) Somos frontalmente a favor de uma avaliação que premeie a "excelência" da classe e que, por outro lado, identifique claramente os pontos a melhorar no desempenho da nossa profissão e que aponte soluções para corrigir essas situações.
Dito por outras palavras, não queremos preencher papéis inúteis, queremos saber como podemos ser melhores professores!
2º) Somos contra esta avaliação que, entre muitos outros pontos aberrantes, considera a questão do "abandono escolar" na avaliação docente, a qual se fica a dever, na esmagadora maioria dos casos, a condicionantes sociais que escapam ao controlo da escola;
3º) Não aceitamos uma avaliação hipócrita do "faz de conta", do género "vamos lá preencher a tabelinha para termos todos Bom", inútil na melhoria do ensino público português e que apenas serve para passar a imagem para a opinião pública de que, ao avaliar deste forma os professores, o Ministério estará a contribuir para a melhoria da qualidade do ensino em Portugal.
Leiam o texto desabafo que se segue e utilizem a nossa moção da melhor forma que entenderem. Esta luta é pela nossa dignidade e pelos nossos alunos!
Façam da nossa força a vossa força!
«Primeiro, eles vieram buscar os comunistas.
Obrigado.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
MANIFESTAÇÃO GIGANTESCA DE PROFESSORES OBRIGA A NOVA ALTERAÇÃO DE PERCURSO
PLATAFORMA SINDICAL DOS PROFESSORES
Para: Órgãos de Comunicação Social - A/c da Redacção/Página de Educação/ /Programação de Informação/Serviço de Agenda
Assunto: NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
6/11/2008 Nº de páginas 01
NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
MANIFESTAÇÃO GIGANTESCA DE PROFESSORES
OBRIGA A NOVA ALTERAÇÃO DE PERCURSO
Tendo em consideração a previsível dimensão do Plenário e da Manifestação Nacional de Professores previstos para o dia 8 de Novembro, tendo como indicadores a mobilização que existe nas escolas e o número de autocarros que ultrapassa os utilizados em 8 de Março de 2008 [cerca de 600 em Março de 2008; já se atingiram os 700 a dois dias de 8 de Novembro de 2008], o local de concentração e o percurso da manifestação tiveram de ser novamente alterados, sendo, agora, e em definitivo, os seguintes:
– 14.30 horas: Concentração no Terreiro do Paço:
– 15.00 horas: Plenário Nacional de Professores;
– 16.00 horas: Manifestação Nacional que passará por Rossio, Restauradores, Avenida da Liberdade e Marquês de Pombal;
– 17.30 horas: Aprovação da Resolução da Manifestação e encerramento da iniciativa.
A Plataforma Sindical dos Professores
Posição do PCP
Exmos. Senhores,
O PCP, que não limita a sua intervenção à justa crítica das opções profundamente negativas do actual Governo em matéria de Educação e Ensino mas, para além disso, defende e propõe uma política alternativa, anunciou na passada terça-feira um conjunto de iniciativas que decidiu apresentar nessa área.
As iniciativas em questão dão resposta a duas preocupações fundamentais. Por um lado procuram dar resposta à situação de instabilidade e desestabilização que se vive nas escolas portuguesas em resultado de medidas tomadas pelo actual Governo PS. Por outro lado, as iniciativas do PCP procuram assegurar aspectos fundamentais da Escola gratuita, democrática e de qualidade que a nossa Constituição prevê.
As iniciativas anunciadas incluem:
- Um Projecto de Resolução propondo a suspensão imediata do Processo de Avaliação de Professores estabelecido no Decreto-Regulamentar nº 2/2008 e a antecipação das negociações com as estruturas sindicais de professores, assim travando a estratégia de profunda desestabilização iniciada pelo Governo no plano da avaliação do desempenho da actividade docente;
- Um Projecto de Lei consagrando a gratuitidade total dos manuais escolares, como forma de dar resposta à escalada de aumento dos preços que se vai verificando com a anuência do Governo e de assegurar a verdadeira gratuitidade para todos, rompendo com a actual situação e desmascarando a propaganda do Governo que não coincide com a realidade;
- Um Projecto de Lei de criação de um Regime Jurídico da Educação e Ensino Especiais que vá ao encontro das mais avançadas e progressistas experiências e que parta do princípio basilar do reforço da Escola Inclusiva, contrariando a tendência de exclusão e desestruturação do conceito de Necessidades Educativas Especiais, encaminhando gradual e sensivelmente todos os alunos com necessidades especiais para a Escola Pública e criando uma entidade de supervisão e avaliação nacional do Ensino Especial;
- Um Projecto de Lei prevendo o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos, adaptando a Lei de Bases do Sistema Educativo a essa nova exigência, preservando o seu carácter programático e a sua orientação progressista;
- Um Projecto de Lei de alteração à Lei do Financiamento do Ensino Superior Público, apontando como objectivo central o cumprimento do desígnio constitucional da gratuitidade progressiva do Ensino em todos os seus graus, eliminando a propina ou qualquer prestação e introduzindo critérios objectivos e claros de financiamento às instituições de ensino superior;
- Iniciativas legislativas para a criação de uma estratégia nacional para a progressiva gratuitidade do Ensino, no cumprimento da disposição constitucional e assim afirmando o carácter universal e democrático da Escola Pública e da Educação em todos os seus níveis, revertendo o caminho de mercantilização do conhecimento que tem vindo a ser percorrido pelos últimos governos.
Deste conjunto foram já entregues duas iniciativas (o Projecto de Resolução propondo a suspensão imediata do Processo de Avaliação de Professores e o Projecto de Lei de criação de um Regime Jurídico da Educação e Ensino Especiais) que enviamos em anexo. Deixamos igualmente o compromisso de enviar as restantes iniciativas logo que derem entrada na Mesa da Assembleia da República.
Com os melhores cumprimentos,
Pedro Ramos
Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP
N/Ref. nº 27028-214MAIL/08
sábado, 1 de novembro de 2008
Inapto por Junta Médica...será?
Com 46 anos... Inapto por Junta Médica... Hein!... Diz-se ainda que com reforma de 35000 mensais (equivalente a cerca de 85 Salários Mínimos Nacionais).. O nosso problema continua a ser a distribuição de riqueza... Tanto como 85 trabalhadores com família a seu cargo!!!!! O problema não está nos funcionários públicos... O tempo o dirá... As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas. Afinal há quem não se queixe das mesmas. |
O governo dá
O governo dá preservativo
Já tiveste?
O governo dá a pílula do dia seguinte.
Engravidou?
O governo dá o aborto.
Teve filho?
O governo dá o Bolsa Família.
Estás desempregado?
O governo dá Bolsa Desemprego.
És viciado e não gostas de trabalhar?
O governo dá rendimento mínimo garantido!
AGORA...
Experimenta estudar, trabalhar, produzir e andar na linha para ver o que é que te acontece!!!!!
VAIS GANHAR UMA BOLSA DE IMPOSTOS NUNCA VISTA EM LUGAR ALGUM DO MUNDO!!!!!
CCAP -DESACREDITA O MODELO DE AVALIAÇÃO...PASSAR É IMPORTANTE!!!
Explicada a aposentação da Presidente do CCAP !!
O Conselho Científico para a Avaliação do Desempenho dos Professores, terá concluído, de acordo com o SPGL:
(i) Que os avaliadores não possuem formação para avaliar os seus pares (!). Importa agora saber porque mentiram à sociedade portuguesa os responsáveis políticos ao investi-los, perante a opinião pública, de uma titularidade de competências funcionais que afinal não detinham, não detêm e que os próprios, em grande número, parecem abominar quem as detém (?);
(ii) Que este sistema de avaliação do desempenho não tem repercussão positiva na prática pedagógica dos docentes e no sucesso efectivo dos alunos. O inverso apenas poderia ser verdade se a miopia de quem nas escolas trabalha todos os dias fosse similar à dos governantes da 5 de Outubro;
(iii) Que o modelo de avaliação em causa é, em si mesmo, promotor de conflitos pessoais e profissionais e gerador de um indesejável clima de instabilidade nas escolas. Quem foram os estrategas de guerra que planearam até quase ao pormenor a guerrilha entre docentes? Quem são os autistas que não perceberam (não percebem?) que o conflito tribal numa escola tem por principais vítimas não os docentes mas, sobretudo, os alunos e as suas famílias?
Olá colegas:
Está explicado o pedido de aposentação da Presidente do CCAP.
A motivação não terá sido muito diferente da de muitos milhares de professores que estão a ser empurrados para a aposentação prematura pelo obscurantismo desta equipa ministerial.
Saudemos as conclusões do CCAP. Bem-vindos à lucidez !
Contra a razão e a ética não há mistificação, nem propaganda que resista! É apenas uma questão de tempo!...
Para além da ignorância e da teimosia de Sócrates, esta equipa ministerial já não dispõe de nenhuma âncora credível e séria para continuar a impor a monstruosidade deste modelo de avaliação.
Os professores não serão devedores de uma palavra de Sua Excelência o Sr. Presidente da República, dos partidos políticos e de outras entidades perante este ataque à inteligência e à dignidade dos professores? Querem ser cúmplices silenciosos da destruição da escola pública?
De que estamos à espera para reagir?...
PS: Se o modelo de avaliação é tão bom apliquem-no, experimentalmente, aos obtusos Miguel Sousa Tavares e Emídio Rangel, para depois o exportarem para a Venezuela como brinde anexado aos 'Magalhães' !!!
Passa, pois é pertinente divulgar ...
O problema de se chamar Pedro Carvalho Magalhães...
Carta aberta a José Sócrates
Autor: Pedro Carvalho Magalhães
Senhor Primeiro Ministro:
Venho protestar veementemente através de Vª Exª pelo nome dado ao
computador que os vossos serviços resolveram distribuir aos meninos deste
país (os que sobrarem do seu negócio com o Hugo Chavez na troca do petróleo,
bem entendido).
Eu, Pedro Carvalho de Magalhães, nunca mais poderei usar a
minha assinatura sem ser indecentemente gozado pelos meus colegas de
trabalho. Sempre assinei PC Magalhães e, desde que Vªs Exªs baptizaram o tal
computador, tive que alterar todos os meus documentos.
Uma coisa tão simples como perguntar as horas e a resposta que recebo é:
- Atão Magalhães... vai ao Google...
Se vou à máquina de preservativos, há sempre uma boca dum colega:
- Para quê, Magalhães? Não te chega o anti-virus?
Se vou ao dentista, a recepção é sempre a mesma:
- Então o senhor Magalhães vem limpar o teclado...
A minha mulher, Paula Carvalho Magalhães, também sofre pressões
indescritíveis no emprego: Ontem uma colega veio da casa de banho com um
tampão na mão e gritou:
- Paula.... esqueceste-te da tua pen!
Também o ginecologista não resistiu ao nome e, após a consulta,
disse-lhe que tudo estava bem com as entradas USB!
Nem o meu filho, Pedro Carvalho Magalhães, escapa ao gozo que o nome veio
provocar.
A Rita, a mocinha com quem andava há mais de 6 meses, acabou tudo com este
argumento:
- Magalhães.... vou à Staples procurar outro que a tua pega é muito pequena!
Quando, devido a tudo isto, apanhei uma tremenda depressão que me impediu de
trabalhar, fui ao psiquiatra. Ele olhou para o meu nome e disse:
- Pois é, senhor PC Magalhães. Aconselho-o a passar pelo suporte técnico da
Staples... podem ser problemas de memória RAM!
Neste momento a minha mulher quer desinstalar-se e procurar alguém
que tenha um nome 'decente'.
Senhor Primeiro Ministro... porque diabo não puseram Sócrates a esse maldito
computador? Queria que o senhor visse o que custa!
Atenciosamente, assina
Pedro Carvalho M. (e não me perguntem o que é o M)
O GRITO DE REVOLTA E O APONTAR DE TODOS OS MALES QUE ESTA MINISTRA ESTÁ A FAZER AOS PROFESSORES.
CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!' 'AS ESCOLAS PORTUGUESAS ESTÃO UM VERDADEIRO CAOS!!!!
Depois de ouvir hoje o que disse a Srª Ministra, depois de ler os desabafos de muitos colegas nossos, na minha Escola, na blogosfera, invadiu-me uma raiva que não consigo mais conter e gostaria de a gritar ao Mundo.
Dizia a Srª Ministra, com o seu ar sereno, que "o processo de avaliação de desempenho dos professores está a avançar de 'forma normal e com grande sentido de responsabilidade' na maioria das escolas." e eu pergunto Srª Ministra: - Quem tenta enganar? Os Professores? Os Pais dos alunos? A opinião pública? A Comunicação social? Quem? A si própria? O seu governo? Na maioria das Escolas, Srª Ministra, a situação é esta: - Os Professores estão cansados, desmotivados, não aguentam tanto trabalho para nada. Reuniões, grelhas, objectivos, mais reuniões, relatório, mais reuniões... e continua assim, semana atrás de semana. Resultado: Os Professores não têm tempo para aquilo que gostam de fazer: ENSINAR!!! A CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!
Na maioria das escolas, muitos Professores que até agora eram empenhados na preparação das suas aulas, limitam-se a fazer o mais fácil, não têm tempo para pesquisa, para partilhar com os alunos. Os alunos não aprendem! A CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!
Não lhe passa pela cabeça, Srª Ministra, o potencial humano que as Escolas estão a perder e os efeitos de tal fuga! A CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!
Na maioria das Escolas, há Professores de baixa médica, Professores esgotados que não aguentam mais esta loucura, que metem atestados e então vem outro professor substituir ou não vem… não faz mal! os alunos terão a farsa das aulas de substituição e, em vez de terem Português ou Matemática, têm aula com um Professor de Ed. Física ou Geografia… tanto faz, o que interessa é ter tudo ocupadinho, Professores e Alunos. Srª Ministra, são muitas aulas em que os alunos não têm aulas com o SEU professor, porque este está doente, em que a matéria não é leccionada. A CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!
Na maioria das Escolas, os Professores andam às voltas com o novo Estatuto do Aluno. A Srª Ministra mandou cá para fora um documento em que obriga os alunos que faltam a fazerem uma prova de recuperação mesmo que faltem porque não lhes apetece, um documento que não prevê distinção entre os alunos que faltam porque estão doentes e aqueles que ficaram a dormir até mais tarde. Os Professores têm que fazer a prova! Fazer a prova, prepará-la, corrigi-la, plano de recuperação…quantas horas implica tudo isto, Srª Ministra? Solução fácil! Esqueçamo-nos de marcar faltas! Se isto é para ser a brincar, nós fazemos-lhe a vontade. A CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!
Os Professores que até ao ano lectivo anterior eram uma classe que partilhava, onde não se sentia, regra geral, a competição, deixaram de confiar uns nos outros, vivem em função da avaliação de desempenho, num verdadeiro egoísmo. Desconfiam do colega que o vai avaliar, querem apanhar as quotas dos Excelentes ou Muito Bom. O mau estar nas Escolas é geral, um clima de desconfiança instalou-se! A CULPA É TODA SUA, SRª MINISTRA!
E dirá a Srª Ministra: "Os Professores não querem ser avaliados". Engana-se Srª Ministra "Os Professores querem ser avaliados!!!! Sempre foram, tal como Vossa Excelência é e será avaliada (talvez não precise de tanta grelha, mas será!!). Os Professores fazem um trabalho público! São avaliados diariamente. QUEREM UMA AVALIAÇÃO SÉRIA e não um faz-de-conta.
Mas acha, Srª MINISTRA, que é avaliar seriamente um Professor, quando: 1 – Um colega (que pode ter menos habilitações e não é da área disciplinar) vai assistir a TRÊS aulas em 150 aulas que um Professor dá à turma? É tão fácil BRILHAR em três aulas, mesmo que nas outras 147 não se faça nada! Os Professores já tiveram aulas assistidas nos estágios…. Sabem fazê-lo. Não têm medo disso, Srª Ministra!!! Isto é avaliação séria, Srª Ministra? 2 – Um colega Coordenador de Departamento é de Francês/Inglês (excelente profissional na sua área, mas como viveu muitos anos em França, tem dificuldades na língua Portuguesa) vai avaliar um colega de Estudos Portugueses que, por não ter tido tantos cargos como o primeiro, não é TITULAR e por isso vai ser avaliado nas suas aulas de Português (com 30 anos de serviço) pelo primeiro. Isto é avaliação séria, Srª Ministra? 3 – Um colega de Educação Tecnológica, com uma licenciatura da Universidade Aberta obtida há alguns anos, vai avaliar colegas de MATEMÁTICA do seu Departamento (Ciências Exactas), alguns já com o Mestrado na área (Repito: os colegas são excelentes profissionais, mas não PODEM SER avaliadores de quem tem mais ou diferentes habilitações do que eles. Eles não têm culpa e muitos desejavam não representar tal papel). Isto é avaliação séria, Srª Ministra? 4 – Um dos elementos da avaliação dos alunos é a progressão dos resultados escolares dos seus alunos. Srª Ministra, é tão fácil falsear a progressão dos resultados escolares dos alunos…se NÃO formos sérios e quisermos contribuir apenas para o sucesso estatístico. Acha que os Professores, sabendo que estes dados contam para a sua avaliação, vão dar classificações baixas? Isto é avaliação séria, Srª Ministra? 5 – E o dito portefólio ou "dossier pedagógico" ser outro factor na avaliação?! É tão fácil, hoje em dia, enchê-lo com materiais LINDOS, pedagógicos….mesmo que os alunos nem os tenham visto, mesmo que estes materiais não sejam nossos. Isto é avaliação séria, Srª Ministra? E finalmente, uma das aberrações do 2/2008 6 – O Presidente do Conselho Executivo, e simultaneamente Presidente do Conselho Pedagógico, não precisa ser TITULAR! Como explica isto Srª Ministra? A senhora Ministra criou esta distinção entre TITULARES e PROFESSOR! Então os Professores TITULARES não seriam aqueles que iriam desempenhar as funções de maior responsabilidade nas Escolas, um grupo altamente qualificado? Ou será que o Presidente do CE e do CP não é um cargo de responsabilidade? Como justifica que não seja necessário o título de TITULAR, se para outros cargos de menor importância, como Coordenador de Departamento ou de Directores de turma tal cargo é exigido? EXPLIQUE Srª Ministra! E quando este mesmo Presidente do Conselho Executivo tem apenas o equivalente ao antigo 7º ano (ou seja, é bacharel, depois de uma formação à distância de alguns meses)? Há TANTOS nas nossas escolas! Vai avaliar colegas com mestrados e licenciaturas? É ele que vai avaliar TODOS os colegas da Escola. Muitas vezes, para além de ter habilitação muito inferior aos avaliados, há anos que não lecciona! Isto é avaliação séria, Srª Ministra? 7 – Claro que há Professores, como há médicos, como há advogados, como há MINISTROS menos competentes. Mas acha que é assim que a situação vai melhorar? Quem não é tão bom profissional, vai continuar a não sê-lo e os bons agora também não têm tempo para o ser. Por que razão não se ajuda com avaliação formativa aqueles que têm mais dificuldades, sem o intuito de os penalizar? Acha que é justo um avaliador faltar às aulas das suas turmas (12avaliadosx3 aulas de 90mn= é só fazer as contas) para ir avaliar colegas? E os alunos ficam entregues a outros Professores que podem não ser seus? Então primeiro a avaliação dos Professores e depois a dos alunos? Isto é avaliação séria, Srª Ministra? Srª Ministra: - Sou uma professora que, tal como milhares neste país (a senhora viu quantos no 8 de Março, mas fez que não viu!), dediquei toda a minha vida ao Ensino. Dei sempre o meu melhor, trabalhei com gosto para os meus alunos, férias, fins-de-semana, noites; gosto de ensinar mas sinto-me REVOLTADA por a srª Ministra nos ter tirado (ou querer tirar) esse grande prazer: ENSINAR! - Sou uma Professora que, tal como milhares neste país, poderia ir agora para a reforma, mesmo com penalizações, mas VOU RESISTIR, não vou deixar que me obriguem a abandonar com mágoa, os meus alunos, a minha Escola! - Sou uma Professora que confio no bom senso e tenho esperança que ainda vá a horas de não deixar a degradação atingir, ainda mais as nossas escolas. - Srª Ministra oiça gente que sabe, (muita gente) dizer que é um crime o que se está a passar nas escolas portuguesas. Medina Carreira disse há poucos dias que se os pais tivessem a verdadeira percepção do que se está a passar na Escola em Portugal, viriam para a rua. Ele sabe do que fala. - Srª Ministra OIÇA os Professores. Eles estão nas Escolas, no terreno. Mais do que ninguém, eles estão a dizer-lhe que assim NÃO teremos sucesso educativo. Assim, o sucesso será apenas ESTATÍSTICO e ECONÓMICO! OS PROFESSORES (na sua maioria) SÃO SÉRIOS! QUEREM ENSINAR E QUEREM QUE OS SEUS ALUNOS APRENDAM! CONFIE NELES!OIÇA-NOS SRª MINISTRA!
http://sinistraministra.blogspot.com/2008/10/culpa-toda-sua-sr-ministra.html
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COMUNICADO DA APEDE
Constatando que os professores estão a radicalizar a sua luta e que muitos continuam empenhados em se manifestar no dia 15 de Novembro, sendo essa uma realidade à qual os movimentos independentes de professores têm de dar resposta, a APEDE reafirma, paralelamente ao apoio à manifestação do dia 8, manter o seu empenho na concretização da manifestação de 15 de Novembro, fazendo dela um momento organizativo para os professores que resistem nas escolas. Essa manifestação não pode nem deve ser entendida como uma iniciativa que pretenda contrariar a convergência expressa no comunicado conjunto da FENPROF/Movimentos de Professores. Ela pretende, tão-só, prolongar e aprofundar a acção de protesto do dia 8, mostrando que os professores, autonomamente organizados, não vão recuar perante as chantagens e as intimidações do Ministério da Educação. Apelamos a todos os professores que desejem manifestar-se no dia 15 que se organizem, designando representantes das escolas para participar num plenário a realizar numa data a definir, plenário destinado a dar fôlego e articulação organizativa à resistência desenvolvida nos estabelecimentos de ensino. Não queremos dividir. Queremos acrescentar.
A APEDE vem também desmentir declarações atribuídas ao seu porta-voz, Mário Machaqueiro, que sugerem que o nosso apoio à manifestação do dia 8 e a nossa concordância com o comunicado conjunto significam, da nossa parte, uma renúncia à exigência de que a Plataforma de Sindicatos rompa com o memorando de entendimento. O que foi dito à comunicação social aponta no sentido exactamente oposto: a APEDE regozija-se com o facto de os sindicatos afirmarem publicamente que esse memorando já não consegue responder à situação criada nas escolas e que é necessário exigir a suspensão imediata do modelo de avaliação. Consideramos, pois, que passos importantes foram dados em direcção a uma ruptura clara e inequívoca com o acordo que os sindicatos assinaram com a Ministra da Educação. E continuamos a aguardar que essa ruptura seja anunciada, pois só ela consegue fazer justiça às aspirações legítimas dos professores. O plenário que a Plataforma de Sindicatos tenciona realizar no dia 8 deverá constituir uma oportunidade para que seja decidida a denúncia do memorando de entendimento. E só assim o entendemos. A APEDE considera que, se essa ocasião se perder, os sindicatos darão um sinal profundamente negativo aos professores que esperam deles a determinação em apoiar a radicalização da luta nas escolas.
Manifestação - 8 Novembro
Olá colegas,
Nesta fase da contestação às políticas do ME e atendendo aos constrangimentos criados pela convocação de duas manifestações de professores (8 e 15 de Novembro), O Movimento PROmova partiu para o processo negocial com a Fenprof e os outros Movimentos com o lema “Unidos, ganhamos todos; divididos, perdemos todos”. A partir deste espírito, foi possível concertar posições à volta de um conjunto de princípios prioritários e indeclináveis para os professores, além de estruturantes da “genética” do PROmova, especificamente, a exigência de suspensão imediata deste modelo de avaliação do desempenho e a rejeição da divisão arbitrária e injusta da carreira que, entre outras injustiças, desacredita todo o processo de avaliação do desempenho. Como estes postulados se encontram salvaguardados no comunicado conjunto, não hesitamos em contribuir para a unidade dos professores, associando-nos à ideia de uma manifestação única de sindicatos e movimentos.
Neste sentido, apelamos a todos os educadores e professores portugueses para rumarem a Lisboa, no dia 8 de Novembro, dando um sinal inequívoco da sua força reivindicativa. Uns irão pelos seus sindicatos, outros irão pelos movimentos com que se identificam e outros irão por si próprios. Mas é importante que vamos todos!
Para nós, mantém-se o apelo que lançámos “Uma escola, um autocarro”, pelo que os professores que abriram, nas escolas, inscrições para o dia 15, devem manter essa iniciativa, transferindo-a para o dia 8, e apresentarem-se, em Lisboa, em nome da sua escola.
Aquele abraço
MANIFESTAÇÕES DE PROFESSORES - 8 de Novembro
In Jornal de Notícias
Apelos a sindicatos e movimentos de professores
Publicada por Movimento Escola Pública em 2:12













































