terça-feira, 21 de outubro de 2008

ESCANDALO EDP


Pois...depois vem a crise, o Estado intervém, nacionaliza os prejuízos, os lucros ficam nos bolsos dos privados responsáveis e ninguém vai preso !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



QUEM É ESTA GAJA?


ANA FERNANDES

...A NOVA CEO da EDP Renováveis
...que só vai dar dividendos em 2020!!!


VEJAM MAIS ESTE ESCÂNDALO:


Salário Milionário

Com uma remuneração anual fixa de 384 mil euros para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.
Ou seja, se todos os seus objectivos de desempenho forem cumpridos, Ana Maria Fernandes receberá mais
de 1,1 milhão de euros no seu primeiro ano como presidente de EDP Renováveis após a entrada da empresa na bolsa. Os valores mencionadosconstam do contracto de admissão.

NOTA: São quase 2.000 salários mínimos ou seja o trabalho de 143 anos pelo salário mínimo. Como é possível? É pior do que no Futebol. Assim a EDP obriga os clientes a pagar os erros da sua gestão, como nas dívidas incobráveis que quer exigir aos pagadores honestos.

HÁ QUE PERGUNTAR... COM QUEM SE DEITA???















PROmova - Comunicado




COMUNICADO

O Movimento de Professores PROmova, enquanto expressão espontânea do sentir dos professores nas escolas, não pode ficar indiferente ao estado de desânimo, extenuação e indignação que afecta a esmagadora maioria dos professores, em resultado da lógica kafkiana e da burocracia inconsequente que caracterizam o actual modelo de avaliação, impedindo-os de fazerem aquilo que melhor sabem, isto é, educar e ensinar com entusiasmo, motivação e desacorrentados de grelhas e fichas patéticas.

Consequentemente, os professores identificados com o Movimento PROmova consideram que a intenção que muitos colegas vêm expressando, no sentido de se juntarem numa manifestação, em Lisboa, no dia 15 de Novembro, constitui um momento ímpar para os professores de todo o país mostrarem que rejeitam, em definitivo, este modelo de avaliação de desempenho e as políticas educativas deste governo, na afronta que constituem à dignidade e ao respeito que a função docente deveria merecer numa sociedade civilizada.

Atendendo ao clima insuportavelmente triste e desalentado que se vive nas escolas, que apenas veio confirmar aquilo que o PROmova antecipara no ano lectivo anterior, sentimo-nos na obrigação de valorizar a manifestação do dia 15 de Novembro como uma iniciativa genuína da vontade individual dos professores, pelo que a mesma não deve ficar refém nem de sindicatos, nem de movimentos. Desta vez, os professores vão, espontaneamente, e por si próprios, manifestar a sua indignação, pelo que nenhum sindicato ou organização poderá afirmar que qualquer entendimento em vigor é a expressão do sentir de toda uma classe. Como tal, os professores não deixarão, certamente, de se organizarem nas escolas, segundo o lema "Uma escola, um autocarro", rumando a Lisboa, no dia 15 de Novembro.

Nesta sequência, aproveitamos para reafirmar a nossa incondicional oposição, tanto à lotaria que consumou a divisão arbitrária e injusta da carreira, como ao modelo de avaliação inconsistente e desacreditado que nela se suporta. Como pode um modelo de avaliação, que se quer sério e credível, sustentar-se numa diferenciação de professores que não avaliou desempenhos e desrespeitou currículos, formações, experiências e capacidades/empenhamentos? Alguém, com uma nesga de ética, o pode defender?

Além do mais, este modelo de avaliação está a provar ser improfícuo e, mesmo, contraproducente, pois não só esgota os professores inutilmente, como desmobiliza e desincentiva os mais empenhados. A filosofia penalizadora que o alimenta torna-o, quer um instrumento de desmandos para os mais deslumbrados e arrogantes, que assim encobrem lacunas pessoais e profissionais, quer um instrumento de humilhação para a esmagadora maioria dos professores, desautorizando-os e expondo-os ao ridículo, em aulas observadas em que se exige desde o pino a um enigmático timbre de voz, depois de décadas de uma docência valorizada por colegas, alunos, pais e sociedade.

É chegada a hora de darmos uma lição de democracia e de coragem a quem nos quer vergar.

Vamos rejeitar esta burocracia que funcionaliza a docência numa obsessão por condutas e por competências sem qualquer relevância pedagógica e didáctica.

E, como resposta à conflitualidade e à competitividade doentia em que nos querem mergulhar, vamos todos, em cada escola, definir os mesmos objectivos individuais e enveredar pelo trabalho em equipa e cooperativo, como recomenda aliás, uma recente resolução do Parlamento Europeu.

Por tudo isto, encontrar-nos-emos, em Lisboa, no dia 15 de Novembro.

Aquele abraço solidário.



Sobre a aposentação da Presidente da CCAP


Conceição Castro Ramos aposenta-se quando se avaliam 140 mil

A presidente do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores (CCAP), estrutura que supervisiona todo o processo de análise e classificação do desempenho, aposentou-se. Uma decisão surpreendente, por acontecer precisamente numa altura em que as escolas estão a generalizar a avaliação a todos os 140 mil profissionais da área.

Conceição Castro Ramos, nomeada para o cargo pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, no final de Novembro de 2007, tomou posse já a 21 de Abril deste ano, acabando por deixar as funções ao fim de pouco mais de cinco meses.

Contactado pelo DN, o Ministério da Educação limitou-se a confirmar a saída da especialista e a informar que "está em curso" o processo de preenchimento do cargo. Já Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), não escondeu alguma surpresa com a decisão: "É no mínimo estranho que, tendo tomado posse há tão pouco tempo, a doutora Conceição Castro Ramos não tenha desejado, pelo menos, acompanhar o processo até ao final do ano lectivo".

Fazia críticas "incómodas"

De resto, o sindicalista questionou mesmo se a aposentação não se terá ficado a dever a posições críticas sobre a avaliação docente assumidas recentemente pelo CCAP. "Espero que a doutora Conceição Castro Ramos não se tenha aposentado por haver algum incómodo", disse.

E acrescentou: "Sabemos que, na última reunião do Conselho das Escolas, a senhora ministra da Educação revelou um incómodo muito grande, porque as escolas citaram várias críticas do CCAP ao modelo de avaliação, como o facto de se poderem considerar os resultados dos alunos na avaliação do professor."

O Conselho Científico para a Avaliação do Desempenho dos Professores, terá concluído, de acordo com o SPGL:
(i) Que os avaliadores não possuem formação para avaliar os seus pares.
(ii) Que este sistema de avaliação do desempenho não tem repercussão positiva na prática pedagógica dos docentes e no sucesso efectivo dos alunos.
(iii) Que o modelo de avaliação em causa é, em si mesmo, promotor de conflitos pessoais e profissionais e gerador de um indesejável clima de instabilidade nas escolas.


Continuará sem resultar!


MANIFESTAÇÕES, COMBATES E ATENTADOS...


Tem sido visível uma campanha, enorme, movida contra os sindicatos e os sindicalistas, principalmente os dos professores e, em especial, a FENPROF.

Foi o Governo que a lançou: limitando os direitos sindicais, limitando a participação dos professores em reuniões sindicais, penalizando profissionalmente os sindicalistas... Não resultou!


Depois, foi o discurso, que Lurdes Rodrigues e Valter Lemos tanto repetiram (e, até, o Sócrates, em 5 de Outubro do ano passado), de que uma coisa eram os sindicatos outra os professores, para criar rupturas dentro da classe e isolar os sindicatos... Não resultou de novo!


Desvalorizaram as grandiosas manifestações convocadas pelos Sindicatos de Professores. Em 5 de Outubro foram mais de 25.000 e Lurdes Rodrigues disse que não viu. Em 8 de Março foram 100.000 e a mesma senhora disse que 100.000 ou 1.000 eram, para ela, a mesma coisa. Apesar dessa desvalorização... continuou sem resultar!

Lançaram campanhas difamatórias sobre os dirigentes sindicais. Os autores de tais campanhas eram anónimos ou simples desconhecidos, referiam sempre ter fontes bem informadas e nunca diziam exactamente o que se passava, mas apenas que que os sindicalistas teriam obtido, do ministério, privilégios imorais... Ainda assim, não resultou!

Passaram a concretizar a acusação, passando a mentir: os sindicalistas iam para titulares "à borla", houve um concurso a titular (para professores que tinham estado doentes no anterior) e logo disseram que era para os sindicalistas, fez-se passar que estes não seriam avaliados... e tudo o que de mais a criatividade permitiu... e mesmo assim não resultou!

Veio o Memorando de Entendimento, que parou a avaliação no ano passado, impediu que os professores fossem prejudicados nestes dois anos, salvou a Escola Pública de, no seu momento mais importante, entrar em ruptura, já prevê a alteração do modelo de avaliação e transferiu para este ano a continuação da luta (com outras condições, por ser ano eleitoral e ser mais penalizador para o governo de Sócrates e para o PS), e logo os do costume fizeram passar a ideia de que foi o memorando que impôs a avaliação, que foram os sindicatos a aprovar a avaliação e que teriam sido estes a aceitarem-na para este ano (ideia que Lurdes Rodrigues e Valter Lemos logo aproveitaram para as suas verborreias)...

São extraordinários e inesgotáveis os recursos do poder para parar a contestação, ainda mais em ano eleitoral que se quer tranquilo... não terão ainda percebido que a sua estratégia continuará sem resultar, pois os professores compreendem que enfraquecer ou abater os sindicatos - como pretende o governo - só serve a quem tanto os tem atacado e quer continuar a fazê-lo, tentando dividir, para poder matar a luta dos professores que tem sido e continuará a ser organizada pelos seus Sindicatos.

Esta é a minha reflexão que, se estiver de acordo, poderá reenviar. Apenas decidi escrever estas linhas por já não conseguir manter o silêncio perante a canalhice que está em marcha. Carlos Silva (Professor).



Mais uma a suspender...



Olá Pessoal!

Segue em anexo a moção que apresentámos na nossa Escola, "Escola Básica Integrada de Vouzela" com vista à SUSPENSÃO DA APLICAÇÃO DO NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO e que foi aprovada, unanimemente, em Conselho Pedagógico", no dia 15 de Outubro de 2008. Por agora, estamos livres de avaliação

Gostaríamos de agradecer aos autores do texto (professores do Agrupamento de Escolas de Aradas - Aveiro), que nos chegou via Internet e a partir do qual apresentámos a moção, com ligeiras modificações.

Pensamos que o texto está muito bem elaborado e reflecte as preocupações da generalidade dos professores, no que concerne à actividade docente e, em particular, à avaliação que nos querem impor.

Achamos que todos os agrupamentos deveriam passar este texto ou outro semelhante, como forma de se saber se, na verdade, os professores estão ou não de acordo com este modelo, altamente burocrático, e se os Conselhos Pedagógicos aprovariam ou não as moções.

Divulguem a todos os professores das vossas listas!
Em Novembro, todos a Lisboa!





Mensagem de um Professor


"DEIXEM-ME ENSINAR, PORRA!!!"

Manuel Piçarra, Professor de pecuária e de máquinas agrícolas

(recebido por mail)

Divulguem pelos vossos contactos!

Têm doutoramento, 33 anos de serviço



http://www.profblog.org/2008/10/tm-doutoramento-33-anos-de-servio-esto.html

Têm doutoramento, 33 anos de serviço, estão no 10º escalão e aposentam-se com 1500 euros

António Pina é uma das vozes mais críticas das políticas conduzidas pelo Governo de Sócrates. Brinda-nos com excelentes crónicas no JN. Ontem, escreveu sobre a debandada geral dos professores, fartos de humilhações, papelada e reuniões para tratar de papelada e de avaliação burocrática de colegas. Quem pode, foge. Muitos sujeitam-se a perder 40% do vencimento. Fogem para a liberdade. Deixam para trás a loucura e o inferno em que se transformaram as escolas. Em algumas escolas, os conselhos executivos ficaram reduzidos a uma pessoa. Há escolas em que se reformaram antecipadamente o PCE e o vice-presidente. Outras em que já não há docentes para leccionar nos CEFs. Nos grupos de recrutamento de Educação Tecnológica, a debandada tem sido geral, havendo já enormes dificuldades em conseguir substitutos nas cíclicas. O mesmo acontece com o grupo de recrutamento de Contabilidade e Economia. Há centenas de professores de Contabilidade e de Economia que optaram por reformas antecipadas, com penalizações de 40% porque preferem ir trabalhar como profissionais liberais ou em empresas de consultadoria. Só não sai quem não pode. Ou porque não consegue suportar os cortes no vencimento ou porque não tem a idade mínima exigida. Conheço pessoalmente dois professores do ensino secundário, com doutoramento, que optaram pela reforma antecipada com penalizações de 30% e 35%. Um deles, com 53 anos de idade e 33 anos de serviço, no 10º escalão, saiu com uma reforma de 1500 euros. O outro, com 58 anos de idade e 35 anos de serviço saiu com 1900 euros. E por que razão saíram? Não aguentam mais a humilhação de serem avaliados por colegas mais novos e com menos habilitações académicas. Não aguentam a quantidade de papelada, reuniões e burocracia. Não conseguem dispor de tempo para ensinar. Fogem porque não aceitam o novo paradigma de escola e professor e não aceitam ser prestadores de cuidados sociais e funcionários administrativos.

'Se não ficasse na história da educação em Portugal como autora do lamentável 'pastiche' de Woody Allen 'Para acabar de vez com o ensino', a actual ministra teria lugar garantido aí e no Guinness por ter causado a maior debandada de que há memória de professores das escolas portuguesas. Segundo o JN de ontem, centenas de professores estão a pedir todos os meses a passagem à reforma, mesmo com enormes penalizações salariais, e esse número tem vindo a mais que duplicar de ano para ano.

Os professores falam de 'desmotivação', de 'frustração', de 'saturação', de 'desconsideração cada vez maior relativamente à profissão', de 'se sentirem a mais' em escolas de cujo léxico desapareceram, como do próprio Estatuto da Carreira Docente, palavras como ensinar e aprender. Algo, convenhamos, um pouco diferente da 'escola de sucesso', do 'passa agora de ano e paga depois', dos milagres estatísticos e dos passarinhos a chilrear sobre que discorrem a ministra e os secretários de Estado sr. Feliz e sr. Contente. Que futuro é possível esperar de uma escola (e de um país) onde os professores se sentem a mais?'

Manuel António Pina

Leia também os post: 'professores reformam-se à média de 400 por mês'.

Nota final: para se ter uma ideia de quanto estes colegas vão perder, vale a pena ler a tabela de vencimentos dos professores. O vencimento ilíquido de um docente no 10º escalão é de 3004 euros mensais. Façam as contas!


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

LISTAGEM DE ESCOLAS QUE NÃO ESTÃO A IMPLEMENTAR O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO (PEDIDO)


Caros Colegas!

Tenho em mãos uma tarefa: proceder a uma Listagem das Escolas do País que estão a oferecer resistência na implementação do Novo Modelo de Avaliação de Desempenho, para na fase seguinte (espero rapidamente) dá-la a conhecer ao maior número possível de Colegas.

Preciso, por isso, da vossa colaboração:

enviem para o seguinte endereço electrónico cmvbgtomas@gmail.com

as informaçãos que tiverem, indicando

  • Nome/Localidade da(s) Escola(s) e ou Grupos Disciplinares
  • Tipo ou modalidade de resistência ( por ex. n/ calendarização de aulas assistidas, rejeição aprovada em C.P. do Novo Modelo de Avaliaç. em vigor, ou outras)

PS: por favor, reencaminhem a outros colegas. A colaboração de todos será preciosa.

Antecipadamente, agradeço a colaboração de todos, com o compromisso de vos reencaminhar a listagem conseguida.

Célia Tomás (Prof.de Filosofia da E.S.Odivelas)


Slogan de Obama

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Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE


QUE VERGONHA!
Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE


Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.
Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregador, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.
Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».
E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!».
E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».
Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».
Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE foram mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.
Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.
Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público.
Mas voltemos à nossa história. O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e
ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e
Natal e ajudas de custo.
Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE?
A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético.
E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não. A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.
Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.



Já agora façam lá o favorzinho de reenviar para a V/ lista de amigos, pelo menos sempre se fica a saber de coisas importantes que
retiram toda a credibilidade a esta cambada de MALANDROS deste País que de País só começa a figurar o nome.


QUE VERGONHA!...

CONTRA A ESPADA DE DÂMOCLES O MEU GRITO DE REVOLTA!

CONTRA A ESPADA DE DÂMOCLES O MEU GRITO DE REVOLTA!

UNIDADE E LUTA É O CAMINHO!

João Vasconcelos (*)

Sou membro do Conselho Nacional da Fenprof e também faço parte do Movimento Escola Pública pela Igualdade e Democracia. Mas acima de tudo sou um modesto professor. Um professor que discordou – tal como todos os professores do meu Agrupamento que reuniram no Dia D - do Memorando de Entendimento assinado entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical de Professores. E porquê? As razões encontram-se expostas num artigo que escrevi no passado dia 14 de Abril (antes do Dia D, 15 de Abril e em que a Plataforma já anunciara que aceitava o Memorando). Este artigo, com o título "Vitória Pírrica?", circulou pelos blogues e até motivou a criação do blogue http://fenixvermelha.blogspot.com/, (aqui se encontra como 1º artigo), perante o grande descontentamento e revolta face à previsível assinatura do memorando. Na reunião do Conselho Nacional da Fenprof, de Junho, continuei a discordar do acordo e, a realidade dos últimos desenvolvimentos – com apenas um mês de aulas – estão a provar a justeza das minhas posições (e de todos aqueles que não aceitaram o memorando, um pouco por todo o país).

Escrevi em "Vitória Pírrica?" que o «Memorando (…) se transformará numa grande vitória de Sócrates e da Ministra e numa profunda e dramática derrota dos professores, se estes não continuarem vigilantes e mobilizados. Afinal o que se conseguiu com o Memorando? Muito pouco, tendo em conta que vieram 100 mil professores para a rua. A Marcha da Indignação do passado dia 8 de Março é a prova provada do descontentamento e da revolta de uma classe profissional como nunca se viu neste país. E tudo levava a crer que os professores estavam dispostos a continuar uma luta que só agora a iniciaram em força. Ficamos com um sentimento de vazio e com uma sensação de que era possível ir muito mais além. Conseguiram os professores uma vitória pírrica? Se assim foi, vão ser, nos próximos tempos, inevitável e clamorosamente derrotados. E a Escola Pública vai ser, inexoravelmente destruída».

Efectivamente, digo e reafirmo hoje que os professores conseguiram "uma mão cheia de nada" e a questão central – esta avaliação de desempenho - apenas foi protelada no tempo. Com uma agravante: bem muito pior do que julgou a Plataforma Sindical. Passou apenas um mês de aulas e os docentes estão fartos, já não aguentam mais. Tal como no início do ano, a sua revolta surda sente-se e ouve-se nas escolas e vai explodir de novo. É por isso cedo para Sócrates e a Maria de Lurdes cantarem vitória, pois os professores vão mobilizar-se de novo e voltar à rua, não obstante ter sido assinado um Memorando de entendimento. A próxima vitória não poderá ser à moda de Pirro – as consequências para a classe docente seriam desastrosas.

Voltando ao artigo, sublinhava a dado passo: «Só nos meses de Junho e Julho de 2009 – como prevê o Memorando – é que haverá 'um processo negocial com as organizações sindicais, com vista à introdução de eventuais modificações ou alterações' do modelo. Mas então não se trata de um modelo de avaliação altamente burocrático, injusto, punitivo, subjectivo, arbitrário, economicista, quer vai manter as quotas e assente numa estrutura de carreira dividida em duas categorias? É este o cerne da questão – o Estatuto da Carreira Docente tem de ser revisto, alterado, revogado e os professores jamais poderão aceitar estarem divididos, de forma arbitrária, em duas categorias. O grito dos professores mais ouvido foi: 'categoria só há uma, a de professor e mais nenhuma'. Disto não podemos abdicar».

Reafirmo que aqui reside o cerne da questão – trata-se de um modelo de avaliação que divide os docentes em duas categorias e que é economicista, punitivo, subjectivo, arbitrário, injusto e terrivelmente burocratizado. Veja-se o que está a acontecer nas nossas escolas – são reuniões e mais reuniões, grelhas para tudo e para nada, objectivos individuais que não têm ponta por onde se pegue, mais instrumentos para isto e para aquilo, são os inúmeros planos de aula, as aulas assistidas por titulares com formação científica diferente dos assistidos, é o receio da não obtenção de créditos e a penalização daí decorrente, é a conflitualidade nas escolas a aumentar (e infelizmente há sempre os mais papistas que o Papa). São medidas que não promovem a melhoria pedagógica e científica, antes pelo contrário e que visam o controlo administrativo dos professores e a proibição de ascenderem ao topo da carreira. É a Espada de Dâmocles que se encontra suspensa sobre a cabeça dos professores e educadores deste país. Nunca, em caso algum, a Plataforma Sindical –e em particular a Fenprof, como a estrutura sindical mais representativa da classe docente – devia ter assinado um acordo que contemplasse a manutenção do actual ECD. E os professores estavam dispostos a continuar com a luta.

Concluía em "Vitória Pírrica?" que os professores «terão de continuar a lutar (…), mostrando à Plataforma Sindical que é possível obter conquistas bem mais significativas (…). A Plataforma deverá continuar a manter a unidade e continuar a ser a porta-voz dos anseios e reivindicações dos professores. Um passo precipitado ou mal calculado poderá deitar tudo a perder, depois será tarde demais para voltar atrás. Por mim não assinava o acordo e continuava com a luta. Há razões muito fortes para tal. Temos a força de 100 mil professores na rua. Este é o nosso ponto forte e, simultaneamente, o ponto fraco de Sócrates, de Maria de Lurdes e do governo».

Os 100 mil professores que protagonizaram a Marcha da Indignação no passado dia 8 de Março nas ruas de Lisboa, responderam em uníssono aos apelos dos Sindicatos e dos Movimentos. A unidade foi a razão da nossa força e todos compreenderam isso. Cometeu-se um erro com a assinatura do Memorando. Mas tudo isto pode ser ultrapassável continuando a apostar na unidade e de novo na luta. Um novo passo errado acarretará, certamente, consequências desastrosas para o movimento docente e para a Escola Pública, que perdurará por largos anos. Respondendo aos anseios, aspirações e revolta dos professores alguns Movimentos convocaram uma manifestação nacional, para Lisboa, dia 15 de Novembro. Mais uma vez os Movimentos se anteciparam aos Sindicatos, não havendo nenhum mal nisto. Já não vivemos nos séculos XIX e XX, a vida mudou, os tempos são outros – só não mudou a exploração e a opressão dos poderosos sobre os mais fracos, antes agravou-se. E os Movimentos hoje fazem parte da vida e das lutas dos Povos. Assim como os Sindicatos continuam a ser imprescindíveis – quem não compreender isto não percebe a realidade onde se movimenta.

A divisão será o pior se acontecer no seio dos professores e em nada acrescentam as declarações anti-sindicais ou anti-movimentos. Todos fazemos falta, tal como aconteceu no passado dia 8 de Março. Quem protagonizar a divisão só irá dar mais força a um governo que despreza, massacra e procura destruir a classe docente e a Escola Pública e, será meio caminho andado para, mais cedo do que espera, ficar arredado da marcha inexorável da História.

O meu apelo é para que todos se entendam – Sindicatos e Movimentos de Professores – chegando a um consenso para a realização, em conjunto, de uma poderosa Manifestação Nacional no mês de Novembro. Condição indispensável para a obtenção da vitória. Os professores irão provar que têm voz e que têm força. Entendimento sim, mas desde que se aniquile o "monstro" (esta avaliação de desempenho e o ECD). Caso contrário, seremos devorados. Contra a "Espada de Dâmocles" o meu grito de revolta! Unidade e luta é o caminho!

(*) Membro do Conselho Nacional da Fenprof, do Movimento Escola Pública e Delegado Sindical na Escola E. B. 2, 3 D. Martinho de Castelo Branco – Portimão

Nota: Caso considerem útil, agradeço a divulgação pelos vossos contactos e blogues.


O Magalhães, o porco e o Sócrates (o outro)

O Magalhães, o porco e o Sócrates (o outro)
01.10.2008, Santana Castilho

Fornecer tecnologia sem cuidar da literacia que a permite utilizar é
drasticamente pobre

Sobre o Magalhães (refiro-me ao computador português feito no
estrangeiro) já se escreveram muitos e interessantes comentários, uns
a favor e outros contra. Tudo visto, parece-me que resta uma
generalizada (mas para mim preocupante) aceitação da medida.
Ouviram-se escolas e professores sobre a iniciativa? Não, porque por
elas pensa a ministra, para quem o Magalhães constitui "o instrumento
principal da democratização do ensino"; ponderou-se o impacto que a
tecnologia tem na melhoria do aproveitamento escolar dos jovens,
analisando estudos disponíveis sobre a matéria, que concluíram pela
sua irrelevância? Não, porque o coordenador do Plano Tecnológico já
disse ao que vai: dois alunos por computador em 2010!
Dou de barato não saber que critérios presidiram à escolha deste
computador e não de outro, da Intel ou da empresa de Matosinhos, e
simplesmente não engulo a fantasia da ausência de custos para o
Estado. Mas o que acho verdadeiramente preocupante é a generalizada
adesão ao culto duma modernização pacóvia, que tudo resume ao mero
mercantilismo (e não utilitarismo, como muitos impropriamente referem
o conceito que, enquanto teoria filosófica, é coisa bem diferente). A
formação sólida, que constitui a missão da Escola e dos professores,
deve assentar numa clara hierarquia de valores: primeiro o
conhecimento puro, depois o instrumental. Mas o que se tem feito
ultimamente é a secagem das actividades cognitivas, substituindo-as
pelas meramente instrumentais. Foi assim que se trocaram clássicos da
literatura por textos ditos pragmáticos (simples formulários, notícias
jornalísticas ou mensagens publicitárias) e se preferiram as
actividades conducentes à aquisição de "competências" em detrimento
das actividades de forte componente cognitiva. Foi assim que se
enfraqueceu o ensino da Gramática, da Filosofia e da História e se
reforçaram iniciativas híbridas ("área projecto" e "estudo
acompanhado"). Surpreendente? Não, se tivermos em vista que quem
decide são tecnocratas deslumbrados pela tecnologia e convencidos que
os "bichavelhos" são suficientes para educar o povo.
Parece-me evidente que há mais gente satisfeita com este bodo de
Magalhães a eito que gente insatisfeita e ciente, como eu, de que as
crianças do ensino básico não vão aprender melhor a ler e a
interpretar o que lerem por causa dos computadores; ou de que não
aprenderão mais cedo e melhor a Matemática fundamental por via do
Magalhães; ou de que não se iniciarão precocemente na actividade de
pensar e perceber o que as rodeia, por via do portátil. E é aí que
reside o problema: fornecer tecnologia sem cuidar da literacia que a
permite utilizar é drasticamente pobre. O impacto da componente
cognitiva do ensino só pode ser comparado com o da sua vertente
instrumental por quem conhece as duas e tem do exercício profissional
uma autoridade que os tecnocratas desprezam. O tecnocrata é por norma
e por formação pouco sólida um fanático da tecnologia, que com ela se
satisfaz e nem sequer aprende com a natureza efémera de tantos
projectos tecnológicos (lembram-se do ensino assistido por computador,
do Minerva, do Nónio, das Cidades Digitais e do endereço electrónico
para cada português, entre outros?).
Stuart Mill referiu-se assim a esta questão fundamental do pensamento
e da natureza humana:
"É indiscutível que o ser cujas capacidades de prazer são baixas tem
uma maior possibilidade de vê-las inteiramente satisfeitas; e um ser
superiormente dotado sentirá sempre que qualquer felicidade que possa
procurar é imperfeita. (...) É melhor ser um ser humano insatisfeito
do que um porco satisfeito; um Sócrates insatisfeito do que um idiota
satisfeito. E se o idiota ou o porco têm opinião diferente, é porque
apenas conhecem o seu lado da questão. A outra parte da comparação
conhece ambos os lados..."
Professor do Ensino Superior


A maior economia poderá ficar sem fundos para pagar aos serviços públicos antes do final do mês


As últimas da crise global.......parece que isto está mesmo a ficar feio ...... mas apenas para os que vivem e trabalham honestamente.........infelizmente ......
Crise financeira
Jean-Claude Juncker lembra que a crise ainda não acabou
e ainda:

AIG e Fortis 'estoiram' dinheiro em luxo depois de saírem da falência

Crise financeira/EUA

Mais de metade dos estados sem liquidez para pagar serviços públicos até ao final do mês

O presidente do Eurogrupo, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, alertou hoje que é ainda muito cedo para dar o sinal de que a crise financeira já passou, considerando qualquer entusiasmo «exagerado»

«Apesar da reacção positiva dos mercados nos dois últimos dias, não há razão para declarar o fim da crise financeira e passar a um estado de entusiasmo exagerado», disse Juncker no parlamento luxemburguês.

Jean-Claude Juncker é também primeiro-ministro e ministro das Finanças do Luxemburgo, para além de presidente do Eurogrupo, que reúne os ministros das Finanças dos 15 países da zona Euro.

Numa tentativa desesperada de restaurar a confiança no sistema financeiro, os governos europeus destinaram cerca de 2 biliões (milhões de milhões) de euros para ajudar os bancos enfraquecidos com a crise e garantir os empréstimos entre entidades financeiras.

Na segunda-feira, os mercados bolsistas na Europa receberam bem as medidas, com muitos a registarem subidas recorde.

Ainda assim, as bolsas recuperaram de níveis baixíssimos a que tinham chegado na semana passada, uma das piores em muitos anos.

Crise financeira

AIG e Fortis 'estoiram' dinheiro em luxo depois de saírem da falência

Depois de os dinheiros estatais terem salvado o mercado, a seguradora AIG gastou 330 mil euros em banquetes, partidas de golfe e massagens num resort da Califórnia. Já o Fortis levou 50 distribuidores a Monte-Carlo e pagou-lhes um pequeno-almoço de três mil euros por pessoa

A polémica instalou-se. Algumas das instituições bancárias que estavam à beira da falência e que foram salvas pelos planos de emergência financeira do seu país decidiram 'festejar' os novos tempos de bonança com luxo, como explica o Jornal de Negócios.

Poucos dias depois de o Governo norte-americano ter salvado a seguradora AIG, alguns dos seus executivos gastaram centenas de milhares de dólares num SPOA de luxo na Califórnia. A factura, paga pela AIG, ascende aos 330 mil euros em alojamento, partidas de golfe e massagens.

A Casa Branca considerou «bastante desprezível» a atitude dos líderes da AIG. Mas a seguradora não foi a única.

Na Europa, o Fortis organizou um evento gastronómico num dos melhores restaurantes do Mónaco, pouco tempo depois de o BNPO Paribas o ter resgatado. A factura foi de 150 mil euros por um pequeno-almoço para 50 pessoas no Hotel de Paris Monte Carlo, ou seja, três mil euros por pessoa.

As condutas de ambas as instituições estão a causar indignação junto de académicos e líderes políticos, que consideram que esta vai ser também uma parte importante na história que esta crise está a fazer.

Crise financeira/EUA

Mais de metade dos estados sem liquidez para pagar serviços públicos até ao final do mês

A crise financeira deixou quase sem liquidez vários Estados dos EUA, entre eles a Califórnia, a maior economia do país, que poderá ficar sem fundos para pagar os seus serviços públicos antes do final do mês

Os problemas de acesso ao crédito que afectam empresas e particulares, prejudicaram a capacidade económica dos gestores públicos, que já anunciaram subidas de impostos, despedimentos de funcionários e redução de custos nos investimentos em saúde e educação.

Segundo dados do 'Center On Budget and Policy Priorities', encontram-se na situação de fraca liquidez a médio prazo mais de metade dos estados, 29 dos 50 estados, uma realidade imediata que já atingiu a Califórnia.

O executivo do governador Arnold Schwarzenegger porá à venda na próxima semana um pacote de títulos do Tesouro, com vista a obter liquidez suficiente para cobrir os gastos diários, contudo a crise financeira poderá limitar os ganhos da operação planificada por este governo estadual.

John Chiang, analista económico independente do governo californiano, assegurou que o executivo poderá ficar sem liquidez a 29 de Outubro se a operação de títulos não surtir efeito.

Schawarzenegger já escreveu uma carta ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos a pedir para que lhe sejam emprestados 7.000 milhões de dólares de fundos federais e sair da situação de apuro.

No Tennesse, as autoridades prevêem uma redução de postos de trabalho governamentais de pelo menos de 2.000 pessoas.

No Ilinois foram reduzidos os fundos destinados à assistência infantil, saúde mental e outros serviços de jovens.

No Nevada, o estado dos casinos e onde o governo não tem impostos estaduais, as receitas projectadas para o exercício fiscal de 2008 baixarão face a 2007, ou seja, 12% no consumo, 31 por cento no caso das taxas referentes às transacções imobiliárias e 16 por cento nos lucros decorrentes do jogo, o que provocou a redução das despesas sociais relacionadas com saúde e infância.

Também um estudo do Rockefeller Institute of Government, os estados do Arizona, Califórnia, Florida, Michigan e Rhode Island são neste momento os que sentiram mais a crise financeira, ainda que se aponte os poblemas fiscais que estenderam de imediato ao Connecticut, Nova Jersey e Nova Iorque.

"Sol"


Objectivos Individuais


Definição de Objectivos Individuais

Chamamos a atenção para os seguintes aspectos:

1- O Regulamento Interno dos Agrupamentos / Escolas deve definir o calendário anual de desenvolvimento do processo de avaliação (incluindo o prazo para a definição dos objectivos individuais). (Art. 14º do Dec. Reg. 2/2008 de 10 de Janeiro).

2- A definição dos objectivos individuais deve estar de acordo com os objectivos e metas fixadas no projecto educativo e plano anual de actividades que devem ter sido aprovados pelos órgãos competentes. (Art. 8º e 9º do Dec. Reg. 2/2008 de 10 de Janeiro).

3- Os objectivos individuais são fixados por acordo entre o avaliado e o avaliador. Na falta de acordo prevalece a posição do avaliador. Neste caso o avaliado deve registar esse facto na ficha de auto-avaliação. (Art. 9º do Dec. Reg. 2/2008 de 10 de Janeiro).

4- O docente tem direito a que lhe sejam garantidos os meios e as condições necessários ao seu desempenho, em harmonia com os objectivos que tenha acordado. (Art. 11º do Dec. Reg. 2/2008 de 10 de Janeiro).

NOTA: Devem os professores exigir que as condições previstas na lei sejam respeitadas. Caso sejam obrigados a definir objectivos sem que estejam criadas as condições acima referidas devem anexar ao documento de definição de objectivos individuais um texto em que registem a ocorrência.

Chamamos ainda a atenção para leitura atenta das Recomendações do CCAP e particularmente a Nº 2 – Princípios orientadores sobre a avaliação do processo de avaliação do desempenho docente. (www. ccap. min-edu. pt)

Magalhães - que coisa surreal! - Testemunho de um professor



'Sou coordenador TIC do meu Agrupamento de Escolas e fui convocado para me deslocar ao parque tecnológico de Cantanhede para receber formação sobre o tão propalado portátil Magalhães. Lá fui eu para dois dias de trabalho, cujo programa era, em 90%, composto pela expressão « jornada de trabalho com a Intel»:

Hoje estou aqui para relatar aquilo que se passou naqueles dois dias, e se o estou a fazer, é porque algo de relevante se passou.

Pelas reacções que tinha lido nos fóruns relativamente às mesmas sessões de Porto e Lisboa, já ia a contar que aquilo não seria o que eu esperava; mas longe de mim imaginar que iria assistir a uma coisa absolutamente surreal.

Primeira nota triste do evento: a organização distribuiu «pen drives» de um Gb, oferta da Intel contendo toda a documentação. Acontece que tinham umas 100 unidades para dar a 200 pessoas. Claro que metade (incluindo eu) ficámos a ver navios, havendo dignos colegas que se assambarcaram de duas ou mais, facto que também não me causa qualquer espanto. Mas para a Organização tratou-se de mais uma normalidade!

Comecemos pela manhã de Quinta-feira, onde fomos levados, em grupos, para pequenas salas do complexo, onde supostamente nos iriam ser dadas directrizes relativamente ao Magalhães e às suas potencialidades em contexto educativo, para nós transmitirmos aos professores do 1º ciclo. Aliás, esse deveria ter sido o grande objectivo deste encontro; recebermos formação para a replicar junto das escolas envolvidas.

Ao invés disso, e para ser muito mais sucinto do que gostaria nesta crónica, somos brindados com apresentações de powerpoints em português, lidas em Inglês com sotaque russo, traduzido por senhoras contratadas para o efeito, como se nunca tivéssemos ouvido uma palavra em Inglês na vida e como se isso fosse o entrave à formação. Num parque dito tecnológico, as redes funcionavam mal ou não funcionavam, ninguém sabia ligar, o senhor russo ia ironizando como se estivesse num país de 3º mundo e a senhora tradutora ia tentando fazer a uma espécie de ponte entre surdos mudos. A seguir, mais um estrangeiro qualquer a debitar informação em inglês sobre um powerpoint em português e depois apareceu um brasileiro (ena!!! Um brasileiro!!!) mas que nada de útil nos transmitiu.

Ou seja, depois de uma manhã onde absolutamente ninguém aprendeu nada de útil sobre os Magalhães que qualquer jeitoso de informática não domine, ninguém imaginava que o pior estava para vir.

Eis que pelas 14 horas iria começar uma das melhores sessões de circo a que os meus olhos assistiram até hoje. O speaker de serviço que ostentava na lapela uma identificação de uma empresa que não conheço, mas que nem era do ME nem da Intel nem da JP Sá Couto, apresentou as três senhoras que tinham vindo expressamente dos States, com chancela da Intel, para nos brindarem com uma sessão de trabalho inolvidável. Eis que aparecem 3 senhoras com ar de quem está reformado há 20 anos, nos EUA, mas que em Portugal estariam no auge da carreira. Depois das simpatias ao país e de demonstrar que nada de útil iriam transmitir, resolveram propor aquilo que as trouxe ao, pensam elas, Burkina Fasso da Europa. Desde logo me demarquei e senti vontade de abandonar a sessão, mas os colegas... ah e tal... esquece isso... e tal.... Não te enerves... isto é sempre assim... e tal! Continuei a assistir e a incredulidade ia aumentando.

Aquelas 3 senhoras, acham que uma sessão de trabalho com a Intel é propor a 200 professores que inventem uma cantiga ao Magalhães, e se possível com teatro à mistura. Como eu e mais alguns colegas (muito poucos) mostrámos alguma estupefacção pelo que se estava a passar, uma das senhoras americanas apressou-se a dizer, bem alto e em tom ameaçador, que quem não participasse não seria incluído no sorteio de um Magalhães que iriam oferecer.

E, meus caros leitores, era ver 200 professores imbuídos naquela actividade com todo o afinco; sei que muitos grupos trabalharam online pela noite dentro e ao outro dia de manhã, os meus olhos ficaram estarrecidos com a produção apresentada. O desfile dos «trabalhos», (era assim que lhe chamavam) começou, e desde o malhão do Magalhães, até à vida de marinheiro do magalhães, passando por coreografias com adereços circenses, tudo de «útil» passou por aquele palco, até as náuseas me obrigarem a sair. Apenas voltei a entrar para ir junto da senhora que tinha o saquinho das senhas para o sorteio e dizer-lhe que não iria colocar lá o meu papelinho.

Conclusão: à bela maneira dos professores portugueses, que são exímios na arte de obedecer, mesmo não concordando, e na arte de produzir conteúdos, ainda que lúdicos (pena ter sido num contexto absurdo), toda a gente parecia achar aquilo ridículo, mas apenas eu e o meu amigo Paulo Pereira resolvemos sair e mostrar a nossa indignação a uma senhora da DREC que, educadamente, tal como eu na abordagem que lhe fiz, esgrimiu as fundamentações para aquelas «sessões de trabalho com a Intel».

Salvou-se a Microsoft e a Caixa Mágica que, na sexta à tarde, nos mostraram, finalmente, algo de útil; no final pedi a palavra para dizer que apenas aquela tarde se tinha salvo no meio das inutilidades que caracterizaram aqueles dois dias, o que, pasme-se, faz arrancar um caloroso aplauso da plateia.

Alguém me explique como se eu tivesse 8 anos, como é possível convocar 200 professores para dois dias de trabalho com a Intel, com a apresentação do «Magalhães» em pano de fundo e, basicamente, 3 senhoras americanas, apoiadas por pessoas de... uma empresa (!), gastarem um dia a obrigar-nos a produzir teatrinhos e cantigas para miúdos de 6 anos, outro meio dia gasto com russos a lerem powerpoints em pseudo inglês, escritos em Português, com tradução por senhoras contratadas.

Como professor e coordenador TIC senti-me vexado nestes dois dias. Aquelas senhoras devem pensar que somos um bando de imbecis e nunca vimos um computador na vida; tudo isto pago pela DREC, cuja Directora, no final, enalteceu o evento.

Relativamente aos meus colegas, mostraram, como sempre, que tudo são capazes de fazer, mesmo o ridículo, mas ficou, essencialmente, a prova de como não há-de o Ministério fazer de nós gato-sapato a seu bel-prazer!!!

Nota: O Magalhães é um excelente equipamento e, mesmo sem aposta na formação e com esta atabalhoada distribuição, julgo ser uma mais valia efectiva para a modernização do caquéctico ensino do 1º ciclo em Portugal.

Aqui fica um video que apanhei durante uma das actuações que mais aplausos arrancaram. '
http://www.youtube.com/watch?v=YJ_kLTRfRJ0


Sic transit gloria Res Publica (Assim vai a glória da República)


É DE DIVULGAR, POIS PODE SER QUE ALGUÉM TENHA CORAGEM DE DENUNCIAR
ESTES FACTOS.
ESTES SENHORES/AS DEVIAM ESTAR ERA NA PILDRA EM VEZ DE ANDAREM
A ENVERGONHAR O PAÍS. AGORA DÁ PARA ENTENDER AS ALTERAÇÕES NO
CÓDIGO PENAL E DO PROCESSO PENAL.
É CONTINUAR A FARTAR VILANAGEM.

A casa de Sócrates no registo predial, não passa de um simples
apartamento.
Na verdade trata-se de uma casa senhorial no coração de Lisboa.
São cinco assoalhadas dum 3º andar no edifício Heron Castilho.
Tem 150 metros quadrados, avaliados em 800.000 euros, que
custaram em Fevereiro de1996, 240.000 euros.
Antes vivia num modesto apartamento T2 na calçada Eng. Miguel
Pais, em São Bento. Na garagem tem um Mercedes C230. Longe vão
os tempos em que conduzia um modesto Rover 111.
Além disto frequenta restaurantes caros e usa fatos de marca.
Como pode Sócrates viver como um homem rico, com 82 mil euros
brutos (57 mil líquidos) que declarou ao Tribunal
Constitucional ganhar por ano? Diz não ter rendimentos de
quaisquer empresas, acções ou planos de poupança. O único
património que diz ter é o carro, a casa e ordenado.
Esqueceu-se de dizer que foi sócio da Sovenco? Sociedade de
Venda de Combustíveis Lda., com sede na Reboleira, Amadora, em
que está registado na matrícula da sociedade. No seu site
Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, não consta este pormenor.


Segundo fontes, o Ministério Público está a investigar os
investimentos governamentais efectuados nas áreas do tratamento
de resíduos urbanos, e a sua relação com o financiamento de
actividades partidárias, durante o período em que José Sócrates
exerceu funções governativas (Ministro do Ambiente de António
Guterres).
Uma das principais dúvidas recai sobre o processo de
adjudicação do concurso para o sistema da recolha e tratamento
de resíduos do Planalto Beirão.
A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de
Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima
Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.


Sócrates finge, agora, não se lembrar dessa sociedade que fez.
E porque se tenta ele esquecer?
Porque:
Armando Vara - condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa);
no entanto recebeu o prémio do amigo José Sócrates, e agora é
ADMINISTRADOR DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, com 20.000,00 euros
por mês, mais extras.
Fátima Felgueiras - andou foragida da Justiça no Brasil dois
anos; HOJE É ELEITA PRESIDENTE DE CAMARA DE FELGUEIRAS, e tem
imunidade parlamentar.
Virgílio de Sousa - condenado a prisão por um processo de
corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua.


Compreende-se que Sócrates não se queira lembrar. Que "ricos"
amigos, hein?...Como é mesmo aquele provérbio?...
"Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!"
Sócrates já não se lembra...Convém que o pessoal não se
esqueça!!!


Se o mundo pudesse votar nas eleições americanas...

Se o mundo pudesse votar nas eleições americanas...

Clicar no endereço abaixo para poder votar e ver os resultados.

http://www.iftheworldcouldvote.com/

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

É verdade! Aplicação on-line da avaliação desempenho da DGRHE É DE VERDADE!




http://www.dgrhe.min-edu.pt/Portal/Webforms/Escolas/Avaliacao_Desempenho.aspx


É mesmo verdade!!!! Eles inventaram uma aplicação on-line para avaliação de desempenho!!!
VOU MESMO ÁS DUAS MANIF's PORQUE COM GENTE ASSIM NÃO SE BRINCA... ESTES TIPOS SÃO DO PIOR!!!! NÃO SE MEXAM NÃO!


Henrique Medina Carreira - A verdade deste País dita sem papas na língua


Não deixe de ouvir este Homem. Diz tudo o que nos vai na alma sem censura nem pudor! Faz tão bem saber que não estamos todos cegos, surdos e mudos!


http://www.youtube.com/watch?v=Q_UvcCMVdWs&feature=related

Algumas das atrocidades do Orçameto de 2009 para a EDUCAÇÃO



São diabólicos! Pensam em tudo para tramar os professores. A lei do orçamento dispensa a publicação em DR da delegação de competências

Dá vontade de fugir deste país, não dá?
Numa leitura apressada da Proposta de lei do orçamento para 2009 (podem entrar pelo endereço http://www.dgo.pt) encontrei 3 artigos que vêm tramar ainda mais a vida aos professores:
artigo 33º (página 32)
Descentralização de competências para os municípios no domínio da Educação.

artigo 138º (páginas 216 e 217)

Alteração ao Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro

(Dispensa a publicação em DR das delegações de competências)

artigo 139º (página 217)

Actualização dos suplementos remuneratórios

(é provável que se aplique aos futuros directores das escolas)

Somem tudo e tirem as vossas conclusões:
1. Primeiro foi a pressa em colocar na webpage da DGRHE a aplicação informática para os PCEs e coordenadores de departamento colocarem informação em tempo real sobre o processo de avaliação de desempenho. Assim que forem colocados os objecivos individuais na aplicação informática, o processo torna-se imparável e entra em velocidade de cruzeiro.
2. De seguida, aproveitam a Lei do Orçamento para aprovarem uma alteração que visa suspender a obrigação legal da publicação em DR da delegação de competências de avaliação.
3. E por último, o suplemento para os directores das escolas. É a cenoura na ponta do pau. Como quem diz: "estejam connosco que vem aí subsídio!"



Já os arabes falam da Avaliação de Desempenho dos Docentes Portugueses


Um sábio Árabe disse:

للأعيان وعدد أعبحت الشعببانية يتم ماعية و تعيينهمللأعياننواب
حسب الدستور المعدل عام أصبحت إسبانيا دولة قانون إجتماعية و ديمقراطية تحت نظام ملكي برلماني. الملك منصبه فخري و رن و واحدئيس الوزراء هو الحاكم الفعلي للبلاد. البرلمان الإسباني مقسم الى مجلسين واحد للأعيا وعدد أعضاء يبل عين و واحد للنواب و عدد نتائج الانتخابات نائب. نتائج الانتخابات الأخير مباشرة من أصبحت الشعبسنوات، بينما كل 4 سنوات، بينما يعين1 عنتخاباتضو من مجلس الأعيان و ينتخب الباقون الشعب أيضاً. رئيس الوزراء و الوزراء يتم تعيينهم من قبل البرلمان اعتماداً على نتائج الانتخابات النيابية. أهم الأحزاب
الإس أصمقسم الى مجلسين واحد للأعيان ( وعدد الشعببانية يتم ماعية و تعيينهمللأعيان

Profundo, não é...?

Não fiques envergonhada(o) eu também chorei....!!! principalmente na parte em que diz:
أصبحت إسبانيا دولة قانون إجتماعية و ديمقراطية تحت نظامبرلماني. الملك منصبه فخري و رن و واحدئيس الوزراء هو الحاكم..

PS - Pois é. É exactamente assim a avaliação do desempenho docente!...


ESCÂNDALO- SERÁ MESMO VERDADE


Com o 9.º ano, 50 anos de idade e refoma de mais de € 3.000 euros...

GRANDE ESCÂNDALO


O Sr. Presidente da República não deve conhecer esta. Será que alguém lha pode enviar?

Espalhem esta mensagem para as pessoas saberem a verdade.


Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.

A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a € 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» -apesar de as suas habilitações iterárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.

A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.

Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.

Triplicar o salário - Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um

ordenado líquido de € 4.000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da
Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril.


O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.

A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para € 2.000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao Expresso Vasco Franco.

Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de € 5.000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais € 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (?????), e cerca de € 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.



Agrupamento de Armação de Pêra suspende avaliação

Um exemplo a seguir colegas. E o movimento vai alastrar. Porquê esperar mais? Haja coragem.

J. V.

15 DE NOVEMBRO - A MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES! - Tem de chegar ao maior número possível!





15 DE NOVEMBRO - A MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES!

A MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES É DIA 15 DE NOVEMBRO.

A manifestação dos sindicatos é dia 8 de Novembro.


Colega,

Se puderes, vai a ambas, se assim for o que te diz a consciência, e achares que é importante para a Luta.

Caso só possas ir a uma delas e quiseres fazer parte da História da Luta dos Professores pela Dignidade da sua Profissão e pela Defesa dos seus Direitos e do Ensino Público de Qualidade não faltes à manifestação de dia 15, a MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES.

A Manifestação de dia 15 de Novembro terá mais impacto, pois será histórica, porque só essa foi convocada pelos próprios professores e já está oficializada!

Para estares actualizado sobre ela, vai consultando o blogue do MUP, onde diariamente serão dados pormenores da organização:

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/


TODOS SEREMOS POUCOS!

UMA ESCOLA, UM AUTOCARRO!

DEIXEM-NOS SER PROFESSORES!


PASSA ESTA MENSAGEM A TODOS OS PROFESSORES QUE CONHEÇAS.