...ele há musicas do catano!...

Loading...

Sem eira nem beira

Loading...

Homens da Luta

Loading...

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

CONCURSO: 107 APELOS DE PROFESSORES AFLITOS



VAMOS DAR UMA AJUDA A COLEGAS QUE NECESSITAM! REPASSANDO...

CONCURSOS 2009 - PERMUTAS

Já possui 107 pedidos de permuta, com dados que serão actualizados...

PERMUTAS - QUEM SABE RESPONDER?

Ajude a dar resposta a dúvidas colocadas ou veja a resposta à sua dúvida relativamente a permutas.

E, já agora...

FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO PREENCHIDA - 1

FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO PREENCHIDA - 2

E...

12 de Setembro - UMA GRANDIOSA MANIFESTAÇÃO PARA DERROTAR O PS

MUP - http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/



Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

“A Educação em Debate” é o mote para um encontro de professores no Algarve

"A Educação em Debate" é o mote para um encontro de professores e outros intervenintes na área da educação, seguido de jantar-convívio que contará com a participação de Cecília Honório, membro do "movimento escola pública" e candidata do Bloco de Esquerda pelo Algarve, às eleições Legislativas. Será apresentado o programa do Bloco de Esquerda para a área da educação, centrado na valorização e dignificação da carreira docente e na defesa da escola pública.O evento terá lugar no dia 17 de Julho de 2009, pelas 21h. na sede na Associação Cónios em Santa Luzia (Rua Cmte Henrique Tenreiro nº 10 A, Sta Luzia, Tavira).
As inscrições para o jantar devem realizar-se até quinta-feira (16 de Julho), às 19h. Para mais informações e inscrição no jantar deve contactar os seguintes nºs: 913 013 208 e 964 743 507. Pode ainda enviar-nos um e-mail para
tavira@blocoalgarve.org.

Em defesa da autonomia profissional.

O professor não pode ser reduzido a um mero funcionário obediente e acritico.


1.REVISÃO DO ECD. Fim da divisão de carreira em professores de primeira e segunda. TODOS SOMOS PROFESSORES!

2.FIM DO ACTUAL MODELO DE AVALIAÇÃO. Para além de burocrático, provocou um autêntico clima de guerra civil em muitas escolas, lançando professores contra professores. Avaliar o quê e para quem?

3.ALTERAÇÃO DO DEC. LEI 75/2008. Este decreto lei viola o principio da democraticidade na eleição dos orgãos directivos consagrado na lei bases do sistema educativo. Em defesa da autonomia e da independência dos orgãos de gestão das escolas, estes não podem ser correias de transmissão do poder instituído. Uma escola não pode transmitir valores democráticos sem os consagrar e aplicar na prática diária. As escolas devem ser orgãos vivos e participativos. Rejeitamos um modelo autoritário de escola, assente no poder pessoal que condicione: concursos, avaliação docente, distribuição de serviço, escolha de coordenadores.

4.NÃO À MUNICIPALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO. As escolas e os professores sob a dependência directa dos interesses e dos poderes locais!

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Novo logotipo do PS

Vamos derrotar o P.S.! A maior manifestação de sempre! Força professores!!!!!


UMA GRANDIOSA MANIFESTAÇÃO PARA DERROTAR O PS

No COMUNICADO DO MUP, de 8 de Junho, este movimento propôs a todos os movimentos independentes e sindicatos de professores a unidade na luta, organizando uma grandiosa Manifestação Nacional de Professores no dia 26 de Setembro.

Tendo em conta a data das eleições legislativas, entretanto marcada, o MUP renova a mesma proposta que se encontra aqui.

No entanto, para cumprir os quinze dias a que a lei obriga, em caso de eleições, propomos a data de 13 de Setembro, coincidindo com o início do ano lectivo e em vésperas das legislativas.


O MUP convida todas as outras classes profissionais, fortemente penalizadas por este governo PS, para que, no mesmo dia, se unam aos professores numa grandiosa manifestação que possa contrariar a Campanha à Obama que José Sócrates pretende fazer, no sentido de manter o poder a todo o custo.


JUNTOS,VAMOS CONSEGUIR!

MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!

Domingo, 5 de Julho de 2009

MST no Expresso: "Esta noite sonhei com Mário Lino"



Esta noite sonhei com Mário Lino

Miguel Sousa Tavares
8:00 Segunda-feira, 29 de Jun de 2009

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!






Grande corrida parlamentar

L-A-M-E-N-T-Á-V-E-L !!!

...e andam estes gajos a estoirarem o nosso dinheiro para isto.





Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

IRS



O empresário chega a casa, vira-se para a mulher e diz:


- Querida, recebi uma Notificação do Inspector das Finanças a respeito do atraso da entrega da declaração do IRS! Achas que devo comparecer na Repartição de jeans ou de fato e gravata?



- Bem, querido... Digo-te a mesma coisa que a minha mãe me disse quando lhe perguntei se, na noite das nossas núpcias, eu devia usar uma cuequinha de rendas ou uma cuequinha de seda!



- E o que foi que a tua mãe te disse?



- Tanto faz. Ele vai-te foder na mesma!

Ministério Público manda arquivar queixa de Sócrates contra João Miguel Tavares



OHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!


EHEHEHEHEHEH.................
Ministério Público manda arquivar queixa de Sócrates contra João Miguel Tavares
Hoje às 12:43

O Ministério Público mandou arquivar a queixa do primeiro-ministro e líder do PS, José Sócrates, contra João Miguel Tavares, por considerar que o jornalista não ultrapassou os limites na critica que fez a Sócrates, enquanto figura pública.
O Ministério Público mandou arquivar a queixa do primeiro ministro contra o jornalista João Miguel Tavares que num texto publicado no Diário de Notícias comparou o apelo à moral na política feito por José Sócrates à «defesa da monogamia por parte de Cicciolina».
«As expressões utilizadas pelo arguido João Miguel Tavares dirigidas ao primeiro-ministro, figura pública, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no direito à critica, insusceptíveis de causar ofensa jurídica penalmente relevante», afirmou o Ministério Público.
Desta forma, o Ministério Público considerou que o jornalista do Diário de Notícias no seu artigo «José Sócrates, o Cristo da Política Portuguesa» não ultrapassou os limites na crítica que fez ao chefe do Governo e líder do PS, enquanto figura pública.



Socialismo em 2 imagens

Moniz - Despedimento’ esteve iminente



Despedimento' esteve iminente
Pressão política evita saída de Moniz da TVI
Por Ana Paula Azevedo
As intervenções do Presidente da República, da líder do PSD e dos restantes partidos da oposição travaram a saída de José Eduardo Moniz da direcção da TVI
A demissão estava já decidida há alguns dias pela Prisa (proprietária da Media Capital, a empresa da TVI) e o respectivo anúncio iminente. Faltava apenas concluir a negociação da elevada cláusula de rescisão prevista no contrato de Moniz (entre 2 e 3 milhões de euros) – soube o SOL junto de responsáveis da estação de Queluz.
As declarações de Cavaco Silva, ontem de manhã – abrindo «uma excepção», como o próprio assumiu, na regra de não se pronunciar sobre negócios entre empresas –, foram um sinal claro para o grupo espanhol de que a venda de 30% da TVI à PT se tornara um caso político nacional.

Comunicado de imprensa - Fenprof


CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

26. Junho. 2009

FENPROF CONTINUA A DEFENDER A SUSPENSÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SUBSTITUIÇÃO

DO ACTUAL MODELO

Nesta Conferência de Imprensa promovida para falar sobre Avaliação de Desempenho dos Professores, duas notas prévias:

1.ª – A negociação, confirma-se, é um simulacro e, quando não há tempo ou não interessa, nem formalmente se respeita. O Conselho de Ministros aprovou ontem e o ME já divulgou, o calendário escolar para 2009/2010. Esta é matéria de negociação obrigatória para a qual a FENPROF, nas duas últimas reuniões com o ME, referindo-se ao atraso na apresentação de uma proposta, chamou a atenção da necessidade desta ser apresentada de decorrer um processo negocial.

A FENPROF dará conta, à Assembleia da República, de mais este atentado à lei da negociação.

2.ª – Sobre a revisão do ECD, o Secretário de Estado Adjunto e da Educação referiu hoje que o ME não abdicará dos princípios organizativos em que assenta o actual ECD. A FENPROF também não abdicará dos princípios organizativos que levaram os professores a exigirem esta revisão do ECD.

Eram objectivos dos professores e da FENPROF, entre outros, eliminar a divisão da carreira, substituir o actual modelo de avaliação, acabar com a prova de ingresso. O ME não mexe em nada disso, limitando-se, na sua proposta, a procurar consolidar esses aspectos, ou seja: é mantida a prova de ingresso; é mantida a estrutura da carreira que a divide em duas categorias sendo, na prática, introduzida uma terceira (o 4.º escalão da categoria de professor-titular, pela forma como a ele se acede). Esta proposta prova, ainda, que o acesso ao topo da carreira (todos os escalões que integram a categoria de professor-titular) não depende do mérito, mas dos aspectos financeiros que irão permitir, ou não, a abertura de vagas.

Isto é, haverá uma prova para acesso a professor-titular e haverá um concurso. À Educação competirá elaborar a prova e verificar do sucesso que nela terão os docentes; às Finanças caberá decidir se autoriza a abertura de concurso e qual o número de vagas. É criado um escalão novo na categoria de professor (o 7.º) destinado a quantos, tendo obtido sucesso no que à Educação respeita e sido candidato a lugar, não o obteve, não por falta de mérito, mas por falta de vaga. Ou seja, a Educação, mais uma vez, limita-se a ser uma simples sub-secretaria de Estado do Orçamento.

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

A FENPROF soube hoje que só na primeira semana de Julho haverá uma proposta do ME. Qual o seu conteúdo, desconhece-se, mas os responsáveis ministeriais sentiram-se muito incomodados, hoje, quando a FENPROF quis saber se estaríamos perante um a verdadeira alternativa ou, apenas, alguns retoques e ajustamentos. Segundo o ME, a FENPROF só considera não serem retoques ou ajustamentos propostas que eliminem as quotas que, mais uma vez, nesta reunião, foram consideradas como fundamentais para garantir a diferenciação. Curioso é que isto foi dito no mesmo dia em que a Senhora Ministra terá afirmado que admitiria acabar com as quotas no futuro… Qual futuro? Aquele de que a Senhora Ministra já não fará parte? Grande compromisso aquele que assumiu…

Mas sobre quotas, a FENPROF sente-se cada vez mais acompanhada. Hoje é o próprio Conselho Científico da Avaliação de Professores a questionar os seus efeitos. É o relatório Benchmark de Avaliação de Desempenho que nos informa de que Portugal é o único, de um conjunto de países importantes da União Europeia, que tem um sistema desses que não distingue o mérito pelo mérito, mas por decisão política e via administrativa. Contudo, a situação é ainda pior, mesmo em Portugal, só o continente, só quem é tutelado por este Ministério da Educação está sujeito às quotas, pois nem a RA dos Açores, nem a RA Madeira adoptaram tão perverso sistema de quotização. No Ministério da Educação parece ainda vingar a máxima do "orgulhosamente sós"!

Mas o desacordo da FENPROF com o actual modelo de avaliação não decorre só das quotas, longe disso, conforme se pode constatar pela leitura das propostas que apresentámos sobre a matéria. Tal como defendemos, a avaliação de um docente deverá incidir sobre os aspectos pedagógicos e não sobre os administrativos, pois esses têm consequência em outros domínios. No nosso país é ao contrário e quando houve necessidade de simplificar, aproveitou-se o que era burocrático e não o que era pedagógico… essa é uma lógica que terá de ser completamente alterada, não nos parecendo, todavia, ser essa a intenção do ME.

Hoje, a FENPROF voltou a propor a suspensão do processo de avaliação, este ano, ou, em alternativa, que não tenham consequências as classificações que vierem a ser atribuídas, dada a forma descoordenada, confusa e desigual como tem vindo a decorrer o processo de avaliação. É verdade que os efeitos do Regular e Não Satisfaz, por força da lei, não se farão sentir, mas o Excelente e Muito Bom terão efeitos, designadamente na graduação profissional dos docentes contratados que, no próximo ano, procurarão emprego, sendo essa a situação mais preocupante, mas havendo também efeitos que se farão sentir para os docentes dos quadros. Há prejuízos que poderão ser irreversíveis e isso não é aceitável.

Contribuem, para reforçar a nossa opinião e renovar esta exigência, entre outros aspectos:

- Algumas recomendações do CCAP. Por exemplo, que deveria haver um período experimental antes da generalização, mas não houve; que os efeitos das quotas deverão ser ponderados, o que, claramente, não aconteceu com as consequências que antes se referiram quanto aos efeitos de quem obtiver tais classificações; que os ciclos de avaliação são curtos. Sendo estes, hoje, de dois anos, na verdade, o actual ciclo, para mais de 90% dos docentes é de apenas um;

- A forma como a DGRHE veio introduzir um novo forte ruído no sistema, ao anunciar a existência de um aplicativo informático para preenchimento das fichas, o que levou algumas escolas, por o aguardarem, a suspender os processos que nelas decorriam. As fichas agora divulgadas, para além de apresentarem campos que antes não existiam, no caso da que se destina à auto-avaliação na Educação Pré-Escolar, introduz mesmo um novo item, alterando, ilegalmente, o disposto no despacho n.º 16.872/2008 que contém os modelos de ficha.

- Por fim, o que se passa no terreno, ou seja, nas escolas, mas que o ME considera excepções. Não são e não se trata de atribuir culpa às escolas, que a não têm, antes são vítimas da indefinição, da instabilidade, da dúvida, da informação que logo é contrariada, de uma postura do Ministério da Educação que, custe o que custar, dê por onde der, aconteça o que vier a acontecer, importante é chegar ao final do ano e dizer que houve avaliação. Para que serviu, que focos de instabilidade criou, que dificuldades foram enfrentadas, que consequências para o trabalho dos professores e para a organização das escolas, isso de pouco importa: Importante é mesmo chegar ao fim e dizer que se fez; que o ME ganhou, pois impôs a sua vontade e os professores, obedientes, tiveram de cumprir, sendo esse o seu dever: cumprir até o que é absurdo! E se absurdo for o que o ME impõe, então vence o absurdo!

Nas escolas encontrámos as seguintes situações:

- alterações sucessivas de calendários, ora por razões de organização da escola, ora por indefinição do ME e de informações sobre informações;

- pressões para entrega de proposta de objectivos individuais, agora que está em vias de terminar o ciclo de avaliação. Há casos em que os novos prazos estabelecidos são coincidentes com a auto-avaliação, havendo mesmo um caso em que o prazo termina um dia depois da entrega da auto-avaliação;

- exigência de apresentação de portefólios ou dossiers mesmo para a avaliação simplificada, sendo que em alguns casos são referidos itens que não constam desse processo simplificado;

- escolas em que a auto-avaliação se faz colectivamente em reunião convocada para o efeito com todos os docentes a preencherem da mesma forma as fichas;

- penalização de docentes que faltaram ao serviço por motivos devidamente protegidos por lei, por exemplo, faltas por nojo, casamento, participação em acções de formação, entre outras… isto no item do cumprimento do serviço atribuído. Na Região Autónoma dos Açores esta situação está a colocar-se de forma ainda mais penalizadora, tendo já merecido uma queixa da FENPROF aos grupos parlamentares, ao Senhor Presidente da República, Provedor de Justiça, entre outras entidades;

- existência de aulas assistidas sem que antes fossem dados a conhecer aos avaliados os parâmetros que serão tidos em consideração;

- desrespeito pela própria lei no que respeita ao direito de o avaliado exigir um avaliador do seu grupo de docência. Por exemplo, há escolas em que o ME impôs que fosse o coordenador de departamento, que é de outro grupo, a avaliar; há escolas em que nem isso aconteceu e em que professores de outros departamentos foram transformados em avaliadores (por exemplo, Biologia a avaliar Filosofia; docente do departamento de línguas a avaliar o de Informática...)

Tudo isto acontece porque não houve experimentação, não houve formação, não houve debate, não houve negociação, não se quiseram reconhecer os problemas que foram sempre considerados excepções ou, mesmo, invenções para que passasse opinião incorrecta do que está a acontecer. É lamentável esta postura ministerial e, por isso, a avaliação deverá ser suspensa ou, pelo menos, os seus efeitos não poderão exercer-se.

Face a toda esta situação, a FENPROF admite não participar na reunião de dia 1 de Julho, em que vai continuar a ser discutida esta estrutura de carreira dividida e as normas para ser titular… a FENPROF vai envolver os partidos políticos e os seus grupos parlamentares na resolução deste problema que são os efeitos desta avaliação… a FENPROF vai preparar a acção dos professores e se, neste período de Verão já for difícil voltar à rua, voltaremos em Setembro.

Lisboa, 26 de Junho de 2009

O Secretariado Nacional





Eles estão entre nós...e não desarmam


Patético...

Sábado, 27 de Junho de 2009

Fernando Savater: sobre a indisciplina

Filósofo Fernando Savater: sobre a indisciplina

A indisciplina nas escolas (vista por F. Savater)

Especialistas reunidos em Espanha


Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar

Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores.
Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.

'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.

'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.

Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.

No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa..

'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.

Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.

Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.

A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.

'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'.

'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.

Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.

'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.

Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.

Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

Gostou? Então divulgue...



Fwd: Fw: Suiça Não Tem Mar


Numa reunião com o Presidente da Suíça, Sócrates apresenta os seus
Ministros:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Educação, este é o
Ministro da Cultura, este é o Ministro da Justiça....
E assim foi.
Chegou a vez do Presidente da Suíça:
-Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Fazenda, este é o
Ministro da Justiça, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da
Marinha...
Nessa altura, Sócrates começa a rir.
- Desculpe Sr. Presidente, mas para que o senhor tem um Ministro da
Marinha, se o seu país não tem mar?
E o Presidente da Suíça responde:
-Quando Vossa Excelência apresentou os Ministros da Justiça, da Educação e
da Saúde, eu não ri...!!!

Vitor e o Banco

video

Domingo, 21 de Junho de 2009

O quê? costuma trabalhar à s 6ªs feiras ?!...



Depois desta continuam a trabalhar às 6º feiras? E, vai assim o nosso país, as exigências são para os outros...

Palavras para quê? somos artistas Portugueses

Almeida Santos e as faltas dos deputados:

« Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas profissionais. Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as votações sejam à sexta-feira. Não julguemos também que ser deputado é uma escravatura, porque não é, nem pode ser. É preciso é arranjar horas para a votação que não sejam as horas em que normalmente seja mais difícil e mais penoso estar na Assembleia da República».

Os deputados ganham apenas 3708 euros de salário-base,mais 10% do salário para despesas de representação, entre outras regalias

http://www.inverbis.net/sistemapolitico/deputados-abonos-duplicam-vencimento.html

Para qualquer trabalhador, a sexta-feira é, em si própria uma justificação para faltar ao trabalho, aliás, acho que tal justificação está mesmo contemplada no novo código de trabalho.

Ser deputado não pode ser uma escravatura - escravatura é para os trabalhadores a recibos verdes, para os trabalhadores que acumulam horas em cima de horas sem a devida compensação, para os trabalhadores com horários tão flexíveis que não os conseguem conciliar com a vida familiar.

É, portanto, penoso estar na Assembleia da República à 6ªF...

pois o Sr. Almeida Santos não se apercebe de quão penoso é para nós ouvir frases tão ofensivas para quem, de facto, trabalha.

VALIA-LHE MAIS ESTAR CALADO!!!

P.S. - E não se esqueçam, Continuem a votar PS .

****************************

' Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

Guerra Junqueiro, escrito em 1886


Portugal daqui a 2 anos... (só???)

Portugal daqui a 2 anos!?

Um menino regressa da escola cansado e faminto e, pergunta à mãe:
'Mamã, que há de comer?
'Nada, meu filho. '
O menino olha para o papagaio, que têm na gaiola, e pergunta:
'Mamã, porque não há papagaio com arroz? '
'Porque não há arroz. '
'E papagaio no forno? '
'Não há gás. '
'E papagaio no grelhador eléctrico? '
'Não há electricidade. '
'E papagaio frito? '
'Não há azeite. '
E o papagaio contentíssimo grita:
-'VIVA O SÓCRATES!!! VIVA O SÓCRATES'




Vai-t'embora ó Zezocas

Ana Drago "O sistema de avaliação de professores falhou e é uma farsa"

ALERTA : Peixe gato ou panga


Meus queridos amigos,

Há pouco tempo descobri um novo peixe, aparentemente perfeito: filetes muito branquinhos, frescos ou congelados, sem espinhas e a bom preço no super... claro q decidi experimentar...

A minha primeira impressão do sabor do peixe não foi a melhor, (embora fosse a única a encontrar algo estranho, pois é um sabor muito ténue...)

Hoje voltei a comer, e tal como da primeira vez q provei este peixe voltou a saber, muito ligeiramente a "bolor"/mofo, pelo q durante o almoço construi as seguintes hipóteses para explicar esse sabor ténue: este peixe deve ser de rio e é necrófago...

Acabei de almoçar e pesquisei na net e encontrei o texto que vos envio abaixo.

É o q dá ter as papilas gostativas tão desenvolvidas pelo tintol! Hehe!

NOTA - achei por bem enviar, porque muitos de vocês já terão provado e gostado... L

O Peixe gato ou panga: a nova aberração da globalização

O panga é um novo tipo de peixe que encontramos sobretudo sobre a forma de filetes, a um preço muito barato(?).O panga é um peixe de cultura intensiva/industrial no Vietname, mais exactamente no delta do rio Mekong e está a invadir o mercado devido ao seu preço.

Eis o que deve saber sobre o Panga:

Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsénio dos efluentes industriais e tóxicos e perigosos subprodutos do crescente sector industrial, metais contaminantes, bifenilos poli clorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).

O rio Mekong é um dos rios mais poluídos do planeta.

Não há nada de natural nos Pangas - Eles são alimentados com peixes mortos restos e ossos de secas e de solo numa farinha, da América do Sul, a mandioca (mandioca) e resíduo de soja e grãos. Obviamente, este tipo de alimentação não sã não tem nada a ver com a alimentação num ambiente natural.

Ela mais não faz do que assemelhar-se ao método de alimentação das vacas loucas (vacas que foram alimentadas com vacas, lembra-se?) A alimentação dos pangas está completamente desregulada.. O panga cresce 4 vezes mais rápido do que na natureza ...

Além disso os pangas são injetados com PEE -alguns cientistas descobriram que se injectassem as fêmeas pangas com as hormonas femininas derivados de desidratado de urina de mulheres grávidas, a fêmea Panga produziria os seus ovos muito rapidamente e em grande quantidade, o que não aconteceria no ambiente natural (uma Panga passa a produzir assim aproximadamente 500.000 ovos de uma vez). Basicamente, são peixes com hormonas injectáveis (produzidas por uma empresa farmacêutica na China) para acelerar o processo de crescimento e reprodução. Isso não pode ser bom.

Ao comprar pangas estamos a colaborar com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.

Este comercio está a ser aceite por grandes superfícies que os vendem ao público em geral, sabendo que estão a vender produtos contaminadas.

Nota: devido à prodigiosa quantidade de disponibilidade de Pangas, este irá acabar noutros alimentos: surimi (aquelas coisas com pasta de peixe), peixe terrines e, provavelmente, em alguns alimentos para animais. ( cães e gatos!)

(texto traduzido)

Diz-se que comer peixe é bom para a saúde, mas eu já começo a duvidar de tudo!!!!


Expresso - Grupo de professores mantém recusa da avaliação

Grupo de professores mantém recusa da avaliação

Docentes garantem que não se trata de um apelo à "desobediência civil" e dizem estar conscientes das possíveis consequências, como o congelamento da carreira por dois anos.


O esclarecimento vem logo ao início do texto: a declaração assinada por 13 professores e divulgada no passado fim-de-semana não é um "apelo a um qualquer movimento de desobediência civil, nem o seu contrário", mas apenas a afirmação da sua recusa em entregar a ficha de auto-avaliação, de acordo com o modelo criado pelo Ministério da Educação (ME).

"Não é um apelo em busca de apoiantes, apenas uma declaração a fundamentar a nossa posição. Quem quiser aderir basta usá-la como parte da sua justificação para a não entrega da ficha de auto-avaliação", explica Paulo Guinote, um dos subscritores do texto, amplamente reproduzido na blogosfera, garantindo já ter recebido o apoio de vários docentes. Sendo certo que quem não cumprir esta etapa da avaliação de desempenho arrisca-se a não progredir na carreira por um período de dois anos lectivos e ainda a ser alvo de um processo disciplinar.

Para Paulo Guinote, autor do "A Educação do meu Umbigo ", um dos blogues mais visitados, trata-se de não participar num processo baseado em legislação que os subscritores consideram inconstitucional. Mas, acima de tudo, representa uma posição "eminentemente 'política'" de rejeição de um modelo de avaliação que "oscila entre uma falsa modalidade de reconhecimento de mérito e uma versão simplificada que é ainda menos exigente que o modelo anterior".

Em vez de entregar a ficha de auto-avaliação, alguns dos subscritores do documento irão apresentar um documento a explicar a atitude tomada e ainda um relatório da actividade desenvolvida nos últimos dois anos, "mas não de acordo com os objectivos definidos a três meses do final deste período", como aconteceu em muitas escolas.

A entrega da ficha de auto-avaliação está prevista para o final deste mês na maioria dos estabelecimentos de ensino mas o prazo pode ir até final de Agosto ou mais tarde.

http://clix.expresso.pt/grupo-de-professores-mantem-recusa-da-avaliacao=f520891


Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Zé Mexilhão em Cannes

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Gripe A - Efeitos secundários

Professores derrotam PS


Professores derrotam PS

Um cartaz que diz tudo: "professores e suas famílias responsáveis pela derrota do PS"


Já ninguém duvida que foram os 150 mil professores e as respectivas famílias que provocaram a humilhante derrota do PS no domingo passado.
José Sócrates está entalado. Se muda de estilo, soa a falso.
Andou quatro anos a construir um estilo de pai da nação autoritário e de um governante que partiu a espinha aos sindicatos e aos grupo profissionais e agora, a três meses das eleições legislativas, não pode afirmar-se como governante dialogante, tolerante e bem educado.
A arrogância e autoritarismo de José Sócrates são a sua imagem de marca.
E quase todo o PS se deixou contagiar por essa imagem.
Durante a direcção de José Sócrates, o PS passou de um partido de eleitores para um partido de comissários políticos agarrados como lapas aos cargos públicos que lhes garantem - a eles e aos filhos e netos - vencimentos acima dos 3 mil euros.
Os professores estragaram a festa e aquilo que - com a ajuda de uma certa comunicação social colaborante e amiga de José Sócrates - parecia uma passeio de fim de tarde virou um pesadelo.
Os professores ganharam a batalha contra a arrogância e o apoucamento mas ainda não ganharam a guerra que o PS de José Sócrates lhes moveu.
Essa guerra tem uma batalha decisiva marcada para finais de Setembro.

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Filme a passar

Saudações
Este vídeo é parte de um trabalho que está a ser desenvolvido no sentido de trazer para primeira página a questão das reformas destruidoras promovidas pelo Ministério da Educação.

O objectivo é conseguir o maior número de visualizações possível, de forma a que o vídeo passe a ter destaque na página principal do Sapo Vídeos. Quem sabe se não conseguimos mais uma atenção nos media nacionais.

O vídeo que se segue já esteve no YouTube mas (estranhamente) foi bloqueado.
Basta um clique no link que se segue para o voto contar.

http://videos.sapo.pt/cP3yT88UwvzzOV6z1aw2
Agradeço que passem esta mensagem a todos os endereços da vossa lista de contactos.
A equipa,
Obrigado.




Fenprof e a avaliação


A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) sugeriu hoje ao Governo que as classificações a atribuir este ano aos docentes no âmbito da avaliação de desempenho não produzam qualquer efeito, assumindo apenas carácter experimental para a revisão do modelo.
...e nos entretantos vamos brincando às escolas!...

Ministério da Educação recorda à Fenprof memorando que assinou há um ano


AGAIN?????

Ministério da Educação recorda à Fenprof memorando que assinou há um ano

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) defende que, este ano, a classificação atribuída aos professores, no âmbito da avaliação de desempenho, não deve ainda produzir efeitos práticos, servindo apenas como experiência. O Ministério da Educação diz que a Fenprof parece já ter esquecido o conteúdo de um memorando que assinou com o Governo há cerca de um ano.

A Fenprof propôs ao Ministério, esta segunda-feira, que as classificações que vão ser atribuídas este ano aos professores não tenham qualquer efeito prático, e sejam vistas apenas como uma experiência com vista à revisão do modelo de avaliação.

O secretário de Estado, Valter Lemos, pede à Fenprof que recorde o conteúdo do memorando que assinou.

«Ficou assente num memorando entendimento, desde há um ano, que os professores que tivessem uma classificação negativa, não teriam efeito na sua classificação», recorda.

Valter Lemos acrescenta que «a Fenprof deve-se ter esquecido desse acordo que fez como o Ministério da Educação há um ano atrás, mas nós mantemos esse acordo em vigor».

O ministério da educação e a Fenprof tem uma reunião marcada para esta terça-feira, na qual vão voltar a discutir questões relacionadas com o Estatuto da Carreira Docente.

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1263774


Domingo, 14 de Junho de 2009

Será???


Será a última ceia ... ou ainda vão comer mais 4 anos ?!



Eu já decidi:

Por mim, estes não comem mais!


Sábado, 13 de Junho de 2009

E agora?

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Aventar, o blogue totalmente público


Caros colegas de blogosfera,
O blogue Aventar –
http://aventar.eu – on-line há dois meses, está a promover uma iniciativa que irá decorrer ao longo da próxima semana e que abrange toda a comunidade bloguística portuguesa – o blogue totalmente público.
http://aventar.eu/2009/06/10/aventar-o-primeiro-blogue-totalmente-publico/
Agradeço desde já a divulgação desta iniciativa no vosso blogue e/ou, se não for possível, a participação na mesma através de um «post». Espero que participem.
Abraços bloguísticos,
Pelo Aventar,
Ricardo Santos Pinto

Conseguem sentir algo parecido?


Terça-feira, 9 de Junho de 2009

Prostituta bem informada...





Sócrates entra numa casa de alterne e senta-se no balcão do bar, ao lado de uma linda alternadeira e sussura:
- ' Você deve conhecer-me... Quanto quer para passar uma noite comigo? '
E ela responde:
- 'Se o senhor conseguir fazer o seu pénis crescer como fez com os juros
e mantê-lo teso como estão todos os portugueses,
levantar a minha saia como está fazendo com os impostos, baixar as minhas cuecas como está fazendo com os salários,

mudar de posição como mudou na sua vida política
e me f... com tanto jeitinho como está a f... o povo português...

É DE GRAÇA!'*


Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Fwd: Certificação energética...sabia? IRS


Certificação energética e o IRS...


No impresso do IRS surgiu um campo novo... ( Anexo H )

Preparem-se...

Quando preencherem o impresso do IRS irão verificar a existência de um campo novo no Anexo H,

campo dados dos imóveis sobre a certificação energética...

Há que responder se o imóvel tem ou não classificação "A+" ou "A".

Obviamente que a maioria não tem certificação, logo o campo a preencher é o NÃO.

Diz as Finanças que este campo não tra benefício/penalização no valor a ser reembolsado!

Façam a v/ simulação com o Sim e com o Não e verão que o valor a ser reembolsado será diferente...

( mais ou menos entre 50€ a 100€ )

Se não tivermos a certificação seremos penalizados, daqui em diante, todos os anos ...

Se a pedirmos, gastamos +-200€ num ano mas fica válida por vários anos (15 anos) ...

Mas, só vale a pena pedir certificação se obtivermos a classificação "A" ou "A+" ...

Se o certificado indicar a classificação B.................já haverá penalização Fiscal !!!!!!

Contactei a DECO que confirmou a legalidade da situação embora concordasse que a informação explicita

e da comunicação social fosse nula...porque será?

Os imóveis de luxo construídos em 2007 são os poucos ou únicos que têm esta certificação...

Para este ano já não vamos a tempo de pedir a certificação, mas mesmo que tenhamos certificação só não somos penalizados no IRS se a certificação for "A" ou "A+".. se for abaixo desta classificação seremos sempre penalizados...

Quem está a construir casa, peçam a v/certificação ao construtor. O Construtor já é obrigado a dar a certificação...

Na casas novas caso não tenham pré-instalação de paineis solares e/ou soluções ecológicas

terão agravamento do IMI, serão consideradas casas "Não Verdes" e serão logo penalizadas na contribuição.

Para alterar o sistema, haverá que instalar PAINEIS SOLARES , em V/ Casa, uns para gerar água quente, outros para gerar electricidade.

Até Julho/Agosto a CGDepósitos financia a instalação e montagem dos paineis solares, oferendo a Direcção Geral de Energia 50% do valor da instalação.

NOTA:

Todavia, ( e aí tenham atenção ) o Estado só financia as instalações efectuadas por " DUAS ÚNICAS " empresas ( que, por acaso, são da Mota-Engil, cujo CEO é o Dr. Jorge Coelho), pois parece serem as que melhor qualidade de serviço prestam...ao PS.

Aliás, 10% do custo subsidiado pelo Estado e pago por este à Mota-Engil..........destina-se a auxiliar o PS, nas próximas campanhas eleitorais.

É uma forma curiosa............... de angariar uns tostanitos......... para o Estado e ......... por vasos comunicantes

............ para o PATRÃO do Estado ........... o PS.

Abaixo está um site que vos elucidará sobre este assunto, uma vez que esta lei já existe desde 2006...

http://www.certificacaoenergetica.com/


Domingo, 7 de Junho de 2009

Já vais dando umas alegrias ao Zé Mexilhão...


Já vais dando umas alegrias ao Zé Mexilhão... ah vais, vais.
Que alegria foi ver o "Avô Cantigas", durante a vergonhosa campanha que todos fizeram, largar umas valentes cargas de chumbo para os pés, mas dos outros, porque o mamífero já tinha o tacho assegurado; já sabia que se ia pôr nas p*tas, lá prá Europa, por isso 'tava-se cagando. Deixa-lhes cá os pés que nem uns passadores.
Que alegria foi vê-lo distribuir votos pelos adversários. É um gentleman, afinal.
Parecia aquela candidata a vice dos Américas, fartou-se de dar votos ao Barrac'Abana.
Deixa lá ver o que vais fazer agora. Se vais continuar a "fazer amor" com o zé mexilhão, com essas idiotices que tens na cabeça.
Deixa lá ver se não me hás-de dar mais alguma alegria...


A campanha foi uma ofensa aos contribuintes!
Estoiram dinheiro sem destino e fazem uma merda de campanha destas?
Mas afinal, para que precisamos nós de políticos, se não servem para mais nada senão para se insultarem mutuamente durante uma campanha inteirinha???
A campanha não deveria servir para explicar aos contribuintes (que remédio) o que estes tachistas vão fazer lá prá Europa? E explicaram alguma coisa? Não me parece que tenha acontecido.
Ou será que não sabem o que lá vão fazer? Ou se sabem, talvez tenham vergonha de o dizer.
Mas o que é certo que gastaram milhões de euros ao erário, em cartazes e viagens, e investiram-no no seu próprio futuro.
Não podemos sustentar mais políticos assim.
Foi essa a mensagem que deixaram.
É triste. Muito triste.
E caro.

Sábado, 6 de Junho de 2009

Ah "ganda" Zézocas. És uma vergonha!

Vão já a correr. VOTEM NELES PARA PODERMOS CUMPRIR AS SUGESTÕES!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SE CALHAR HÁ OURO NAS MINAS DA PANASQUEIRA!!!!!!
Ah "ganda" Socrates

http://futebolar.portugalmail.pt/artigo/20070424/portugal-ofereceu-estadio-a-cidade-palestiniana-de-al-kahder


És o MAIOR DOS ALDRABÕES!

O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação. A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias, mas oferecemos um estádio à Palestina.

Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália e por último fechávamos a Assembleia da República e oferecíamos os nossos políticos aos crocodilos do Nilo.

DIVULGUEM PARA SABEREM O QUE FAZ O GOVERNO COM OS NOSSOS IMPOSTOS



'dasse...

Novo código do trabalho!











Alterações ao Código de Trabalho



1. INDUMENTÁRIA:
Informamos que o funcionário deverá trabalhar vestido de acordo com o seu Salário.
Se o virmos calçado com uns ténis Adidas de 100 EUR ou com uma bolsa Gucci de 150 EUR, presumiremos que está muito bem de finanças e, portanto, não precisa de aumento.
Se ele se vestir de forma pobre, será um sinal de que precisa aprender a controlar melhor o seu dinheiro para
que possa comprar roupas melhores e portanto, não precisa de aumento. E se ele se vestir no meio-termo, estará perfeito e, portanto, não precisa de aumento.

2.AUSÊNCIA DEVIDO A DOENÇA:

Não vamos mais aceitar uma declaração do médico como prova de doença.
Se o funcionário tem condições para ir até ao consultório médico também tem para vir trabalhar.

3. CIRURGIA:

As cirurgias são proibidas.
Enquanto o funcionário trabalhar nesta empresa, precisará de todos os seus órgãos, portanto, não deve pensar em tirar nada.
Nós contratámo-lo inteiro. Remover algo constitui quebra de contrato.

4. AUSÊNCIAS DEVIDO A MOTIVOS PESSOAIS:

Cada funcionário receberá 104 dias para assuntos pessoais, em cada ano. Chamam-se Sábados e Domingos.

5. FÉRIAS:

Todos os funcionários têm direito a gozar ainda mais 12 dias de férias nos seguintes dias de cada ano:
1 de Janeiro,
Dia de Páscoa
25 de Abril,
1 de Maio,
10 de Junho,
15 de Agosto,
5 de Outubro,
1 de Novembro,
1 de Dezembro.
8 de Dezembro.
25 de Dezembro.

6. AUSÊNCIA DEVIDO AO FALECIMENTO DE ENTE QUERIDO:

Esta não é uma justificação para perder um dia de trabalho.


Não há nada que se possa fazer pelos amigos, parentes ou colegas de trabalho falecidos. Todo o esforço deverá ser empenhado para que os não-funcionários cuidem dos detalhes.
Nos casos raros, onde o envolvimento do funcionário é necessário, o enterro deverá ser marcado para o final da tarde. Teremos prazer em permitir que o funcionário trabalhe durante o horário do almoço e, daí sair uma hora mais cedo, desde que o seu trabalho esteja em dia.·

7. AUSÊNCIA DEVIDO À SUA PRÓPRIA MORTE:

Isto será aceite como desculpa.
Entretanto, exigimos pelo menos 15 dias de aviso prévio, visto que cabe ao funcionário treinar o seu substituto.·

8. O USO DO WC:

Os funcionários estão a passar tempo demais na casa de banho.


No futuro, seguiremos o sistema de ordem alfabética. Por exemplo, todos os funcionários cujos nomes começam com a letra 'A' irão entre as 9:00 e 9:20, aqueles com a letra 'B' entre 9:20 e 9:40, etc. Se não puder ir na hora designada, será preciso esperar a sua vez, no dia seguinte.
Em caso de emergência, os funcionários poderão trocar o seu horário com um colega. Ambos os chefes dos funcionários deverão aprovar essa troca, por escrito.


Adicionalmente, agora há um limite estritamente máximo de 3 minutos na sanita. Acabando esses 3 minutos, um alarme tocará, o rolo de papel higiénico será recolhido, a porta da sanita abrir-se-á e uma foto será tirada. Se for repetente, a foto será afixada no quadro de avisos e Intranet do Serviço com o título infractor Crónico.

9. A HORA DO ALMOÇO:

Os magros têm 30 minutos para o almoço, porque precisam comer mais para parecerem saudáveis.
As pessoas de tamanho normal têm 15 minutos para comer uma refeição balanceada que sustente o seu corpo mediano.
Os gordos têm 5 minutos, porque é tudo que precisam para tomar uma salada e um moderador de apetite.



Muito obrigado pela sua fidelidade à nossa empresa.
Estamos aqui para proporcionar uma experiência laboral positiva. Portanto, todas as dúvidas, comentários, preocupações, reclamações, frustrações, irritações, desagravos, insinuações, alegações, acusações, observações, consternações e quaisquer outras... ões' deverão ser dirigidas para outro lugar.



Tenham uma boa semana.



Eng SOOCRATESSSSSSS


(Primeiro Ministro)


Faltas dos profs


Faltas dos profs (ler com atenção) !!! ...


Colegas leiam bem esta "maravilha" !!! Será que podemos deixar que certas
coisas vão para a frente ???


Faltas dos Profs !!!... (é caso para dizer "- Não lutes, não!...")

Os professores estão impedidos de faltar?

Foi tornado público, no passado dia 13 de Janeiro, um "Guia da
Avaliação do Desempenho". O Guia está na Página da DGRHE.
É conveniente que tenham conhecimento e, em particular, desmascarem o
ponto que destaco. É imperioso que as bancadas parlamentares estejam
atentas a este atentado contra os direitos básicos dos professores,
numa manobra que, a meu ver, raia a inconstitucionalidade. Na prática,
é retirado ao docente um direito consagrado por lei e aplicado a todos
os trabalhadores:

Para efeitos de determinação do grau de cumprimento do serviço
lectivo, no Item A1 da ficha, deverá ser tido em conta o disposto no
artigo 103.º do ECD.
O item A2 pretende avaliar a disponibilidade e o empenho do docente em
garantir que as aulas previstas para as suas turmas são efectivamente
dadas.
Para este efeito, ao contrário do que acontece relativamente ao item
A1, são objecto de apreciação todas as ausências, salvo quando o
docente se encontre efectivamente em serviço (por exemplo, em visitas
de estudo) ou no exercício do direito à greve. (página 7)

Ou seja, um professor tem direito a faltar, por doença, por nojo...
mas se não garantir posteriormente que essas aulas são "repostas",

"compensadas" é prejudicado. Aliás, até o direito de faltar por
desconto nas férias lhe é retirado, na prática, pois faltando e não
repondo, vai ser prejudicado. *Contudo, repondo as aulas, ninguém lhe
repõe o que lhe é descontado no subsídio de alimentação nem sequer o
dia de férias.
É absolutamente inaceitável, é um autêntico atentado aos direitos mais
elementares de qualquer trabalhador!!!

--
«Nunca duvide de que um pequeno grupo de cidadãos preocupados e determinados
pode mudar o mundo. De facto, é só isso que o tem mudado.» -- Margaret Mead,

VESTIDOS DE PRETO




VAMOS ÀS URNAS VESTIDOS DE PRETO

VAMOS TODOS ÀS URNAS VESTIDOS DE PRETO!



Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Texto de Pedro Abrunhosa sobre os professores

(…)
A contínua hostilização aos professores feita por este, e outros governos, vai acabar por levar cada vez mais pais a recorrer ao privado, mais caro e nem sempre tão bem equipado, mas com uma estabilidade garantida ao nível da conflitualidade laboral.

O problema é que esta tendência neo-liberal escamoteada da privatização do bem público, leva a uma abdicação por parte do estado do seu papel moderador entre, precisamente, essa conflitualidade laboral latente, transversal à actividade humana, a desmotivação de uma classe fundamental na construção de princípios e valores, e a formação pura e dura, desafectada de interesses particulares, de gerações articuladas no equilíbrio entre o saber e o ter.

O trabalho dos professores, desde há muito, vem sendo desacreditado pelas sucessivas tutelas, numa incompreensível espiral de má gestão que levará um dia a que os docentes sejam apenas administradores de horários e reprodutores de programas impostos cegamente.

(…)

O que eu gostaria de dizer é que o meu avô, pai do meu pai, era um modesto, mas, segundo rezam as estórias que cruzam gerações, muito bom professor e, sobretudo, um ser humano dotado de rara paciência e bonomia. Leccionava na província, nos anos 30 e 40, tarefa que não deveria ser fácil à altura: Salazar nunca considerou a educação uma prioridade e, muito menos, uma mais-valia, fora dos eixo Estoril-Lisboa, pelo que, para pessoas como o meu avô, dar aulas deveria ser algo entre o místico e o militante.

Pois nessa altura, em que os poucos alunos caminhavam uma, duas horas, descalços, chovesse ou nevasse, para assistir às aulas na vila mais próxima, em que o material escolar era uma lousa e uma pedaço de giz eternamente gasto, o meu avô retirava-se com toda a turma para o monte onde, entre o tojo e rosmaninho, lhes ensinava a posição dos astros, o movimento da terra, a forma variada das folhas, flores e árvores, a sagacidade da raposa ou a rapidez do lagarto. Tudo isto entrecortado por Camões, Eça e Aquilino.

Hoje, chamaríamos a isto 'aula de campo'. E se as houvesse ainda, não sei a que alínea na avaliação docente corresponderia esta inusitada actividade. O meu avô nunca foi avaliado como deveria. Senão deveria pertencer ao escalão 18 da função pública, o máximo, claro, como aquele senhor Armando Vara que se reformou da CGD e não consta que tivesse tido anos de 'trabalho de campo'. E o problema é que esta falta de seriedade do estado-novo no reconhecimento daqueles que sustentaram Portugal, é uma história que se repete interminavelmente até que alguém ponha cobro nas urnas a tais abusos de autoridade.

Perante José Sócrates somos todos um número: as polícias as multas que passam, os magistrados os processos que aviam, os professores as notas que dão e os alunos que passam. Os critérios de qualidade foram ultrapassados pelas estatísticas que interessa exibir em missas onde o primeiro-ministro debita e o poviléu absorve.
(…)
Pedro Abrunhosa

Ministra tem nova "prenda".para titulares!!!...


Ministra tem "prenda" para titulares: mais formação aos sábados sobre avaliação de desempenho

Se o colega titular quiser ter os sábados ocupados, durante o ano lectivo de 2009/2010, vote no PS.

A ministra da educação tem um "prenda" escondida para si: formação contínua em avaliação de desempenho aos sábados. Não, não estou a brincar. Se o PS voltar a ganhar as eleições com maioria absoluta, é isso que espera os titulares. Na sequência de mais uma recomendação do CCAP - formação especializada de média e longa duração em avaliação de desempenho para os avaliadores - a ministra prepara-se para elaborar um Pim Pam PUM para os professores titulares. E já conta com o beneplácito das Escolas Superiores de Educação. Todas, mas todas, aguçam o dente para mais esse petisco. E os profissionais do eduquês salivam de contentes perante a visão de mais uma oportunidade para lançarem veneno sobre as escolas e os professores. E, pelo meio, sempre arrecadam uns euros à custa da saúde física e mental dos professores do básico e secundário.

in ProfAvaliação

OS PIDEZINHOS



OS PIDEZINHOS



É TÃO VERDADE QUE ATÉ DÁ CALAFRIOS!

..............................................................................................................................................

Alguém se admira que, num futuro próximo, até existam prémios para os melhores bufos de serviço?


18:19 Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Vamos esquecer por momentos que uma professora de História teve conversas ordinárias e arrogantes diante de criancinhas de uma escola de Espinho.
Concentremo-nos nas criancinhas.
Elas têm telemóvel antes de saber dizer "Sócrates".
Dominam as tecnologias como nós, "os cotas", nunca saberemos. Nem durando cem anos.
Tricotam sem pestanejar no telélé e até inventaram uma nova linguagem para se entenderem à velocidade do dedo.
Por vezes, trocam mensagens com conteúdos que muito ajudariam à educação sexual dos papás.
Na rua, no metro, no autocarro, estão absolutamente concentrados em si próprios. E virtualmente conectados com os amigos (o conceito de "amigo" também nos levaria longe, mas fiquemos por aqui...)
O Governo, para ajudar à catequização de alguma desta mocidade portuguesa, inventou o Magalhães. E promoveu-o de forma quase pornográfica.
Mensagens, mails e todo um pacote de instrumentos onde simulamos intimidades que não temos, trocaram a volta às relações. De pequenos e graúdos.
Fomos por aí adiante, cantando e rindo, sem pensar no que isso acarretou de exclusão, preconceito, intolerância, individualismo e seguidismo.
Pior: as criancinhas aprenderam depressa - e mais apetrechadas tecnologicamente - que a denúncia e a violação da intimidade, rendem. Nuns casos, até são elogiadas por isso. Com um jeitinho, até poderão faltar às aulas e reprovar nos exames consoante a produtividade da bufaria, quem sabe?
Nos últimos tempos, a moda pegou com os professores.
Não demorará muito a que estes pidezinhos de aviário, alimentados pela nossa inconsciência e irresponsabilidade, comecem a achar graça a algumas coisas que se passam lá em casa. Talvez as gravem. Ou filmem. E partilhem com os amigos.
Um dia talvez casem. Talvez tenham ciúmes. Talvez se divorciem. Talvez se apaixonem ou desapaixonem com facilidade. E sabe-se lá o que farão em nome da vigilância, da paz e da guerra dos afectos.
Um dia, terão um emprego.
E sabe-se lá o que farão para o manter. Ou em nome da ambição.
Se este Governo já pediu aos funcionários públicos para denunciarem a corrupção nos locais de trabalho, alguém se admira que, num futuro próximo, até existam prémios para os melhores bufos de serviço?
Há uns anos conheci uma pessoa que, entre o jornal onde trabalhava e um lugar na PIDE, acabaria por aceitar as funções no jornal. Ficava mais perto de casa, confessou ele, um dia.
Se pensarem que estamos muito longe disso, vá lá, pensem outra vez.

Grafitti na Graça - Lisboa

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Agora em estrangeiro: Lie clocks



A man died and went to heaven. As he stood in front of the Pearly Gates he saw a huge wall of clocks behind him.
He asked 'What are all those clocks?'

St Peter answered 'Those a Lie-Clocks. Everyone who has ever been on earth has a Lie-Clock. Every time you lie the hands on your clock move.'

'Oh' said the man 'Whose clock is that?'

'That is Mother Theresa's clock' said St Peter 'The hands have never moved, indicating that she never told a lie.'

'Incredible' said the man 'And whose clock is that one?'

St Peter responded 'That is Abraham Lincoln's clock. The hands have moved twice, telling us that he only told two lies in his entire life.'

'Where is José Socrates clock?' asked the man.

St Peter replied 'Jesus has it in his office - he uses it as ceiling fan.'

Qual é neste momento, o plantel mais caro em Portugal?

ME considera a manifestação um direito dos professores e baralha horários


Carta ao Primeiro-Ministro, Santana Castilho

Não te esqueças...


É seguramente o facto de ser ser tão bom professor que lhe dá o direito de criticar e insultar os outros professores.

Não te esqueças, vota PS.
Ou não!

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Senha de Cartão de Crédito Invertida para alertas de roubos no Multibanco - a verdade



"SENHA DO CARTÃO DE CRÉDITO INVERTIDA" para alertas de roubos no Multibanco

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/03/16

Percorre na internet portuguesa esta mensagem de correio electrónico:

"SENHA DO CARTÃO DE CRÉDITO INVERTIDA
Se for alguma vez, forçado por um ladrão a retirar dinheiro da caixa de multibanco, pode avisar a polícia imediatamente, digitando a sua senha ao contrário.
Por exemplo, se a sua senha for 1234, então digite 4321.
A máquina reconhece que a sua senha está invertida, de acordo com o cartão que acabou de inserir.
A máquina, de qualquer maneira, dar-lhe-á o dinheiro mas, para desconhecimento do ladrão, a polícia será imediatamente accionada/enviada para o/a ajudar.
Esta informação esteve recentemente no ar na TV (a par com outras inovações tecnológicas recentemente instituídas pelo sistema bancário português) e declara que isso é raramente usado, porque as pessoas não sabem da existência deste mecanismo de defesa.
Por favor, passem isso a todos os vossos contactos.
É uma informação extremamente útil e necessária.

Paulo Alexandre
Divisão de Informática
Gabinete de Política Legislativa e Planeamento
Ministério da Justiça
Avenida Óscar Monteiro Torres, n.º39
1000-216 Lisboa
Tel.: (351) 21 7924000
Fax.: (351) 21 7924080″

A ideia em si é interessante, mas impraticável nos casos em que as senhas são algo do género "1111″, e completamente desprovida de fundamento. Não só a entidade que gere o sistema Multibanco não confirma tal capacidade das suas caixas ATM, como a Polícia Judiciária rejeita qualquer paternidade neste texto. Os telefones e endereços da PJ nesta mensagem são verdadeiros e actuais, e o tal de "Paulo Alexandre" já trabalhou de facto nesta polícia, mas não faz actualmente parte dos seus quadros.

Logo… Eis mais um dos abundantes e cada vez mais frequentes "Hoax" que circulam por aí, não tendo este "alerta da PJ", mais fundamento do que a maioria de outros idênticos que encontramos com uma frequência crescente.

In http://movv.org/2009/03/16/hoax-senha-do-cartao-de-credito-invertida-para-alertar-de-roubos-no-multibanco/

O VOTO EM BRANCO DE NADA VALE


O VOTO EM BRANCO DE NADA VALE

COLEGA, NÃO VOTES EM BRANCO

Caros colegas,

Tem circulado por e-mail a ideia de que o voto em branco é uma arma poderosa. Acredito que muitos dos que divulgam esse estratagema o façam na convicção de que estão a dar um excelente contributo para a derrota deste Partido Socialista.

Mas isso não é verdade! Essa campanha pode muito bem ter sido lançada por quem tem interesse nela.

Na dúvida da validade/força do voto em branco, uma colega colocou a questão à Comissão Nacional de Eleições (CNE). A resposta, que segue, é peremptória: o voto em branco de nada vale! Quem tiver dúvidas pode esclarecê-las enviando um e-mail (cne@cne.pt) ou telefonando para o 21 3923800 .

Por isso, vota à direita ou esquerda, mas nunca (neste) PS!

Vê a resposta da Comissão Nacional de Eleições aqui.

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Automóvel Made in Portugal - TI-JO-LO


TI-JO-LO

O que fazemos, fazemos bem. Finalmente um automóvel totalmente MADE IN PORTUGAL, é o Magalhães dos automóveis. O Sócrates que aproveite para fazer campanha.

Automóvel à venda em Portugal a partir do segundo semestre de 2009, em KIT ou já montado.

Anti-crise.

Sabedoria popular

Eu cá não haveria de gostar de ser gay.
Digo eu.

Onde está o Wally?

Ó c'um catano!...

Os 3 sábios em 2 versões

Os tres sábios:
um não fala, o outro não vê e o outro não ouve.

Excerto Sexual

video

Eleições para o Parl.Europeu - o que Vital Moreira pensa dos professores


Vital Moreira, reputado professor de Direito da Universidade de Coimbra, foi, este fim-de-semana, no Congresso do Partido Socialista, dado a conhecer como cabeça de lista deste partido nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.

Vital Moreira é uma personalidade com um passado e um presente político conhecido de boa parte dos portugueses. O que, talvez, nem todos saibam é que este mestre de Direito
nutre um profundo desprezo pela classe docente, só comparável ao da actual Ministra da Educação.

De facto, em 18 de Novembro de 2008, no jornal "Público",
Vital Moreira faz um dos ataques mais rasteiros e mais odiosos que me foi dado ler em todo este processo de luta dos professores contra o actual sistema de avaliação. Que diz aí Vital Moreira? Básicamente
quatro coisas, a saber:

a)
Que não existe qualquer razão para que os professores não sejam avaliados para efeitos de progressão na carreira;

b) Que os professores não gozam de direito de veto em relação às leis do país, nem podem auto-isentarem-se do seu cumprimento, pelo que não é aceitável qualquer posição que implique resistência à aplicação do actual modelo de avaliação;

c) Que o governo não pode ceder às exigências dos professores, devendo antes abrir processos disciplinares a todos aqueles que ponham em causa a concretização da avaliação dos docentes tal como foi congeminada pelo Ministério da Educação;

d) Que o governo, na batalha contra os professores, deve esforçar-se por chamar a si a opinião pública, isolando, desta forma, a classe docente.

Este é o pensamento de Vital Moreira, onde a sua veia caceteira surge bem expressa. Mas, mais do que isso, este texto, publicado no "Público", revela-nos um verdadeiro guia político da acção do Ministério da Educação contra os professores.

Que cada colega não perca a memória e dê a devida resposta a este senhor nas eleições para o Parlamente Europeu, é o mínimo que está ao nosso alcance.



"Considero a partilha de recursos extremamente importante. Ao partilharmos estamos a contribuir para o aumento do conhecimento, mas também para a melhoria dos nossos próprios recursos, através da opinião de quem vê, lê e altera."

Teresa Bastos Leal

Domingo, 31 de Maio de 2009

Manifestação de Professores, 30 Maio, Lisboa - 2ª parte (fotos)

A Luta, erguida.


A Luta, musical.


A Luta, na luta.


A Luta, no lazer.

Manifestação de Professores (fotos) - 30 Maio, 15 horas - Lisboa






80.000!
Chegam?

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

"Este é o maior fracasso da democracia portuguesa", por Clara Ferreira Alves

> Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana,
> para a voz da rua.
>
> A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira
> politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom
> par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
>
> A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o
> processo de descolonização.
>
> A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos
> financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
>
> A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua
> experiência governativa.
>
> A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como
> Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
>
> A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers".
>
> A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois
> de tão fantástico desempenho no cargo.
>
> A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha
> Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e
> vencer as eleições presidenciais.
>
> A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um
> grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um
> conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas
> internacionais.
>
> A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua
> segunda campanha presidencial.
>
> A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos
> Melancia, um dos homens da Emaudio.
>
> A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso
> Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma
> Fundação na sua fase pós-presidencial.
>
> A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos
> Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse
> mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
>
> A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com
> Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre
> acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no
> dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
>
> A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar
> 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França -
> 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil
> quilómetros).
>
> A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de
> grande importância estratégica para Portugal.
>
> A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a
> Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes
> oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
>
> A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte
> blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da
> Republica.
>
> A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de
> vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo
> Grande.
>
> A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica,
> constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado,
> que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única
> função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os
> mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
>
> A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação
> violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a
> nulidade da licença de obras.
>
> A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas
> construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal
> fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer
> convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
>
> A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos
> anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
>
> A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de
> quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um
> auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara
> de Lisboa.
>
> A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção
> anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador
> e Presidente.
>
> A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse
> um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República,
> na... Fundação Mário Soares.
>
> A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares
> receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
>
> A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade
> da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente
> era... João Soares.
>
> A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o
> director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação
> jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
>
> A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento
> Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole
> Fontaine.
>
> A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do
> guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
>
> A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre,
> para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
>
> A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
>
> A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira
> na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir,
> logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
>
> A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no
> filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
>
> No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um
> punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
>
> Vai... e não volta mais.
>
>
> Clara Ferreira Alves
>
> Expresso

http://ferrao.org/2008/03/rui-mateus-contos-proibidos.html

Sondagem Visão - Portugueses confiam nos professores







mais aqui

É PRECISAR ESTAR ATENTO (LEI 12-A/2008) - VÍNCULOS

VÍNCULOS

É PRECISAR ESTAR ATENTO (LEI 12-A/2008)

Recentemente, a DREC e a DRLVT vieram mandar suspender os procedimentos das escolas, até novas orientações, que estavam a informar os professores e a publicar as listas de transição de vínculos (Lei 12-A/2008). Conferir aqui e aqui.


Já o dissemos: apesar desta atitude, a lei 12-A/2008 continua de pé e parece-nos que este "adiamento até novas instruções" não será mais do que uma manobra para pôr em marcha todo o processo durante as férias que se aproximam. Com os professores fora das escolas, o prazo de contestação esfuma-se e... já está!

Este ministério tem sido especialista nesta prática: introduz alterações pela "calada da noite" e em momentos de interrupção lectiva, tornando a sua contestação mais difícil.


Temos de nos manter ATENTOS! A entrada QUE NINGUÉM SE ESQUEÇA! encaminha-nos para a (re)leitura urgente de VÍNCULOS AO ESTADO: IMPUGNAÇÃO e MINUTA DE IMPUGNAÇÃO DE FIM DE VÍNCULO AO ESTADO


Entrada complementar: AINDA A MUDANÇA DE VÍNCULO

Publicada por ILÍDIO TRINDADE

TEMOS DE ESTAR ATENTOS! ELES TÊM DE SABER QUE NÃO DORMINOS! PASSA A TODOS OS COLEGAS!


Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Dias Loureiro renuncia a cargo no Conselho de Estado




Dias Loureiro terá já pedido a renúncia do cargo de conselheiro de Estado. De acordo com a SIC Notícias, o antigo dirigente do PSD já terá também solicitado uma audiência ao procurador-geral da República.

A informação surge depois de ter sido noticiado que o juiz de instrução criminal, Carlos Alexandre, enviou um pedido ao Conselho de Estado a pedir o levantamento da imunidade de Dias Loureiro, segundo avançou hoje o Correio da Manhã.

Recorde-se que o Presidente da República tem manifestado que o conselheiro de Estado Dias Loureiro lhe merece tanta confiança como qualquer outro dos conselheiros. Já entre estes, o ex-Presidente da República Ramalho Eanes e o cirurgião João Lobo Antunes defenderam publicamente a renúncia de Dias Loureiro do cargo, no que foram acompanhados pelo CDS-PP e BE. Já PS e PCP tiveram reacções mais cautelosas. O cabeça de lista às europeias e líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, defendeu, há semanas, a saída de Dias Loureiro, militante social-democrata, do Conselho de Estado.

daqui


.




Estamos fartos destas merdas!!!

É só abutres.

Então, mas o que é que faz um conselheiro de estado senão estar informado de tudo o que se passa, para poder aconselhar o presidente?
E agora diz que não se tinha apercebido da opinião pública?
Que não quer a protecção do cargo, que se demite agora para proteger o presidente...
Mas que espécie de "conselhos" é que um indíviduo destes presta?

Mas o que é que um indivíduo destes faz, em concreto, senão mandar uns bitaites, de vez em quando e receberem uma gorda remuneração, com carro e sei lá mais o quê incluído?
Mas será que estes indivíduos não têm deveres? Só direitos? Os deveres é para o Zé Mexilhão?
Será que estes gajos fazem a merda que querem e ainda por cima se riem do Zé? Com o dinheiro que o Zé lhes paga?

E depois protegem-se uns aos outros...

Há 30 anos que se protegem uns aos outros para f*derem o Zé Mexilhão


Por menos já foram suspensos professores, assim, num estalar de dedos...

Estamos mesmo fartos destas merdas todas!!!

Tribunal condenou ex-aluno pelo crime de injúria agravada a professor

Tribunal condenou ex-aluno pelo crime de injúria agravada a professor.
O Tribunal de Vila Verde condenou um ex-aluno da Escola Secundária local pelo crime de injúria agravada a um professor ao pagamento de 300 euros de multa e de 500 euros de indemnização, disse hoje fonte judicial.



A fonte adiantou à Lusa que, na sentença, agora transitada em julgado, o tribunal deu como provado que em Junho de 2006, João N., agora com 19 anos, dirigiu palavras injuriosas ao professor de Matemática - nomeadamente dois adjectivos, considerados popularmente como «palavrões» - por ter sido chamado a atenção quando brincava com o telemóvel na sala de aula.

O docente, segundo a sentença, «havia, repetidamente, chamado a atenção do aluno - do 10.º ano de escolaridade - que brincava constantemente com o telemóvel e não realizava os exercícios que lhe eram apresentados».

«O arguido ignorou as várias advertências que lhe foram apresentadas até que, ao ser mais uma vez, chamado à atenção pelo seu comportamento indevido, se levantou, arrumou o material escolar na mochila e abriu a porta da sala insultando o professor antes de sair da aula», refere o juiz que julgou o caso.

A condenação do ex-aluno foi baseada, entre outros factores, no depoimento de três ex-colegas de turma.

O tribunal concluiu que, ao proferir expressões insultuosas, «o arguido lesou a honra e consideração» devidas ao professor, tendo agido com dolo directo, ou seja, com vontade de o ofender.

Contactado pela Lusa, o queixoso - que solicitou anonimato - disse que apenas recorreu aos tribunais porque o aluno não lhe quis pedir desculpas pelo seu comportamento incorrecto, apesar de lhe ter dado oportunidade para o fazer.

Acresce que, acentuou, depois de ter decidido castigar o aluno com dois dias de suspensão, o Conselho Executivo da Escola anulou a pena, argumentando que o professor tinha deixado passar 12 dias antes de apresentar queixa, o que viola os regulamentos.

«Deixei passar alguns dias porque dei tempo ao aluno para reflectir e pedir desculpa, e, depois, porque tive um funeral de família», afirmou, frisando que pensou também que o Conselho Executivo iria agir autonomamente por, entretanto, ter tomado conhecimento do facto.

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Ser professor(a)

António Barreto in PÚBLICO 24/05/2009

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Polícia impede professores de entregarem moção ao primeiro-ministro


Em Coimbra
Polícia impede professores de entregarem moção ao primeiro-ministro
26.05.2009 - 12h13 Lusa
Um grupo de professores foi hoje afastado pela PSP do local onde pretendia entregar uma moção a José Sócrates, minutos antes da chegada do primeiro-ministro para visitar, em Coimbra, as obras de uma rede de fibra óptica.

Afastados cerca de 50 metros do local da visita, os elementos da Plataforma Sindical dos Professores e da União de Sindicatos de Coimbra acabaram por se manifestar em silêncio, mostrando uma faixa negra, à passagem da comitiva governamental.

“É uma vergonha que a polícia portuguesa esteja a ser utilizada desta forma, seja instrumentalizada para impedir que os portugueses manifestem as suas opiniões livremente”, disse Luís Lobo, dirigente da Plataforma, dirigindo-se a um graduado da PSP.

Já Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma Sindical dos Professores, usou de ironia para descrever a actuação da PSP. “Deve ser porque os senhores guardas acharam que estávamos a apanhar muito sol e podíamos constipar-nos”, alegou.

A moção, aprovada hoje na escola EB2.3 Alice Gouveia pelos professores que fizeram uma paralisação nos dois primeiros tempos da manhã, acabou por não ser entregue ao primeiro-ministro.

daqui

Manifesto Conjunto. Subscrevo: Encontramo-nos Sábado!


Manifesto Conjunto
Subscrevo:
Encontramo-nos Sábado

.
1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.
2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.
3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Saír à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.

.
Subscrevem:Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto), O Cartel (Brit.com, Advogado do Diabo)

.
Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)



daqui

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Com a nova lei da aposentação...

«Nunca vi um pessimista criar um posto de trabalho»

O secretário-geral do PS criticou este domingo o «negativismo» das oposições, referindo: «Eu nunca vi um pessimista criar um único posto de trabalho».
José Sócrates falava num jantar/comício, em Valongo, com a presença de Vital Moreira, cabeça de lista do PS às Europeias, tendo afirmado que o Partido Socialista e o Governo «querem um país progressista, moderno e europeu, que acredita em si próprio e que não se deixa vencer pelo pessimismo».

daqui

Mas todos os dias se assiste a um [Governo] optimista destruir vários.

30 Maio, 15.00, Lisboa. Mais uma voltinha ao Marquês?

Sábado, 23 de Maio de 2009

Cliente preocupado

Bilhete dirigido por um cliente preocupado a um banco:

"Dada a crise internacional que assola os bancos neste momento, se um dos
meus cheques for devolvido por "INSUFICIÊNCIA DE PROVISÃO", como é que eu
poderei saber se isso se refere a mim ou a vocês?"




30 de Maio


Sócrates é perigoso, sempre teve desprezo pela cultura e saber, e por
aqueles que sabem mais do que ele, como os professores. Sempre detestou o estudo e os seus professores, e nutre por eles um ódio de estimação. Está consciente que a perda da maioria absoluta se deve em grande parte, para além das falcatruas em que sempre esteve metido, à luta justa que os professores travaram nestes últimos quatro anos, e que nunca irá esquecer...

Se ganhar as legislativas, não tenhamos dúvida que irá partir a espinha a
todos os professores não deixando um vivo para contar a história do seu
infortúnio. A todos os que não entregaram os OI mandará instaurar um
processo disciplinar, à semelhança do que a ministra da educação sugeriu que os Presidentes dos Conselhos Executivos fizessem. Só que no próximo ano já não são os PCE que estão à frente das Escolas, mas os novos directores que caso não cumpram as sugestões da tutela, são corridos como aconteceu no Agrupamento de S. Onofre, em Fafe, em Tavira, ao colega Charrua.

Não se esqueçam que estes directores foram escolhidos por um conselho geral transitório que termina funções e que os próximos directores serão
escolhidos dentro do aparelho do partido.

A vida dos professores tornou-se num calvário, o ambiente nas Escolas está irrespirável, a desmotivação e total, os professores têm medo de falar, com o receio de ser perseguidos, sentem que a insegurança paira a cada esquina.
O trabalho aumentou abruptamente, sem que se reflicta no sucesso dos alunos, a autoridade do professor foi abolida, sendo agredidos pelos alunos e encarregados de educação.

Se o Sócrates ganhar as próximas eleições com os directores coadjuvados
pelos inspectores as Escolas tornar-se-ão uma arena inquisitória, onde os
indesejáveis por razões partidárias, pessoas ou outras alheias à vida da
Escola, serão expurgados do ensino.

Colega se gostas de ser professor, se defendes uma Escola Pública de
qualidade, sem política, onde alunos e professores convivam em fraternidade, não deixes de participar na próxima manifestação independentemente de teres entregue os OI, porque se os entregaste foi contra a tua vontade e tens mais uma razão para manifestar a tua indignação. Esta será a tua última oportunidade para lutares por uma Escola democrática e justa, não te acomodes se não queres ver a tua vida transformada num Inferno. Quem foi capaz de correr com tantos milhares de colegas que deram uma vida à Escola, não se ensaia muito para mandar para a rua outros tantos, a legislação já foi publicada, agora só é necessário pôr os caciques a funcionar.

Se pensas que a reforma acabou, desengana-te, a procissão ainda vai no adro e se o PS voltar a ganhar. vais ver o que ainda te vai cair em cima .

Nas eleições Europeias não fiques em casa, aproveita para passares o
primeiro cartão vermelho ao arrogante do Sócrates. Se ele ganhar ainda te vai esfolar até às legislativas.

Pára um bocadinho para pensar e vê no que se tornou o teu local de trabalho e os alunos sempre a saber menos. Luta, não baixes os braços, dos fracos não reza a história. O Tipo não olha a meios para conseguir os fins. Se Sócrates tivessem um centésimo da dignidade e carácter de um professor, depois de tudo o que se descobriu a seu respeito já tinha desaparecido do planeta, mas ele é safado não tem um pingo de vergonha na cara, é um trapaceiro profissional.

Colega, faz do 30 de Maio um marco pela luta da preservação da democracia em Portugal.

Eu Vou... e todos juntos seremos demais!!!


Amigos
A nossa luta continua. É importante irmos a Lisboa no dia 30 de Maio mostrar que não estamos satisfeitos com o que nos fazem e nos obrigam a fazer.
Ainda confio nas palavras de quem um dia disse:
« Quem luta pode não ganhar mas quem não luta perde sempre»
Vai, e se não puderes, divulga, entusiasma! Não desistas agora! Estamos quase em época de eleições
Reencaminha!

Sinais exteriores de riqueza... em tempos de crise

Aluna pode ser punida se o Conselho Executivo entender que a gravação ilegal violou o regulamento interno da escola


Pais e encarregados de educação acusam professora de História da EB 2/3 Sá Couto, de Espinho, de ter conversas de cariz sexual nas aulas e contar a sua vida sexual. Docente foi suspensa e será agora alvo de um processo de averiguações. Aluna pode ser punida se o Conselho Executivo entender que a gravação ilegal violou o regulamento interno da escola.


A gravação da aula de História da turma do 7.ºA na Escola EB 2/3 Sá Couto, em Espinho, pode servir para suspender a professora, mas também para punir a aluna que fez a gravação em causa. Isto se o Conselho Executivo da escola entender que, com tal acto, foi violado o número 20 do artigo 99.º do Regulamento Interno (RI).

Segundo o RI, os alunos não podem usar "telemóveis, headphones, MP3, IPOD e outros nas salas de aula, centro de recursos escolares/biblioteca, cantina ou outros locais onde se desenvolvam actividades lectivas". A aluna não pode ser criminalmente responsabilizada por ter menos de 16 anos, mas a nível escolar tudo depende da interpretação do Conselho Executivo. Sobretudo porque foi devido a esta gravação que se conheceu o caso.

Maria Arminda Bragança, da Federação Nacional de Educação (FNE), defende que "tudo depende do que estipula o regulamento interno da escola", mas lembra que "é preciso analisar a situação no seu todo e não apenas por este episódio". Já a directora Regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, recusa comentar se a aluna pode ser punida, referindo que "o processo não é movido contra uma pessoa, é para apurar a verdade dos factos". "Dei ordens para que a professora fosse suspensa preventivamente e o caso fosse entregue a uma entidade autónoma", acrescenta Margarida Moreira.

A polémica aula, que resultou na suspensão da docente, ocorreu a 7 de Maio. Tal como terá acontecido noutras ocasiões, a docente falou de sexo com a turma, tecendo considerações sobre a alegada perda de virgindade de uma aluna e os sonhos "molhados" dos rapazes. Os pais dizem que a docente até falava das relações sexuais com o marido. "O meu filho confirmou que ela passava parte do tempo a falar da vida sexual com o marido", refere Emília Marques.

Esta mãe garante ainda que num passeio a Salamanca no final de Abril, onde estiveram 55 alunos e cinco professoras, "à noite os alunos ficaram fechados nos quartos e comeram às onze e meia da noite, enquanto as professoras foram às compras para o centro comercial". O passeio, aliás, terá motivado a alegada perseguição a uma aluna. "A minha filha tinha-lhe dito que ia sem nos pedir autorização e quando dissemos que não, a professora começou a dizer-lhe que tinha pagar a viagem de qualquer maneira e aí começou a perseguição", afiança uma encarregada de educação, que solicitou anonimato.

Apesar de só agora ser conhecida a situação, este não seria o primeiro ano em que a docente faria tais comentários. "Há pelo menos três anos que se ouvem relatos", diz uma mãe. A presidente do Conselho Executivo, Noémia Brogueira, recusou-se a tecer qualquer comentário para além de dizer que "a professora já assinou a nota de suspensão" e confirmar que "foi instaurado um processo de averiguações".

Já um aluno da turma diz que as colegas "provocavam a professora". "Andaram a dizer que o filho da professora dizia que tinha apanhado os pais a ter relações sexuais". Acusações com as quais as alunas terão sido confrontadas, negando-as. Antigos alunos, inscritos em cursos de educação e formação profissional da EB 2/3 Sá Couto, fizeram questão de a vir defender a público. "É a professora mais espectacular e preocupa-se connosco", diz Samir Nica. Que adianta que ela "falava sobre a nossa vida e dava apoio quando os alunos estavam tristes".

O DN quis ouvir a docente, mas esta não fala "enquanto decorrer o processo". "É à escola que cabe descobrir a verdade, que virá ao de cima", diz.


www.dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1237884&seccao=Norte

Divulgue!

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Economia é isto


Numa pequena vila e estância na costa sul da França, chove, e nada de especial acontece.
A crise sente-se. Toda a gente deve a toda a gente, carregada de dívidas.
Subitamente, um rico turista russo, chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de €100 sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se não lhe agradar.
O dono do hotel pega na nota de €100 e corre ao fornecedor de carne a quem deve €100, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar €100 que devia há algum tempo, este por sua vez corre ao criador de gado que lhe vendera a carne e este por sua vez corre a entregar os €100 a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito.
Esta recebe os €100 e corre ao hotel a quem devia €100 pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos €100. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescido.
Contudo, todos liquidaram as suas dividas e os elementos da pequena vila costeira encaram agora o futuro com um renovado optimismo.
experts em alta finança que chamam a isto economia.
Dá que pensar!...

Pagamento dos aperitivos nos restaurantes


Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório

Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multas e até pena de prisão

Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.

O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».

O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».

Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita».

«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF.

O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»

Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento.

Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os proprietários negarem os direitos dos consumidores».

Associação e restaurantes reunem-se a propósito do «Couvert»


Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros


in "
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=917640&div_id=1730 "


Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Alegria no trabalho!

É pró menino e prá

É pró menino e prá menina! Eles não discriminam (os jobs são tanto para boys como para girls)

Vale a pena recordar!

Explicação:

1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça ?

Não? Ok! Eu esclareço: trata-se de actualizar conteúdos, um trabalho que provavelmente muitos dos vossos filhos fazem lá na escola ou em casa "com uma perna às costas". Por falar em "costas" acham que o ministro Costa recorreu ao otl e pediu um puto qualquer para tratar do assunto? Não! Trata-se de uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros mais o subsídio de almoço, claro!

2. E sabem quem tem o perfil adequado a essa extremamente especializada função ?

Não? Ok! Eu esclareço. Trata-se de Susana Isabel Costa Dutra. Susana Isabel Costa Dutra, é (por um acaso daqueles que só acontecem em Portugal) filha do ministro Alberto Costa.

Et OUI !

Se puderem espalhem pois pode haver alguém que não tem acesso ao Diário da República, ficando assim prejudicado de saber que "lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim..."


Como distinguir os tipos de gripe

Professora suspensa é «a mais espectacular»


Alunos descrevem a professora como «segunda mãe»

A professora de História da Escola Básica 2,3 Sá Couto (em Espinho) foi suspensa, mas os alunos descrevem-na à Lusa como «a professora mais espectacular na escola».
Os estudantes do 7.º ao 9.º ano afirmam que a professora sempre se revelou preocupada com os problemas pessoais dos seus alunos, «mas sem deixar de dar a matéria das aulas», asseguram os alunos.
Samir Nica, 19 anos, diz que a docente «é uma professora espectacular. Dá as aulas, mas também se preocupa com o que a gente anda a fazer lá fora. É a nossa segunda mãe aqui na escola».
Considerando a professora como uma pessoa «sempre muito correcta», o aluno diz «não ter nada que possa apontar à docente», admitindo falar com a professora sempre que tinha algum problema.
«Quando eu tinha algum problema, era com ela que ia falar e ela ajudou-me sempre», afirma.
Admirada pelos alunos
Samir dá um exemplo da atitude pela qual diz «admirar» a docente: «Eu mudo muito de namorada e a professora Josefina sempre me disse que isso não estava bem e que eu devia ter cuidado».
Ricardo Joel Familiar garante que «ela é a professora mais espectacular da escola».
Carlos Santos, 18 anos, também defende Josefina Rocha: «Ela é muito boa professora e sempre a ouvi dar bons conselhos ao pessoal».
Sobre a gravação da conversa os jovens dizem que «aquilo foi tudo arranjado».
Conversa provocada por alunas
Ricardo Joel Familiar assegura que «as alunas já fizeram aquilo de propósito e provocaram a conversa toda porque sabiam que estavam a gravar».
«A professora não disse nada de mais. Foi é muito provocada para chegar àquele ponto», afirma Daniel Ferreira.
Outro aluno, que preferiu não ser identificado, tem a mesma opinião, mas acrescenta: «Isto só chegou ao ponto em que está porque a nossa directora de turma nunca gostou dessa professora e, como também é directora dessa turma [em que se deram os incidentes], aproveitou para fazer disto um grande caso».
«Se tivesse sido com outra professora qualquer não tinha havido nada disto», assegura o mesmo aluno.
Rui Silva realça ainda que «ninguém tem razões de queixa da professora a não ser esse 7.º ano. E nem é a turma toda! São só as duas alunas que arranjaram este barulho todo».
Segundo estes alunos, as duas estudantes «que arranjaram este barulho todo» já teriam reclamado de Joaquina Rocha à directora de turma.
Esta colega ERROU mas já foi condenada pela Comunicação Social

Duplo Padrão - A população começa a fazer perguntas


Orgias Sexuais Indiscretas ou Como Ensinar Educação Sexual Nas Escolas

Só não percebo uma coisita, insignificante por certo, mas...
Então, no caso Freeport, não se dizia que era ilegal a utilização de gravações não autorizadas?


Em que ficamos afinal? Pode-se utilizar uma gravação áudio de parte de uma aula para suspender uma professora mas não se pode utilizar uma gravação vídeo, incriminatória, do ingº Socas para nada ?
E põe-se uma aluna menor a gravar uma aula? Edificante!
E a coisa foi tão estranha, tão estranha que não se ouvia barulho nenhum. Numa aula daquelas, no discurso daqueles, o mais natural era haver um ruído de fundo, umas gargalhadas, enfim, qualquer coisita que se parecesse com uma sala de aula de miúdos de 12 anos. Parecia que estavam todos calados para não perturbar a gravação.
E a DREN vai abrir processo à aluna que gravou o som e àqueles que o colocaram na TV, tal como fez ao aluno que publicou as imagens no caso do telemóvel?
Sem querer desculpar a "pobre" docente (pobre, porque ali há desequilíbrio), as leis não são as mesmas para todos?

E a esperta que mandou a menor gravar a aula sem autorização da professora? Não lhe acontece nada?

in "A Educação do meu Umbigo"

Terça-feira, 19 de Maio de 2009

CONCURSO 2009 - LISTA DE GRADUADOS 1ª PARTE

CONCURSO 2009 - LISTA DE GRADUADOS - 1ª PARTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
DIRECÇÃO-GERAL DOS RECURSOS HUMANOS DA EDUCAÇÃO
AVISO 9730/2009
(Concurso 2009)

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

José António Saraiva - Watergate ? portuguesa?


Não posso ser acusado de querer perseguir o primeiro-ministro. Ainda há três semanas elogiei a sua entrevista à SIC e não me recordo de ter escrito sobre ele algum texto hostil – do ponto de vista político ou pessoal.



No célebre caso da licenciatura defendi-o sempre, e considerei mesmo a questão «mesquinha» e «parola».



Enquanto muitos jornais (incluindo alguns considerados pró-socialistas) dedicavam sucessivas primeiras páginas ao assunto, o SOL não publicou sobre ele uma única manchete.



Conto, a propósito, um episódio _caricato.



Numa reunião com responsáveis do jornal que me questionavam pela diminuta importância que o SOL estava a dar ao tema, assumi com tal calor a defesa do primeiro-ministro que a cadeira escorregou e me estatelei no chão.



Quando me levantei, comentei para os meus colegas: «Se o Sócrates visse esta cena não acreditava».



Não posso, por isso, ser acusado de querer mal a José Sócrates ou de estar a contribuir para derrubar o seu Governo: sempre fui um convicto defensor da estabilidade política.



Só que este caso não é, como o da licenciatura, de natureza pessoal.



Este caso tem contornos muito graves, porque envolve uma decisão tomada ao nível do Estado, por um governante no exercício de funções oficiais, havendo suspeitas de que houve uma situação de favor em troca de elevadas quantias em dinheiro.



Não serei eu a acusar Sócrates: essa função cabe à Justiça, se o decidir fazer.



Até porque sou contra os julgamentos mediáticos, a que um dia chamei 'os novos julgamentos populares'.



Mas importa fazer uma reflexão serena sobre o assunto.



1. As acusações de 'perseguição política'


Os socialistas e alguns apoiantes de Sócrates, como Freitas do Amaral, e o próprio primeiro-ministro, tentam colocar a questão no terreno político, dizendo tratar-se de uma 'perseguição', de uma 'campanha negra', em ano eleitoral. Esquecem-se, apenas, de que as notícias que têm sido publicadas se reportam à investigação inglesa. O timing é o de Inglaterra. Aliás, foram os ingleses que desbloquearam o processo que estava aqui encalhando, conduzindo às recentes buscas.


Será que a Justiça inglesa quer perseguir Sócrates politicamente? Ou, pelo
contrário, era a Justiça portuguesa que estava a proteger Sócrates?


2. O encontro entre Sócrates e Smith


Sócrates afirma que apenas participou numa reunião sobre o Freeport, na qual estiveram presentes outras pessoas, como o presidente da Câmara de Alcochete e representantes do outlet. Ora, esta reunião não tem nada a ver com aquela de que falou o tio. Júlio Monteiro disse que Charles Smith marcou a reunião com a secretária de Sócrates, depois de este lhe ter dito «Mande vir esse fulano falar comigo». Ora uma reunião oficial, envolvendo o ministro, um presidente de Câmara, etc., é tratada obrigatoriamente pelo chefe de gabinete e não pela secretária. Portanto, a reunião de que Sócrates fala e o encontro de que fala o tio são duas coisas diferentes. Alguém aqui está a faltar à verdade.



3. A aprovação_do secretário de Estado


Mostrando o seu distanciamento em relação ao assunto, Sócrates alega que o licenciamento foi feito com a assinatura do secretário de Estado. Ora isto, em vez de aliviar as suspeitas, pelo contrário, adensa-as.


Num caso de tão grande importância e delicadeza – envolvendo a alteração dos limites de uma ZPE (Zona de Protecção Especial) e pondo em causa compromissos tomados com Bruxelas – como entender que o ministro tenha remetido o assunto para um secretário de Estado? Num tema envolvendo, ainda, a família real britânica, a embaixada inglesa,
um investimento de centenas de milhões de euros, não seria natural que o ministro assumisse o licenciamento? Só por má consciência pode ter fugido a fazê-lo. Para se livrar de responsabilidades se o assunto viesse – como veio – a levantar suspeitas.



4. A urgência do processo


Sócrates não deu nenhuma explicação para a anormalíssima urgência com que o projecto foi tratado. É insólito um Governo de gestão aprovar um projecto tão polémico e alterar uma ZPE a três dias de cessar funções.
Mais: na véspera do dia em que, por ordem superior, tudo teria obrigatoriamente de estar pronto (14 de Março de 2002), havia cinco documentos oficiais em falta. Pois esses documentos foram obtidos em 24 horas! Houve pareceres entrados no Ministério já depois de encerrados os serviços e despachados ainda nesse dia! Isto só se compreende pela existência de compromissos assumidos com alguém. Com quem? E porquê?



5. A alteração da ZPE


José Sócrates, Silva Pereira (na entrevista a Mário Crespo), António Vitorino (na conversa com Judite de Sousa), e outros disseram que a alteração da ZPE não teve nada a ver com o Freeport. Ora este argumento é para atrasados mentais. Por uma simplicíssima razão: numa zona protegida não seria possível construir aquele gigantesco outlet.



Para provarem o contrário, dizem que o Estudo de Impacto Ambiental e o licenciamento foram aprovados antes da entrada em vigor dos novos limites da ZPE. Isto nem deveria ser invocado, pois só prova toda a irregularidade do processo. Como se vê pelos e-mails que hoje publicamos, a aprovação do Estudo de Impacto Ambiental e o licenciamento feito no Conselho de Ministros de 14 de Março foram obtidos através de generosas 'luvas' (chamadas «bribery»).



Os factos apontam todos na mesma direcção.



É inegável que na aprovação do Freeport houve uma situação de favor, desrespeitando regras elementares.



Também parece certo que foram pagas elevadas 'luvas', muito provavelmente em troca desses favores.



Só falta saber quem recebeu as 'luvas'.



E aqui a situação é desfavorável a Sócrates, já pelas pessoas mais directamente envolvidas na invulgar celeridade do processo (muitas delas suas subordinadas), já pela participação neste imbróglio de familiares seus (como o tio e um primo).



Falta acrescentar que esta é a mais grave suspeição que se levantou em Portugal relativamente a um governante.



E mesmo a nível internacional uma situação destas é invulgaríssima.



Porque – note-se – não estão em causa financiamentos partidários ilegais, como os que levaram, por exemplo, à condenação de Bettino Craxi.



Está em cima da mesa uma suspeita de corrupção em benefício próprio – que, do ponto de vista moral, é devastadora.



José Sócrates tem traços de personalidade semelhantes a João Vale e Azevedo: são ambos pessoas que acreditam com tanta força em certas inverdades que as dizem com a maior convicção.



Convicção essa que, aliás, ficou patente na comunicação ao país de 5.ª-feira.



P.S. – Respondendo a perguntas sobre este tema, Paulo Portas disse que o que lhe interessa é a Educação, a Saúde, o desemprego, etc., e que sempre foi contra retirarem-se consequências políticas dos casos judiciais. Ora, como director de O Independente, Portas foi o homem que mais escândalos políticos lançou em Portugal no passado recente. E que em sucessivos editoriais defendeu a demissão dos protagonistas desses supostos escândalos. A duplicidade tem limites...



http://sol.sapo.pt/Blogs/jas/default.aspx

TODOS à Manifestação do ADEUS!


Manifestação de 30 de Maio: a oportunidade de TODOS os professores (se) despedirem (d)a equipa ministerial mais prepotente e incompetente de sempre

Esta é a Manifestação de TODOS os educadores e professores que, independentemente de terem ou não entregue os objectivos individuais, persistem em dar nota pública do seu descontentamento e indignação perante uma equipa ministerial política e tecnicamente incompetente.

Esta é a Manifestação de TODOS os educadores e professores que, ao longo de uma legislatura, falhada na área da Educação, se sentiram:


ofendidos na sua dignidade profissional;

insultados na sua honra (desde "ratos" a "cobardes", valeu tudo para enxovalhar os professores);

divididos em professores de primeira e de segunda, sem critério e sem justiça;

empurrados para reformas antecipadas penalizadoras, sem um gesto de agradecimento por parte da tutela;

privados do direito a uma avaliação séria, credível e justa (uma legislatura completa sem avaliação nas componentes científica e pedagógica - algo nunca visto);

pressionados e ameaçados pela tutela e por pequenos tiranetes, destituídos de ética e de "espinha";

futuros joguetes de guerras partidárias que vão começar a introduzir-se nas escolas, abrindo espaço a prepotências e arrivismos pessoais (veja-se o caso recente de Fafe);

privados da frequência de formação contínua (destruída por este Governo).


CONTRATOS POR TEMPO INDETERMINADO - TRANSICAO FOI SUSPENSA


SINDICATO DOS PROFESSORES DA REGIÃO CENTRO DEPARTAMENTO DE INFORMAÇÃO

inform@ção SPRC

DREC RECUA PERANTE A ILEGALIDADE DO FIM DO VÍNCULO DE NOMEAÇÃO. SPRC/FENPROF TINHA RAZÃO!

Conselhos Executivos instados a corrigir actos ilegais!

Numa informação enviada pela Direcção Regional de Educação do Centro para os órgãos de gestão das escolas/agrupamentos é dada a orientação de que devem ser corrigidos todos os procedimentos que tenham transformado nomeações definitivas em contratos de trabalho por tempo indeterminado, os quais foram publicitados em listas publicadas e afixadas nas salas de professores.

O SPRC/FENPROF sempre considerou este procedimento de ilegal e declarou guerra jurídica e judicial a estes actos precipitados e ilegais de muitos conselhos executivos, induzidos em erro perante a inexistência de esclarecimentos claros da administração educativa. Nesse sentido, o gabinete jurídico do SPRC elaborou uma minuta de requerimento de correcção da ilegalidade, profusamente divulgada, a qual foi interposta por muitos docentes da região.

Este procedimento de algumas escolas incorria em ilegalidade por dois motivos principais:

(1) o facto de existir um diploma regulamentador da função docente que prevalece sobre a norma geral contida no novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas — o Estatuto da Carreira Docente;

(2) o facto de esta matéria estar sob suspeita de ser inconstitucional, tendo merecido, por iniciativa do grupo parlamentar PCP, a que se juntaram PEV, BE, e deputados do grupo parlamentar do PSD, bem como de uma deputada sem grupo parlamentar, um pedido de verificação dessa mesma constitucionalidade.

Esta matéria é, aliás, alvo de forte contestação pelos docentes portugueses e motivo de preocupação quanto ao que reservará o futuro neste ou num quadro político semelhante.

O SPRC congratula-se com o resultado de uma forte acção desenvolvida nos locais de trabalho e de pressão sobre o ME e a DREC, para que parassem todos os actos administrativos ilegais e corrigidos os já verificados.

VALE A PENA LUTAR!


MAPiNET quer cortar Internet aos piratas em Portugal sem mandato judicial



MAPiNET quer cortar Internet aos piratas em Portugal


Apesar de não ter passado no Parlamento Europeu, o Movimento Cívico Anti-pirataria na Internet - MAPiNET quer que Portugal adopte legislação que permita cortar o acesso Internet a "piratas", ou seja, quem descarrega conteúdos ilegal. A ideia é baseada na legislação francesa que foi aprovada na segunda feira.

O movimento explicou esta tarde os seus objectivos em conferência de imprensa, defendendo a aplicação de uma "solução de resposta gradual à pirataria na internet", que acredita pôr em causa a subsistência dos criadores e das indústrias culturais.

"Se isto continuar, os próprios consumidores serão altamente lesados a nível da oferta cultural que terão daqui a alguns anos porque todos os agentes que vivem da propriedade e dos conteúdos culturais vão desistir", explica Tó Zé Brito, assessor da Sociedade Portuguesa de Autores que também participa nesta conferência.

A solução defendida pelo MAPiNET passa pela aplicação à legislação portuguesa de normas que permitam a uma autoridade administrativa cortar o acesso à Internet caso os utilizadores persistam no download de conteúdos ilegais e ignorem os dois avisos prévios de alerta.

Recorde-se que no Parlamento Europeu a questão que levantou maior polémica, e acabou por
impedir a aprovação da legislação, estava relacionada com o envolvimento ou não de uma autoridade judicial na decisão de cortar o acesso Internet. Os responsáveis do MAPiNET dizem agora que isto significa que o Parlamento Europeu não exclui a possibilidade de aprovar a nível europeu uma solução similar à francesa.

Em comunicado o movimento contesta também as recentes declarações do Ministro da Cultura. Segundo citação do Jornal de Notícias, António Pinto Ribeiro recusa a ideia de que Portugal venha a poder adoptar uma solução contra a pirataria, que não envolva "uma decisão judicial".

O MAPiNET acrescenta ainda que "José António Pinto Ribeiro proferiu declarações surpreendentes, dizendo que fazer downloads de música e filmes na internet é como apanhar uma nota de banco caída no chão afirmando ser contra qualquer solução deste tipo, por considerar censório o seu teor".

Domingo, 17 de Maio de 2009

Provas de Aferição para Tótós - Manual do Aplicador


Educação
ME escreve as frases que os professores têm de dizer nas provas de aferição
Mais de 200 mil crianças entre os nove e os 12 anos vão mostrar amanhã e na quarta-feira o que aprenderam em Língua Portuguesa e Matemática mas, para as provas nacionais de aferição do 4.º e 6.º anos, quem precisa de levar cábulas são os professores.

Estas têm a forma de um chamado Manual do Aplicador, através do qual o Ministério da Educação (ME) ensina aos professores o que têm de dizer aos alunos no início, no meio e no final das provas. As ordens do ME são claras: "Não procure decorar as instruções ou interpretá-las, mas antes lê-las exactamente como lhe são apresentadas ao longo deste manual".

Com contagem de tempo, seguem--se as frases que os docentes deverão ler. São coisas como estas: "Em primeiro lugar, chamo a atenção para o facto de não poderem falar com os vossos colegas" ou "Acabou o tempo. Não podem escrever mais nada. Agora vão ter o intervalo".

O conjunto preenche oito páginas. "No dia lemos tudinho como está no guião", confirma Paulo Guinote, autor do blogue Educação do Meu Umbigo e professor de História e Português do 2.º ciclo, que amanhã estará de novo entre os milhares de professores mobilizados para estas provas. A leitura demora tempo, é "entediante" e frequentemente os alunos não entendem o que se pretende. Nestes casos, depois da leitura obrigatória, os professores fazem o seu próprio resumo, com as instruções mais importantes.

Todos os anos são enviadas as mesmas instruções, para serem lidas em todas as escolas, alegadamente para permitir uma situação de igualdade de condições. Para Guinote, esta prática constitui "uma espécie de atestado de menoridade que repetidamente é passado aos professores".

Provas não são exames
Nas livrarias, por esta altura, não faltam os cadernos de preparação publicados pelas principais editoras escolares. É uma das partes visíveis de um efeito perverso que se tem vindo a consolidar. Professores, pais e alunos tendem a ver estas provas por aquilo que não são: como se fossem exames. Nas escolas, no último período, as aulas vão sendo convertidas em sessões de revisões, o que acaba por comprometer a possibilidade de se chegar ao fim dos programas.
Mesmo quando estes são concluídos, tanto o calendário como o espírito das provas acabam por impor aos professores "estratégias de condensação da matéria no início do 3.º período", esclarece Guinote: as provas são realizadas em meados de Maio, mas o seu conteúdo recai teoricamente sobre todo um programa que deve estar concluído em meados de Junho.

Apesar de tudo, "são um instrumento útil", frisa. É o terceiro ano consecutivo em que as provas de aferição, que começaram a realizar-se em 2000, são obrigatórias para todos os alunos do 4.º e 6.º anos. Os seus resultados não contam para a nota dos alunos. As provas são apresentadas como um instrumento para se avaliar competências e, em função disso, adoptar-se medidas de correcção das aprendizagens.

"Leia em voz alta"
Durante o ano, os professores estão na sala com os alunos. Quando chega Maio, o Ministério da Educação transmite-lhes as frases que terão de dizer nas provas de aferição. Alguns exemplos extraídos do chamado Manual do Aplicador:

Primeira parte:
"Leia em voz alta: 'Agora vou distribuir as provas. Deixem as provas com as capas para baixo'; 'Podem voltar as provas. Escrevam o vosso nome no espaço destinado ao nome'; 'Querem perguntar alguma coisa?'"

"Desloque-se pela sala, com frequência", "Rubrique o enunciado no local reservado para o efeito".

"Leia em voz alta: 'Ainda têm 15 minutos'; 'Acabou o tempo'. 'Estejam à porta da sala às 11h e 20 minutos em ponto'. 'Podem sair'".

Segunda parte:
"Leia em voz alta o seguinte: 'Agora vão iniciar a segunda parte da prova. Podem começar. Bom trabalho!'"

"Recolha as provas e os rascunhos". "Mande sair os alunos, lendo em voz alta: 'Podem sair. Obrigado pela vossa colaboração!'"


daqui

A Família


Hugo Monteiro, primo do primeiro-ministro, diz que José Sócrates conhece Charles Smith e Manuel Pedro - os dois arguidos no caso Freeport - algo que o chefe de Governo tem negado.
Veja o vídeo
Numa entrevista publicada este sábado no jornal «Expresso», o familiar de José Sócrates diz ainda que, de acordo com o pai, a reunião entre os representantes do Freeport e o actual primeiro-ministro, na altura ministro do Ambiente, aconteceu e terá sido Júlio Monteiro quem a agendou.
Hugo Monteiro assume que usou o nome de Sócrates para pressionar os representantes do outlet para realizar um negócio para a empresa Neurónio Criativo, de que era dono.
O primo do primeiro-ministro está na China a tirar um curso de artes marciais. Só deverá regressar a Portugal no final do ano.

JOGO SUJO DO ME: suspensão temporaria da lei quebradora vinculo


JOGO SUJO DO ME: suspensão temporaria da lei quebradora vinculo
"A Lei 12-A/2008 pode ser inconstitucional
Numa informação enviada pela Direcção Regional de Educação do Centro para os órgãos de gestão das escolas/agrupamentos é dada a orientação de que devem ser corrigidos todos os procedimentos que tenham transformado nomeações definitivas em contratos de trabalho por tempo indeterminado, os quais foram publicitados em listas publicadas e afixadas nas salas de professores.
O SPRC/FENPROF sempre considerou este procedimento de ilegal e declarou guerra jurídica e judicial a estes actos precipitados e ilegais de muitos conselhos executivos, induzidos em erro perante a inexistência de esclarecimentos claros da administração educativa. Nesse sentido, o gabinete jurídico do SPRC elaborou uma minuta de requerimento de correcção da ilegalidade, profusamente divulgada, a qual foi interposta por muitos docentes da região. Este procedimento de algumas escolas incorria em ilegalidade por dois motivos principais:
(1) o facto de existir um diploma regulamentador da função docente que prevalece sobre a norma geral contida no novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas — o Estatuto da Carreira Docente;
(2) o facto de esta matéria estar sob suspeita de ser inconstitucional, tendo merecido, por iniciativa do grupo parlamentar PCP, a que se juntaram PEV, BE, e deputados do grupo parlamentar do PSD, bem como de uma deputada sem grupo parlamentar, um pedido de verificação dessa mesma constitucionalidade.
Espero bem que o Tribunal Constitucional declare inconstitucional. O que eu sei é que, com essa lei, o vínculo de nomeação definitiva que ligava os professores do quadro (bem como os restantes trabalhadores da administração pública, com excepção dos militares e forças de segurança) foi quebrado. E quem o quebrou foi o Governo do PS. Um Governo do PS que, soube-se ontem, terá sempre o apoio de Manuel Alegre e dos alegristas nas horas difíceis, e que fez o que nem Salazar quis fazer. De uma penada, quebrou um contrato estabelecido há muitas dezenas de anos entre o Estado e os funcionários públicos, atirando os últimos par uma situação laboral de maior precariedade e incerteza. Os sindicatos protestaram e fizeram muito bem. E, nas vésperas de mais uma manifestação nacional de professores, e a três semanas das eleições europeias - que o PS vai perder - o Governo parece recuar. Parece, digo eu. Um obscuro organismo do ME, o
DAGOE , veio a público afirmar que, até novas orientações, o processo de transição está suspenso. E logo algumas vozes mais apressadas vieram cantar vitória. Por enquanto não há vitória nenhuma. O que há é uma manobra saloia para desmobilizar os professores em véspera de mais uma grande manifestação a poucos dias da primeira derrota eleitoral do PS. Se a Lei 12-A/2008 não for revogada, todos os professores do quadro transitarão para contratos por tempo indeterminado. Foi, aliás, o que já aconteceu com muitos milhares de professores que trabalham em escolas dirigidas por PCEs e Directores cheios de pressa." adaptado do Ramiro in Prof avaliação

.
Lindoooo.
Viram? Com excepção dos militares e forças de segurança.
Porque será? Aliás, até lhes vão dar prémios pela coragem demonstrada.
É a célebre passagem da mão pelo pêlo.
Digo eu.

Desenrascanço - a palavra que os ingleses queriam ter *

>
> *Desenrascanço, a palavra que os ingleses queriam ter *
>
>
>
>
> Um site norte-americano fez uma lista das 10 palavras estrangeiras que mais
> falta fazem à língua inglesa. A palavra portuguesa "desenrascanço" é a que
> lidera.
>
>
>
> "Bakku-shan" é a palavra usada pelos japoneses quando se querem referir a
> uma rapariga bonita, vista de costas.
>
> "Nunchi" é outra das palavras escolhidas. É coreana e é usada para falar de
> alguém que fala sempre do assunto errado, um género de desbocado ou
> inconveniente.
>
> "Tingo" é uma expressão usada na Ilha da Páscoa, Chile, e significa pedir
> emprestado a um amigo até o deixar sem nada.
>
> A lista das "10 palavras estrangeiras mais fixes que a língua inglesa devia
> ter"
http://www.cracked.com/article_17251_p2.html é liderada pela palavra
> portuguesa "desenrascanço". Esta é a expressão que, segundo os autores do
> site norte-americano, mais falta faz ao vocabulário inglês.
>
> *O "desenrascanco", segundo os norte-americanos**
> *
> Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras
> estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não
> importa para se perceber que estamos a falar do "desenrascanço", tão típico
> da nossa cultura.
>
> *"Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último
> minuto, sem planeamento e sem meios"*, explica o site dando como exemplo a
> célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.
>
> *"O que é interessante sobre o desenrascanco - a palavra portuguesa para
> estas soluções de último minuto - é o que ela revela sobre essa cultura".
> "Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos
> escuteiros 'sempre preparados', os portugueses fazem exactamente o
> contrário"*, prosseguem os autores.
>
> *"Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas
> funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais
> valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam
> que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".*
> *
> *
> *"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que
> se esten